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Demissão por spyware é mais temida do que por dormir no trabalho, diz estudo

São Paulo – WebSense afirma que 61% dos usuários passam um quarto do tempo em sites pessoais e 12% já acessaram conteúdo ofensivo no escritório.
Mesmo com o emprego de tecnologias mais poderosas para garantir a segurança da rede corporativa, gerentes de TI encontram no motivo de seus esforços a principal ameaça: o funcionário.
A segunda parte da pesquisa Web@Work, conduzida pela empresa de segurança WebSense, ilustra que o comportamento dos usuários em horas de trabalho representa enorme perigo para a privacidade de informações corporativas.

Entre os entrevistados, 12% disseram ter um amigo, colega ou conhecido que enviou material ofensivo, como conteúdo pornográfico ou malicioso, por e-mail. A taxa é idêntica ao número de usuários que admitiram ter acessado material erótico no trabalho, de propósito ou não.

O acesso a conteúdo ofensivo, porém, representa mais perigos ao emprego dos funcionários do que outras atividades nada corporativas.
O estudo aponta que 64% e 30% dos funcionários admitiram ter medo de perderem o cargo por acesso a conteúdo pornográfico e infecção por spywares, respectivamente, enquanto apenas 11% afirmam que perderiam o emprego por dormir em sua mesa.

Causa direta do acesso a conteúdo malicioso, 61% dos funcionários entrevistados admitiram usar a internet para uso pessoal pelo menos uma vez por dia. A média de navegação entre estes usuários para assuntos não relacionados ao trabalho atinge 3,06 horas por semana.

A estatística representa um quarto (24%) das 12,81 horas registradas como tempo médio semanal gasto navegando em endereços corporativos.

Mesmo alta, a cifra ainda é quase a metade do que gerentes de TI imaginam. Profissionais responsáveis pela segurança online ouvidos pela pesquisa estipularam que seus funcionários passam cerca de 5,7 horas por semana.

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