Archive for fevereiro, 2008

Google oferece correio de voz gratuito para sem-teto em São Francisco

sexta-feira, fevereiro 29th, 2008

Por Redação do IDG Now!

Publicada em 29 de fevereiro de 2008 às 11h51

Atualizada em 29 de fevereiro de 2008 às 11h52

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São Paulo – Empresa quer que todos os desabrigados da cidade tenham seu próprio número e correio de voz até o final do ano.

O Google anunciou na última quarta-feira (27/02) um plano para fazer parcerias com todos os abrigos de sem-teto de São Francisco, nos Estados Unidos, para oferecer números gratuitos de telefone e caixas postais para pessoas que não têm moradia na cidade.

A idéia é permitir que os sem-teto possam distribuir seus números de telefone e possam recolher suas mensagens de voz quando quiserem, segundo uma reportagem do jornal San Francisco Chronicle.

Essa facilidade permitirá que os sem-teto possam se comunicar com familiares, amigos e até potenciais empregadores.

No ano passado, o Google comprou uma startup de São Francisco, chamada Grand Central, que criou um serviço que permite direcionar todas as chamadas de diversos telefones – celular, residencial, comercial – para um único número.

O plano de prestar serviços aos sem-teto foi iniciado pela Grand Central, mas o Google planeja ampliá-lo, dando a cada desabrigado de São Francisco seu próprio número. Eles poderão resgatar suas mensagens de voz a partir de qualquer telefone e a conta nunca expira.

Até o final do ano, a empresa espera contar com a adesão de todos os abrigos de São Francisco.

Eco sistema empresarial: exemplo típico de fomento à uma nova cadeia produtiva

quarta-feira, fevereiro 20th, 2008

Automóveis
Operação carro elétrico

Uma nova e engenhosa idéia para abastecer
veículos a bateria. Será que agora dá certo?


Rafael Corrêa

 

Num mundo cada vez mais preocupado com o aquecimento global e o preço do petróleo, há muito se anunciam os carros elétricos como a melhor opção para substituir a frota movida a combustíveis fósseis. Por enquanto, porém, há poucos deles rodando no mundo, em caráter experimental. O israelense Shai Agassi, cuja carreira de empreendedor está ligada à alta tecnologia do Vale do Silício, acha que pode mudar essa situação. Ele parte do princípio de que o grande empecilho à popularização dos carros elétricos é a falta de uma infra-estrutura que permita recarregar baterias com a mesma facilidade com que se enche um tanque de gasolina. Amparado nessa premissa, Agassi elaborou um projeto ambicioso para disseminar o uso de veículos elétricos e correu o mundo em busca de parceiros para colocá-lo em prática. Depois de muitas reuniões com empresários e autoridades, conseguiu o apoio do governo de Israel e do conglomerado automotivo Renault-Nissan. Por fim, obteve um financiamento de 200 milhões de dólares de um grupo de investidores liderados pelo magnata israelense Idan Ofer, que fez fortuna nas áreas de transporte e refino de petróleo. Estava fechado o círculo virtuoso que agora permite a Agassi tocar seu projeto de desafiar a estrutura global montada em torno dos veículos a gasolina. Se seu plano vingar, em três anos haverá 100 000 veículos movidos a baterias rodando nas ruas e estradas israelenses. “Estamos em conversações com outros governos para desenvolver projetos semelhantes”, informou Agassi a VEJA. “Não podemos deixar para as futuras gerações um mundo dependente do petróleo”, disse.

O projeto começa por driblar um dos maiores obstáculos dos carros elétricos atuais: a falta de autonomia. A maior parte dos modelos existentes não consegue rodar mais de 100 quilômetros sem ter de parar para recarregar. O plano de Agassi prevê a instalação de uma ampla rede de 500 000 pontos de recarga e 200 postos de troca de baterias nas ruas e estradas de Israel. Assim, os motoristas não correm o risco de ficar pelo caminho porque a energia das baterias acabou. A implementação dessa rede de distribuição de eletricidade ficará a cargo da empresa criada por Agassi especialmente para isso, a Better Place (em inglês, lugar melhor), uma referência à meta de criar um mundo mais verde. O presidente da Renault-Nissan, o brasileiro Carlos Ghosn, compromete-se a produzir um modelo capaz de rodar 160 quilômetros sem precisar de recarga. É uma autonomia ideal para Israel, um país pequeno onde as principais cidades ficam a menos de 150 quilômetros de distância entre si. Graças a incentivos fiscais do governo israelense, o carro verde da Renault-Nissan custará bem mais barato do que os modelos a gasolina hoje vendidos no país. O imposto para carros elétricos será de 10%, enquanto um automóvel convencional é taxado em 79%. Para recarregar o veículo, o dono do carro assina com a Better Place um contrato de prestação de serviços semelhante ao das operadoras de telefonia celular. Ele paga uma taxa mensal à empresa e, em troca, tem direito a cargas elétricas suficientes para rodar uma determinada quantidade de quilômetros por mês. Se precisar rodar mais, paga pelo excedente. O projeto de Agassi cai como uma luva para Israel porque permite diminuir sua dependência do petróleo. Como se sabe, o país mantém relações nada amistosas com as nações muçulmanas, maiores produtoras de petróleo.

Por enquanto, a Renault-Nissan apresentou somente um protótipo de carro elétrico, que andou pelas ruas de Jerusalém há um mês. O desenvolvimento de um veículo movido a baterias, com autonomia de 160 quilômetros e que ofereça um desempenho semelhante ao dos modelos convencionais é um dos grandes empecilhos à concretização do projeto de Agassi. A Renault-Nissan ainda está atrás dos outros fabricantes no desenvolvimento de veículos verdes e precisa entregar os primeiros modelos para testes no fim deste ano. A tecnologia necessária para desenvolver baterias é um capítulo à parte. A indústria automobilística investe em diferentes frentes de pesquisa, mas ainda não sabe como produzir baterias com grande capacidade de armazenamento e preço baixo. De qualquer maneira, Agassi, que começou a elaborar seu sonho do carro elétrico quando participou do encontro de jovens líderes no fórum de Davos, em 2006, tem muitos motivos para se animar. Idan Ofer, o maior investidor do projeto, acredita que ele está no caminho certo e vê potencial para a criação de iniciativas semelhantes em mercados emergentes, como a China. Com seu plano de popularizar o carro elétrico, Agassi pode se tornar o Henry Ford do século XXI.

 

http://veja.abril.com.br/060208/popup_automoveis.html

BuscaPé lança guia de compras colaborativo baseado em plataforma da Wikipédia

terça-feira, fevereiro 19th, 2008


Quinta-feira, 31 de Janeiro de 2008, 21h10

O site de comparação de preços BuscaPé (www.buscape.com) anunciou nesta quinta-feira (31/1) o lançamento do serviço de pesquisa de produtos Wiki2Buy. Trata-se de um guia de compras colaborativo desenvolvido com o uso do MediaWiki, a mesma plataforma da Wikipédia, em que todos podem contribuir, criando e editando artigos. No caso do Wiki2Buy, o conteúdo é especifico sobre produtos, serviços, empresas e tudo que seja relacionado a tomada de decisão de compra.

“Com essa nova iniciativa, queremos permitir a troca livre de informações sobre produtos entre todos os consumidores”, afirma Romero Rodrigues, fundador e presidente do BuscaPé.com. “Essa colaboração permite a criação de um conteúdo vivo sobre decisão de compra. Quanto mais consumidores participam, mais as informações se tornam precisas, atualizadas e úteis”, conclui.

O Wiki2Buy também traz informações sobre lojas e empresas, por isso, ele funciona também como um fórum de discussão sobre a reputação de lojas e a qualidade de seus serviços sobre os quais todos podem escrever e contribuir. Da Redação.

A hora e a vez das novas redes sociais ditarem as regras

quarta-feira, fevereiro 6th, 2008
Os processos de construção colaborativa de conhecimento tornaram-se moda nos últimos anos, com a expansão da internet, mas é preciso tornar mais clara a novidade: trata-se da evolução do modelo “um para muitos” (MIT) para um modelo “muitos para muitos” (Wikiuniversity) no âmbito da própria internet. Essa é a novidade central do que se convencionou chamar de web 2.0.
A importância do conhecimento apenas relativamente estruturado, como o que se produz continuamente em cursos de complementação, MBAs e outras formas de estudo do tipo “pós- graduação” nas empresas precisa ser urgentemente reconhecida, medida e premiada.
No entanto, enquanto a maioria da instituições ditas “acadêmicas” não reconhece e não incentiva este tipo de abordagem, surgem ambientes virtuais onde os trabalhadores de uma instituição compartilham conhecimentos para desenvolver soluções capazes de resolver problemas específicos de outras organizações.
O grau de “disclosure”, ou seja, de compartilhamento, obviamente varia de empresa para empresa, de organização para organização, de pessoa para pessoa. Essa disposição e as competências para a inovação aberta tornaram-se um aspecto essencial, talvez o mais crítico, no desenho das estratégias tecnológicas nos modelos de negócios contemporâneos.
Cada vez mais, o grau de abertura para as redes sociais pode ser decisivo para a riqueza dos sistemas empresariais e produtivos. Essa é a lição estampada tanto em projetos projetos mais “sérios” ou profissionalizantes de conexão aberta entre indivíduos e organizações (como a Cidade do Conhecimento da USP e redes profissionais globais como “Linked In”) quanto em espaços desenhados com foco no entretenimento ou auto-ajuda (como Orkut e outras redes juvenis, de orientação sexual ou solidariedade e demais serviços sociais).
A “educação à distância” já foi apontada como uma das grandes promessas da internet. Hoje, manchetes de jornais mostram estudantes revoltados com o uso por mantenedoras de sistemas de informação para reduzir custos, rebaixar o nível do ensino e ampliar a receita com mensalidades e outras taxas. A verdade é que pouco mudou, ainda, no ensino e na aprendizagem, apesar da rápida difusão da internet 1.0.
Professores e alunos encontram-se nas salas de aula, onde as dinâmicas de ensino e aprendizagem permanecem iguais às de antigamente. Novas possibilidades de educação a distância têm sido experimentadas, é verdade; porém, grande parte das iniciativas elaboradas são pontuais, ou seja, desenvolvidas em contextos específicos e sem possibilidade de serem replicadas em outros ambientes. Mais importante, até hoje não existem métricas capazes de comparar as iniciativas entre diferentes instituições de ensino ou empresas que funcionam como organizações que aprendem.
A difusão de redes sociais digitais prenuncia em pleno capitalismo do conhecimento o surgimento de uma economia da colaboração, a consolidação de ações do terceiro setor e de responsabilidade social empresarial e a revalorização de ações e instituições de interesse público.
É a emergência do Capitalismo 3.0 a partir da Web 2.0. O termo, criado por Peter Barnes (eleito em 1995 o empresário socialmente responsável do ano nos EUA), coloca em primeiro plano a necessidade de mudanças sociais e econômicas para que o potencial das novas tecnologias seja melhor aproveitado.
Nem tudo ao Estado, nem dominância absoluta do mercado, ganham importância nos novos direitos associados a redes intangíveis que refletem uma inteligência cívica tão importante para cidadãos quanto para empresas e organizações sociais. O “creative commons” é o exemplo hoje mais conhecido de reforma capitalista associada ao controle social das redes digitais. Na Web 2.0 não faz sentido separar o real do digital. A competição e o mercado jamais serão os mesmos agora que o ecossistema capitalista combina territórios proprietários e não-proprietários.
O exemplo mais recente da migração para novas formas de vida digital é o Second Life, onde a Cidade do Conhecimento 2.0 lidera a criação de territórios de interesse público, sem fins lucrativos, autênticas incubadoras de projetos sociais, educacionais, ambientais, culturais e de empreendedorismo tecnológico associados à emergente semântica web.
A economia global começa a mudar seu sistema operacional. A vivência digital imersiva, marcada pela percepção não-linear, audiovisual e em profundidades e campos novos intriga pesquisadores, mercados e governos. Diante da inovação tecnológica acelerada, a única resposta possível é intensificar nossa capacidade de criar sistemas produtivos onde ocorram “pari passu” processos de crescimento e distribuição de riqueza, renda e poder.
As redes digitais, operadas como processos de construção colaborativa de conhecimento e informação, podem guardar a chave para participarmos como sociedade aberta e criativa, em condições de igualdade, nos novos mercados competitivos globais .
Gilson Schwartz e André Leme Fleury são líder e vice-líder da Cidade do Conhecimento

Fundo americano compra 10% da BM&F por R$ 1 bi

quarta-feira, fevereiro 6th, 2008

Em meio a uma guerra de liminares, a Bolsa de Mercadorias & Futuros (BM&F) aprovou ontem de manhã a venda de 10% de seu capital para a gestora americana Global Atlantic por R$ 1 bilhão. Também foi aprovada a criação da BM&F S.A., empresa aberta que terá ações listadas no Novo Mercado da Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa).
O lançamento de ações deve acontecer ainda este ano e será bilionário. Por conta das expectativas de crescimento dos negócios da BM&F, o valor de mercado da bolsa hoje está na casa dos R$ 10 bilhões, quase dez vezes seu patrimônio, de R$ 1,28 bilhão.
Patricia Hedley, vice-presidente sênior do Global Atlantic, define a gestora como um time de investidores em ações de alto desempenho e crescimento. A executiva não comenta sobre a compra dos 10% da BM&F. Mas disse ao Valor que o fundo vem atuando há quase 10 anos na América Latina ajudando as empresas de sua carteira a crescerem e se expandirem pela região. Entre elas, Patricia cita a MercadoLivre e a ProPay (empresa especializada na terceirização de serviços de recursos humanos) Na BM&F, o fundo terá que ficar com as ações por pelo menos dois anos.
Cada corretora vai vender ao fundo uma participação proporcional ao que detém na BM&F. Ou seja, o R$ 1 bilhão vai para os cofres das corretoras, que ainda vão ganhar mais alguns milhões com as vendas das ações que possuem da Bovespa, que também está em processo de abertura de capital.
Na assembléia de ontem foi definido que cada ação da BM&F tem valor de R$ 1,00. Assim, quem possui um título de corretor de mercadoria, que vale R$ 4,898 milhões, terá agora 4,898 milhões de ações. Foi justamente esta regra de conversão que quase provocou o adiamento da assembléia extraordinária, que foi realizada ontem de manhã.
Ainda na madrugada de quarta-feira, uma das quatro liminares que pedia a suspensão da reunião foi cassada pelos advogados da BM&F. A razão é que os 387 detentores dos chamados títulos de sócios efetivos estão descontentes com as regras. Este título tem valor de R$ 10 mil, que não é corrigido há mais de dez anos. Pelas regras, eles terão agora 10 mil ações, muito menos do que as outras categorias da BM&F -além do corretor de mercadorias, há o membro de compensação (R$ 4,961 milhões) e o operador especial (R$ 1,335 milhão).
Bension Coslovsky, advogado que representa um destes sócios, disse que o valor atual do título de sócio efetivo teria que estar em R$ 1,6 milhão.
Apesar da aprovação na assembléia de ontem, os sócios efetivos prometem continuar na luta pela correção do valor e pela igualdade de condições com os outros sócios da bolsa. Ontem, eles decidiram criar uma associação, que terá assembléia de constituição dia 10 de outubro. Coslovsky conta que já há adesão de 34 sócios. “Há ainda muitos outros, de outros Estados e do interior que sequer estão sabendo do que aconteceu hoje (ontem) por falta de comunicação da BM&F”, disse. Segundo o advogado, ainda há uma liminar não cassada, da 15ª Vara Civil de São Paulo que suspende os efeitos da assembléia, ou seja, tudo o que foi decidido perde o valor.
Procurada pelo Valor, a BM&F informou que está em período de silêncio por causa da abertura de capital e não pode se pronunciar. Ainda ontem, a bolsa divulgou os membros eleitos para seu conselho de administração. Entre eles, estão o economista Luiz Gonzaga Belluzzo e o ex-presidente do Banco Central, Gustavo Franco. Além disso, terá um conselho de auto-regulação, formado entre outros pelo economista Gustavo Loyola.
O processo de desmutualização da BM&F – sua transformação de sociedade fechada, sem fins lucrativos, em empresa que tem que dar resultados – começou em agosto do ano passado. Em dezembro, foi aprovado pelas corretoras. A operação foi conduzida pelo banco Rothschild, que também deu assessoria financeira para a venda dos 10%.
Os dados mais recentes da BM&F mostram que os negócios continuam crescendo. Em agosto, foram negociados 44,9 milhões de contratos, alta de 72%.

Nutriplant estréia Bovespa Mais dia 30

quarta-feira, fevereiro 6th, 2008
A companhia de fertilizantes Nutriplant colocou na rua a tão aguardada distribuição inicial de ações. A operação, a despeito do tamanho, é de grande importância para o mercado de capitais brasileiro, pois marca a estréia do Bovespa Mais, segmento de negociação criado em dezembro de 2005, mas inativo até o momento.
Trata-se de um espaço especial dedicado às empresas de menor porte, interessadas em pequenas emissões, mas, nem por isso, com menos governança. As exigências estatutárias se assemelham bastante às do Novo Mercado.
A companhia pretende obter entre R$ 29 milhões e R$ 42 milhões com uma oferta primária de ações ordinárias – que traz recursos para o caixa do negócio. O valor almejado pela companhia é aproximadamente 10% do volume médio dos lançamentos ocorridos no Novo Mercado em 2007, excluídas as duas maiores colocações (Bovespa e BM&F). Os papéis da nova empresa devem ser negociados pela primeira vez no dia 30.
Com receita líquida de R$ 18,8 milhões de abril a setembro de 2007, a Nutriplant deve ser a primeira de uma safra de empresas de pequeno porte a ingressar no Bovespa Mais. O fomento desse novo segmento de negociação da bolsa paulista contará com impulso do HSBC, coordenador líder da operação. O banco pretende atuar com força nesse mercado.
O desenvolvimento do Bovespa Mais terá também uma mãozinha da nova lei contábil, a 11.638. A legislação deixa a CVM mais confortável para revisar a instrução 202, que trata da obtenção e da manutenção do registro de companhia aberta.
Há tempos, a CVM fala em criar níveis de registro de empresa aberta, conforme o tamanho da companhia e da emissão. A revisão dessas regras está na agenda de prioridades da autarquia para este ano. Desde a reforma da Lei das Sociedades por Ações, em 2001, o regulador tem poderes para classificar as empresas em categorias diferentes, conforme os papéis emitidos (debêntures, notas promissórias, ações, entre outros). Porém, a Lei 11.638 agora torna explícito que essa segmentação também pode ser feita conforme o porte da companhia.
Assim, empresas com faturamento e patrimônio menores poderão cumprir uma rotina mais flexível de divulgação de informações financeiras, tanto na periodicidade, como no conteúdo do relatório da administração. Porém, a Nutriplant, estreante do Bovespa Mais, inaugurará o segmento sem contar com tais benefícios. (GV)