Archive for setembro 30th, 2008
Sprint estréia rede WiMAX móvel nos EUA
NOVA YORK – A Sprint Nextel estreou nesta segunda-feira (29/09), em Baltimore, a primeira rede comercial dos EUA com tecnologia WiMAX para serviços móveis.
A nova rede, apelidada de “Xohm” (pronuncia-se “zoam”), permite downloads de 2MB a 4MB por segundo, ou seja, ela é duas vezes mais rápida do que as redes de banda larga da Sprint, da Verizon Wireless, da T-Mobile USA e da AT&T.
A Xohm será ativada online pelos usuários, da mesma forma como fazem hóspedes em hotéis, quando acessam a internet por Wi-Fi.
Além dos planos mensais, que custam a partir de 30 dólares, a Sprint vai oferecer um serviço de acesso diário à rede por 10 dólares.
As próximas cidades onde será instalada a Xohm são Washington e Chicago, de acordo com o site da Sprint.
Nokia leva internet aos rincões do Brasil
Quarta-feira, 24 de setembro de 2008 – 15h31
SÃO PAULO – A Nokia Siemens começa nesta quarta-feira no Brasil um projeto piloto para levar telefonia e internet a regiões pouco ou nada atendidas por recursos de telecomunicações.
A iniciativa mundial faz parte da estratégia batizada de Village Connection e chega a dois municíipios do interior da Bahia com o nome de “Expedição Conectando o Brasil”.
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A empresa, que já promove testes na Índia e na Tanzânia, no continente africano, defende a adoção de um sistema auto-sustentável que seja fácil de implantar, de custo acessível para a população e barato para ser mantido.
Como explicou Mário Baumgarten, diretor de relações corporativas da Nokia Siemens, “a idéia é mostrar que alcançar o número de 5 bilhões de pessoas conectadas é possível”.
Hoje existem por volta de 3,5 bilhões de pessoas com algum tipo de conexão à internet em todo o planeta, onde vive um contingente de 6,5 bilhões de pessoas.
Com a iniciativa, a Nokia Siemens quer mostrar que é possível conectar 1 bilhão de pessoas de regiões carentes do globo em um período como três anos.
De acordo com o executivo, depois da África e da Índia, a empresa decidiu demonstrar sua idéia no maior país da América Latina e, por isso, trouxe-o para o Brasil.
A companhia selecionou entre 20 e 30 cidades do país que tivessem entre 3 mil e 10 mil pessoas e pouco ou nenhuma infra-estrutura de telecomunicações.
As cidades de Muniz Ferreira e de Cravolândia, ambas no interior da Bahia, foram selecionadas.
Como parceiras, a Nokia Siemens conseguiu a adesão da Oi, que obteve as licenças junto à Anatel, além da Nokia, que cedeu os aparelhos celulares, e as empresas Hughes e Intelsat, que integram a estação através do satélite.
De acordo com Baumgarten, um dos diferenciais é acomodar uma miniestação na tecnologia GSM nas dependências de uma pessoa, “sem a necessidade de construir uma infra-estrutura civil, que é um dos grandes vilões nos custos das operadoras”, explicou.
Além disso, alguém da própria localidade é escolhido para gerir o serviço, sincronizado com uma operadora, mas sem que a tele tenha de estar com toda a estrutura montada na região.
A tecnologia GSM foi escolhida, segundo ele, por ser “a mais barata que existe” hoje, diante da sua massificação mundial.
Uma antena GSM e um microcomputador, instalados no veículo itinerante, gerenciam as ligações telefônicas nos aparelhos doados pela Nokia. O satélite e uma rede IP permitem a conexão à Internet, que é feita através de alguns notebooks instalados nas escolas públicas.
PREÇOS ENTRE 2 E 4 DÓLARES
Diante da capacidade de dispêndio da população envolvida, a Nokia Siemens afirma que o preço do serviço tem de ficar entre 2 e 4 dólares mensais, que é “o que sobra no mês para os gastos em telecomunicações” entre esse público.
Ele explica que “esse é um valor médio mundial, mas ainda não há um estudo detalhado para o Brasil”, algo que eles esperam conseguir com os testes práticos.
O executivo afirma que, apesar dos pilotos organizados pela Nokia Siemens, iniciativas como essas dependem de políticas de governo porque “precisam de um certo carinho regulatório”.
Ele citou que centrais de comunicação como essas não teriam como implantar um call center, por exemplo, e que as faturas aos clientes teriam de ser muito mais simplificadas que as tradicionais.
A Nokia Siemens já expôs a idéia ao Ministério das Comunicações e à Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), mas espera que o exemplo prático do teste piloto possa gerar mais efeito.
Redução de custos motiva adoção de cloud computing
http://www.tiinside.com.br
quinta-feira, 25 de setembro de 2008, 19h42
| O cloud computing está determinado a provocar mudanças muito fortes no conceito de infra-estrutura de TI, vai quebrar paradigmas, mas ainda exige avaliações sérias sobre quais aplicações podem realmente ser tratadas dentro desse novo ambiente e quais as que devem continuar sendo processadas nos centros de processamento das empresas. Essa foi uma das tendências apontadas durante o painel “Cloud Computing – Qual o impacto nos serviços de TI e Telecom”, no 1º Seminário de Serviços Gerenciados de TI e Telecom, realizado nesta quinta-feira, 25, em São Paulo, pela revista TI INSIDE e organizado pela Converge Comunicações.
O painel reuniu cinco especialistas no assunto: José Nilo Cruz Martins, representante da divisão Google Enterprise no Brasil, Cezar Taurion, gerente de novas tecnologias da IBM, Otávio Pecego Coelho, gerente do grupo de arquitetura na Microsoft Brasil, Ricardo Chisman, líder da Accenture Technology Consulting, e Gilberto Mautner, CEO e CTO da Locaweb. “Uma das grandes preocupações dos CIOs é identificar as melhores soluções dentro da arquitetura de cloud computing para tirar o melhor proveito para seu negócio. O que as empresas querem é saber como eliminar os custos fixos e transformar isso em custo variável”, diz Chisman. A adoção da nova tecnologia, no entanto, não se dará com ampla aceitação por todos – provedores de serviços, consultorias e fabricantes de software, conforme relato apresentado por Pecego Coelho, da Microsoft. “Nós concordamos que cloud computing vai ser uma mudança muito forte no conceito de infra-estrutura de TI e o futuro dos data centers está nessa direção. Contudo, a Microsoft acha que há serviços de computação que devem estar na rede, enquanto outras aplicações estarão na categoria dos serviços que deverão ser feitos pelas empresas. No mundo corporativo, as empresas precisam saber quem realmente se responsabiliza pelo processamento sem falhas de suas aplicações”, afirma o executivo. |