Archive for the ‘Estratégias Comerciais’ Category
TIM prospecta canais para abordagem ‘porta a porta’ em São Paulo
www.teletime.com.br
| De olho sobretudo no novo filão de mercado que a classe média emergente representa, a TIM/Intelig realizará, nos próximos dias 18 e 19 de agosto, uma prospecção de novos parceiros comerciais em São Paulo. A ideia é fortalecer a abordagem “porta a porta” e simplificar ao máximo o processo de vendas de produtos de telefonia fixa e Internet móvel. Os parceiros não terão de abrir loja e contarão com suporte da operadora na seleção de áreas de atuação, fornecimento de material promocional e uniformes, além de treinamento comercial.
A TIM/Intelig vem adotando o modelo porta a porta desde junho de 2010. De lá para cá, a venda do TIM Fixo por esse canal cresceu 65%, sendo o estado de São Paulo o líder em ativações, com 52% do total comercializado somente neste mês. Segundo a operadora, a rapidez e a praticidade são outras características básicas dos serviços comercializados, uma vez que dispensam a instalação de fios e cabos e podem ser ativados no ato em que o cliente faz sua adesão. A TIM/Intelig disponibilizou também um link para a inscrição de parceiros comerciais: www.rsvpcorporativo.com.br/timintelig, além do telefone 0800 727 9121. Nova classe média A TIM parece ter saído na frente em sua política de canais para a nova classe média. A operadora passou seis meses desenvolvendo um projeto comercial para as comunidades carentes e atualmente conta com mais de 1.140 pontos de venda em 169 favelas do Grande Rio. O número de adições líquidas da TIM entre janeiro e abril de 2011 praticamente dobrou em relação ao mesmo período do ano passado, de 130 mil para 255 mil. A comunicação local nessas favelas foi customizada, com músicas de funk como fundo musical dos anúncios e divulgação e patrocínios em rádios comunitárias locais. Em São Paulo, a operadora seguiu a mesma linha e também vem obtendo bons resultados nesse mercado. |
Ford and SunPower announce deal to bundle electric cars with rooftop solar power
http://www.contracostatimes.com
By Dana Hull dhull@mercurynews.com
Electric-car makers and solar manufacturers have long known they share the same potential customers — highly educated and affluent people who are fascinated by technology and care about the environment and energy independence.
SunPower (SPWRA), Silicon Valley’s largest solar manufacturer, and Ford on Wednesday announced a partnership that is a first for the auto and solar industries. Buyers of a Ford Focus Electric, which will hit the California market later this year, will be offered a deeply discounted rooftop solar system from SunPower.
The program is designed to provide the cars’ owners the opportunity to fuel their vehicles with clean energy and have a carbon-free driving experience.
SunPower will offer a 2.5-kilowatt rooftop system, which should provide enough electricity to fuel an electric car that travels about 1,000 miles per month, for less than $10,000, after the federal tax credit. Typically, SunPower charges at least $18,000 for a system of that size.
“This is a great opportunity to take solar mainstream,” said SunPower CEO Tom Werner. “We’re thrilled to provide electric car owners with a clean source of fuel.”
The 2.5 kilowatt system, which should produce about 3,000 kilowatt hours of electricity annually, is enough to power the car, and SunPower hopes customers will add additional solar panels to cover their household energy use.
“This is a win-win for the electric grid,” said Mike Tinskey, Ford director of Global Vehicle Electrification and Infrastructure, at a press conference at SunPower’s Richmond facility, which once housed the largest Ford plant West of the Mississippi. ”
The solar panels won’t be powering the cars directly: Solar power is produced when the sun is shining, while most EV owners are expected to charge their cars overnight. So in most cases, the solar power will be fed into the electrical grid to offset the cost of the electricity used to charge the car.
Tinskey said that Ford’s market research and focus groups showed keen interest in renewable energy from potential buyers of its electric car.
“A lot of people said ‘I really like your vehicle, is there any option to power it with renewable energy?’” he said.
One criticism of electric vehicles is that they don’t always reduce emissions because more than half of the electricity in the United States is generated by coal-fired power plants. But many early adopters of electric vehicles have taken steps to make their driving experience as clean as possible.
Carl Quinn, who drives an orange Tesla Roadster, installed solar panels on the roof of his San Jose home in 2008 while he was waiting the all-electric Roadster to arrive.
“I really wanted to get away from consuming fossil fuels in general,” said Quinn, 48, a software engineer at Netflix (NFLX). “This is my contribution to being carbon free.”
Quinn said his car and his roof panels have raised his profile as a promoter of clean energy.
“The solar panels sit on the house and they work and I don’t really think about them,” said Quinn. “But my Roadster is a moving advertisement, and when I’m getting in or out of the car people always stop me. One of the first questions they ask is ‘Aren’t you burning more coal?’ and I say ‘No, I’m using solar panels.’”
Solar panels and electric vehicles have long been paired by the early adopters who can afford them. Chelsea Sexton, an electric-vehicle marketing expert who worked on GM’s EV1 in the 1990s, says that roughly half of the EV drivers from that generation eventually purchased solar panels.
“Typically, the car came first, and then people became more interested in and aware of how their power was made,” Sexton said. “Electric vehicles also drastically shorten the payback period of solar panels. So while EVs and solar each stands on its own merits, they make even more sense together.”
More than one-third of buyers of the all-electric Nissan Leaf have solar panels on their houses, and Nissan says that another 25 percent of Leaf owners plan to install solar panels within the next five years.
Last month, SolarCity announced a partnership with manufacturer ClipperCreek to provide electric vehicle chargers at SolarCity’s 24 offices nationwide.
Elon Musk, the CEO of Tesla Motors (TSLA), is an investor and chair of SolarCity.
The 2012 Ford Focus Electric, a sedan that seats five, runs exclusively on electricity. It is expected to have a range of at least 80 miles per charge. Ford will announce the price of the car later this summer, and says it will begin selling it in California later this year.
Totvs levará ERP às microempresas com venda porta a porta
http://computerworld.uol.com.br
Empresa está implantando sistema de comercialização similar ao das consultoras da Avon.
Para entrar nas microempresas, a Totvs, produtora nacional de software de gestão empresarial (ERP), deciciu adotar um modelo de venda direta parecido com o das empresas de cosméticos. Assim como as consultoras da Avon, os vendedores vão oferecer de porta a porta o software da marca voltado para esses negócios.
Os produtos que serão comercializados por esse sistema são os da Série 1, que é o Ponto de Venda Totvs (PVT), voltado exclusivamente para micros e pequenas empresas. Os vendedores vão oferecer o ERP pelo modelo de compra de licença ou software como serviço (SaaS).
A estratégia da Totvs é credenciar pequenos empreendedores que queiram representar a marca na venda porta a porta e também lojas que comercializam hardware, equipamentos e suprimentos de automação comercial. A Série 1 traz soluções para os segmentos jurídico, manufatura, serviços, varejo e saúde.
Atualmente, a produtora de software tem seis unidades próprias e 48 franquias no Brasil. O objetivo da empresa com a nova estratégia é ter, no mínimo, uma bandeira da Totvs em cada município do País no prazo de dois anos
Plug-in do Google integra Docs ao Office
http://info.abril.com.br
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SÃO PAULO – O futuro está mesmo nas nuvens. Hoje o Google anunciou sua nova ferramenta Cloud Connect, que integra gratuitamente o Google Docs com o pacote de produtividade Microsoft Office.
Isso significa que ao editar um documento no Word, este será automaticamente sincronizado com sua conta do Google Docs a cada vez que clicar em “Salvar”. O mesmo acontece ao compartilhar um documento, sem precisar se preocupar com o tipo de formato que seus destinatários podem abrir, ao enviar apenas um link para o arquivo do Google Docs.
Ao instalar a nova ferramenta, você verá uma nova barra em sua ribbon do Office, que irá fornecer um link para o documento do Google Docs que estiver trabalhando. Múltiplos usuários poderão editar o mesmo documento e então ter as mudanças sincronizadas. Mas as mudanças não acontecem em tempo real, o que pode trazer alguns conflitos de informação. Porém, ao clicar em salvar o usuário verá um alerta para escolher qual versão gostaria de salvar.
O plug-in possui suporte para o Word, PowerPoint e Excel nas versões 2003, 2007 e 2010. A nova ferramenta está disponível inicialmente para usuários corporativos, mas quem quiser pode se cadastrar para utilizar o programa, que em breve estará acessível para todos. Para quem não quiser esperar, há uma alternativa chamada Offisync, que já existe há algum tempo e que tem funções similares.
Rossi venderá imóvel porta a porta
www.valor.com.br
Imagine a cena: mulheres reunidas para comprar lingeries, de todos os tipos, cores e tamanhos. Das mais clássicas às mais ousadas. Entre um sutiã e uma calcinha – e o burburinho que esse tipo de ocasião naturalmente provoca- eis que a revendedora sugere também a compra de um outro produto: um apartamento. Sim, um apartamento. A criatividade para impulsionar a venda de imóveis chegou ao sistema porta a porta. A Rossi Residencial, sexta maior construtora em vendas e receita no ano passado, fechou uma parceria com a DeMillus, empresa líder na venda de lingerie.O projeto começou a ser desenhado há cerca de quatro meses e terá uma fase piloto no Rio de Janeiro, sede da DeMillus, onde a companhia faz 20% das suas vendas e têm 40 mil revendedoras ativas de um total de 135 mil. A Rossi, possui cerca de 1 mil unidades, distribuídas em 18 empreendimentos à venda no Estado, que representa 10% das vendas da companhia. “A capilaridade da venda direta é muito grande”, diz Rodrigo Moraes Martins, diretor do segmento econômico da Rossi. “Estamos invertendo a dinâmica e batendo na porta do cliente.”
A cliente, no caso. Quase 100% do público da DeMillus é feminino. Não seria uma venda muito direcionada? A empresa teve essa dúvida, mas chegou à conclusão que trata-se de um fator positivo. “A mulher tem um impacto muito grande na decisão de compra de um imóvel”, diz. Mulher das classes B e C. É esse o público que a DeMillus atinge e é justamente nessas famílias que a Rossi quer entrar.
O objetivo principal é vender apartamentos do segmento econômico, Minha Casa, Minha Vida e a recém-lançada Rossi Mais, marca que a empresa criou para imóveis num patamar acima do programa habitacional do governo, a partir de R$ 130 mil até R$ 250 mil, em média. “Vamos rodar o piloto por uns três meses, sentir o que acontece e só então partir para outras regiões”, diz. Com atuação nacional, a DeMillus estima faturar R$ 450 milhões este ano. Possui três fábricas e produz 130 mil peças por dia.
As revendoras não podem fazer a venda dos imóveis – por lei, o corretor precisa ser filiado ao Conselho Regional dos Corretores de Imóveis. Elas irão apresentar o cliente para a Rossi, que criou uma central de atendimentos para atender esse público. Eva Goldman, vice-presidente da DeMillus, acredita que as próprias revendedoras possam ser um alvo potencial de compra dos imóveis e, assim, um exército ainda mais poderoso na divulgação boca a boca. “A venda direta tem um vínculo emocional grande: a revendora vende para familiares e amigos e precisa confiar no produto”, diz. Para garantir a confiança, as empresas vão investir em treinamento. E, para cada imóvel vendido, a revendedora receberá R$ 500 em produtos.
Na verdade, o que a empresa procura é um canal eficiente com o menor custo possível – nesse sentido, a parceria é ideal, já que o exército de vendas está formado e ativo. Resta saber se calcinha e apartamento cabem na mesma cesta. Segundo Martins, a empresa aposta cada vez mais em iniciativas que se pagam na certeza do resultado e só faz grandes investimentos com apartamentos decorados em projetos especiais.
No final de 2009, a Rossi iniciou um trabalho de profissionalização e de recuperação das margens, que estavam abaixo da média de mercado. Saiu de uma margem líquida de 13,9% no segundo trimestre de 2009 para 16,8% no segundo trimestre deste ano. Nesse mesmo período, as despesas comerciais, que refletem diretamente no resultado, subiram 80,5%. “Queremos melhorar a margem de cada empreendimento até chegar na última linha”, diz Martins
Esse tipo de iniciativa serve para vender, principalmente, os chamados estoques – imóveis em construção ou prontos. As lojas são o formato mais comum, adotado por várias empresas. Ela tem sete. Recentemente, fez parceria com a Marinha, pela qual os oficiais recebem descontos ou produtos de linha branca. “Estamos conversando com outras instituições e grandes corporações, inclusive estudando a venda consignada”, diz.
Empresas aderem à ‘venda’ de produtos grátis no Brasil
http://economia.estadao.com.br/
Público tem a chance de experimentar produtos diversos antes mesmo de chegarem às prateleiras dos supermercados
Reuters
SÃO PAULO -
O crescente poder de compra da população brasileira motivou o surgimento de lojas que já devem ter povoado o imaginário de consumidores mais ávidos por novidades.
Nelas, o público tem a chance de experimentar produtos diversos antes mesmo de chegarem às prateleiras dos supermercados. E sem precisar abrir a carteira.
Apoiadas em experiências de sucesso em países como Japão, Estados Unidos e Austrália, duas lojas de produtos “gratuitos” se estabeleceram no Brasil nos últimos meses a fim de atender a uma necessidade das próprias empresas de bens de consumo, lançando mão do perfil participativo do consumidor brasileiro.
Do lado das empresas, pesa a favor a possibilidade de ter uma pesquisa sobre seus produtos com baixo investimento, o chamado “tryvertising”. Já os consumidores usufruem do direito de testar novos produtos em tamanho e versões originais, fugindo do conceito de pequenas amostras gratuitas.
No início de maio, dois empresários deram o pontapé ao inaugurar o Clube Amostra Grátis, em São Paulo. Com 130 empresas e cerca de 200 produtos disponíveis, o clube conta com mais de 14 mil pessoas cadastradas até o momento, se aproximando da meta de 20 mil usuários nos próximos meses.
A boa aceitação levou o Clube a planejar mais seis lojas ainda este ano em outras capitais, sendo que uma delas, em Curitiba, será aberta no final deste mês, segundo Luiz Gaeta, um dos sócios da companhia.
“Tivemos 91 por cento das pesquisas respondidas no primeiro mês… A aceitação da indústria foi muito maior do que esperávamos, o que mostra que isso pode se tornar uma tendência”, afirmou Gaeta, acrescentando que a loja tem capacidade para cerca de 120 mil clientes por mês.
Nos mesmos moldes, a Sample Central desembarcou no Brasil em junho, como uma franquia da australiana Sample Lab, instalada no Japão em 2007. Hoje, a companhia já contabiliza 25 mil usuários na capital paulista, superando a estimativa de seus criadores de 20 mil cadastrados até o final do ano. Em cinco anos, a Sample Central espera atingir cinco outras capitais brasileiras, além de prever novas lojas em São Paulo.
O gerente-geral da Sample Central, João Pedro Borges, espera uma demanda cada vez maior por esse modelo de negócios. “O ambiente da loja e todo o diferencial em relação a lojas tradicionais de varejo são atrativos para o consumidor”, disse.
Com cerca de 230 produtos disponíveis, a Sample Central está localizada perto da avenida Paulista, região central da capital, se beneficiando de um fluxo intenso de pedestres diariamente.
A curiosidade de muitos que se deparam com a fachada amarela da loja, contudo, pode ser ainda mais aguçada, dado que as visitas só podem ser realizadas após agendamento prévio via Internet.
Após a primeira visita, com um cartão magnético em mãos, o consumidor tem a liberdade de visitar a loja quantas vezes desejar, sob a condição de não poder levar para casa os produtos adquiridos em visitas anteriores.
Mas, quem espera encontrar um ambiente similar ao de um supermercado pode se surpreender. O espaço, menor, enche os olhos do visitante com cores, prateleiras forradas de lançamentos e arquitetura moderna. Para as “compras”, uma cesta com capacidade bastante superior a cinco itens aos quais cada consumidor tem direito faz as vezes do carrinho convencional.
Em ambos os casos, a empresa interessada em testar seus produtos paga pelo uso das prateleiras por 15 dias e pelo acesso ao resultado das pesquisas. No caso da Sample Central, que tem o Ibope como parceiro, o valor vai de 4.800 a 5.400 reais. N do Clube Amostra Grátis, de 6.000 a 10.000 reais.
Já o consumidor desembolsa 15 reais anuais para se tornar cliente da Sample Central, enquanto o valor da anuidade pelo Clube da Amostra Grátis é de 50 reais.
Em troca dos cinco produtos a que tem direito de escolha a cada visita às lojas, os consumidores têm 15 dias, em média, para responder as pesquisas de avaliação dos mesmos.
“O investimento (para as empresas) é muito menor do que em uma pesquisa tradicional. O resultado, em poucas semanas, é imparcial, pois o consumidor não é convidado para uma ação específica de uma única empresa”, assinalou Gaeta, do Clube Amostra Grátis.
Buscando melhor conhecer o perfil dos consumidores, empresas como Sadia, Cosan, AmBev e Grupo Bertin, e estrangeiras como Unilever e Kellogg’s, têm apostado na ferramenta como estratégia para pré-lançamento ou reformulação de produtos.
“Além de uma ferramenta de pesquisa ágil para ampliar a atuação num mercado tão competitivo, serve de laboratório para uma pesquisa maior ou para decisões que não tenham risco alto, como nova cor de rótulo ou nova embalagem”, comentou a gerente de marcas de higiene e beleza do Grupo Bertin, Lucia Rolla.
A interação com o tipo de cliente ativo, que se manifesta no caso de não aprovação de um produto após a compra, é apontada como outra vantagem do negócio.
“Essa deve ser a primeira iniciativa antes de uma expansão nacional”, aposta a gerente de produto da União, pertencente à Cosan, Daniela Bolletta, que participa da Sample Central.
A Sadia, por sua vez, quantificou um aumento maior que o esperado nas vendas do produto na Sample Central, de acordo com a gerente de marketing de conveniência da empresa, que pertence à Brasil Foods, Patrícia Cattaruzzi.
Por Vivian Pereira


