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Archive for the ‘Google’ Category

Lá vai a manada “otra veiz”….

Dias atrás escutei de um empresário de TI comentários empolgados sobre o Google – ele estava

completamente embriagado pelo slogan cafona “don’t be evil”;

fiquei pensando: o Google oferta o sistema de código aberto Android para um mercado que ele não participava,

(o.s. para celulares) ou seja, vamos bagunçar um pouco para ver o que sobra para nós – já que eles são tão bonzinhos,

porque então não abrem os algoritmos de busca de seu próprio buscador?

Acho que já assisti este filme, chama-se Microsoft: o mundo empolgado a entope de dinheiro e depois a processam

por monopólio e acúmulo de poder….

Google quer oferecer acesso à Internet via satélite para 3 bilhões de pessoas

O Google vai fazer parte de um consórcio que pretende oferecer internet via satélite a 3 bilhões de pessoas em países da África e de outros mercados emergentes, como a América Latina, segundo o “Financial Times”, que não diz se o projeto inclui o Brasil.O público-alvo do projeto, chamado de O3B Networks (os outros 3 bilhões), são pessoas para quem a internet de banda larga é muito cara. A idéia é diminuir o preço do acesso à rede em até 95%. “Isso realmente se encaixa na missão do Google no mundo em desenvolvimento”, afirmou Larry Alder, gerente de produtos no grupo de acesso alternativo da empresa de tecnologia. “Em alguns lugares da África, o custo da internet rápida é 20 vezes maior do que nos Estados Unidos.”

De acordo com o “Financial Times”, o consórcio, formado, entre outros, pelo HSBC e pelo bilionário americano John Malone, do grupo Liberty Media (que tem participação na operadora de TV via satélite Sky), vai anunciar hoje a aquisição de 16 satélites de baixa órbita –com um sinal mais forte que o dos similares comerciais– da empresa francesa Thales Alenia Space.

O negócio é considerado o pontapé inicial no projeto de US$ 750 milhões que pretende ligar antenas de telefonia celular a redes de internet de alta velocidade em uma série de países próximos da linha do Equador.

A intenção é que o projeto já esteja em funcionamento no fim de 2010. Ainda segundo o jornal, o HSBC, o Google e o bilionário americano já investiram, cada um, US$ 20 milhões e devem injetar mais de US$ 150 milhões a US$ 180 milhões.

Nos próximos meses, o consórcio, que terá sede na ilha de Jersey (no canal da Mancha), vai negociar acordos com companhias de internet e de telefonia de países emergentes da África, da América Latina, da Ásia e do Oriente Médio.

Google oferece correio de voz gratuito para sem-teto em São Francisco

Por Redação do IDG Now!

Publicada em 29 de fevereiro de 2008 às 11h51

Atualizada em 29 de fevereiro de 2008 às 11h52

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São Paulo – Empresa quer que todos os desabrigados da cidade tenham seu próprio número e correio de voz até o final do ano.

O Google anunciou na última quarta-feira (27/02) um plano para fazer parcerias com todos os abrigos de sem-teto de São Francisco, nos Estados Unidos, para oferecer números gratuitos de telefone e caixas postais para pessoas que não têm moradia na cidade.

A idéia é permitir que os sem-teto possam distribuir seus números de telefone e possam recolher suas mensagens de voz quando quiserem, segundo uma reportagem do jornal San Francisco Chronicle.

Essa facilidade permitirá que os sem-teto possam se comunicar com familiares, amigos e até potenciais empregadores.

No ano passado, o Google comprou uma startup de São Francisco, chamada Grand Central, que criou um serviço que permite direcionar todas as chamadas de diversos telefones – celular, residencial, comercial – para um único número.

O plano de prestar serviços aos sem-teto foi iniciado pela Grand Central, mas o Google planeja ampliá-lo, dando a cada desabrigado de São Francisco seu próprio número. Eles poderão resgatar suas mensagens de voz a partir de qualquer telefone e a conta nunca expira.

Até o final do ano, a empresa espera contar com a adesão de todos os abrigos de São Francisco.

Google e o Brasil

Google planeja ir além da ferramenta de busca no BrasilPor Valor Econômico – 02/01/2006 – 17:33:24SÃO PAULO – A mais popular ferramenta de busca na internet em todo o mundo já estabeleceu os planos para sua operação brasileira em 2006: ir além da busca. Pelo menos do tradicional serviço que permite localizar web sites. Cinco meses após abrir oficialmente seu escritório comercial no país, o Google fixou como meta tornar seus demais produtos conhecidos no mercado nacional – e ganhar dinheiro com eles.

Para viabilizar essa estratégia, a empresa planeja uma série de ” localizações ” – jargão empregado para o processo de adaptação de um software a outro país, incluindo a tradução para o idioma oficial – e o subseqüente lançamento de ferramentas que já fazem sucesso nos Estados Unidos. A primeira delas, que deve estrear em versão brasileira ainda em janeiro, será o Google Earth, que oferece mapas e imagens de satélite por meio dos quais o internauta consegue localizar estabelecimentos e pontos geográficos.

Outro produto que será tropicalizado em 2006 é o Local, que realiza buscas com base em dois parâmetros: o que o internauta procura e onde ele procura. Quem pesquisa opções de pizzaria, por exemplo, poderá delimitar o bairro dos estabelecimentos listados nas respostas. Essa possibilidade dá margem a uma série de outros serviços, como links para críticas gastronômicas, por exemplo. E, claro, torna o Google – que obtém quase toda a sua receita de publicidade – mais atraente para os anunciantes.

” Há 22 milhões de brasileiros acessando nosso site mensalmente, mas eles não conhecem todas as ferramentas que oferecemos ” , diz Alexandre Hohagen, diretor-geral da subsidiária nacional do Google. ” Em 2006, nosso desafio é realizar um trabalho de educação no mercado, fazendo os serviços que temos gerarem receita. Para isso, vamos investir em localização. Os produtos precisam ter a cara do Brasil. ”

O centro de pesquisa do Google para a América Latina, situado em Belo Horizonte (MG), está auxiliando nesse trabalho. Fruto da aquisição da Akwan, uma empresa brasileira que desenvolvia tecnologias de busca na internet, o centro reporta-se diretamente aos engenheiros da sede da companhia, nos EUA, mas interage com a equipe comercial que trabalha no escritório de São Paulo, sede da subsidiária nacional.

Em parte, os esforços de localização já começaram. Exemplo disso foi o lançamento do Google News, serviço que lista notícias on-line de diversas fontes, e a oferta em português do Picasa, um software para organizar e modificar fotografias e imagens. Outra novidade que ganhou uma versão para o Brasil é o Google Desktop, que facilita a pesquisa de todo o tipo de arquivos no computador do usuário.

Os dois últimos produtos são um claro exemplo da estratégia mundial do Google de transformar a web no centro da experiência de computação, retirando esse papel dos softwares que rodam nas máquinas. Essa iniciativa afeta diretamente a Microsoft, cujo sistema operacional Windows está instalado em mais de 90% dos PCs de todo o mundo. Embora também tenha uma presença forte na rede mundial por meio do portal MSN, que concorre com o Google, no mundo on-line a empresa de Bill Gates não desfruta da mesma liderança que obteve nos computadores.

Curiosamente, o Orkut – site de comunidades virtuais do Google que se tornou uma verdadeira febre no país – não faz parte dos planos de localização da companhia. Com apenas 20 mil usuários mensais nos Estados Unidos, o serviço é visitado por mais de 6 milhões de brasileiros todos os meses. ” O Orkut teve uma aceitação surpreendente no Brasil, mas ainda não conseguimos uma fórmula para obter receita com ele – e diria que isso está longe de acontecer ” , diz Hohagen.

Parte da explicação para isso é que o modelo de negócios do Google é inteiramente calcado nos chamados links patrocinados – os pequenos textos de publicidade que são exibidos ao lado das respostas listadas após uma busca -, que aparentemente ainda não se ajustaram ao Orkut.

(Ricardo Cesar | Valor Econômico )