Archive for the ‘Mobilidade’ Category
The great American freedom machine
Let’s hear it for automobiles.
They are the great American freedom machines.
They offer us enormous opportunities to go where we want, when we want. They are even more energy-efficient than the mass transit systems touted by “smart growth” advocates.
Autos dramatically expand the geographical area in which people can work, shop, eat, attend school or just enjoy themselves without the extra time needed to match public transit schedules or to walk or bike. With extra range of movement comes a huge range of extra opportunity.
It’s quite convenient to live near where you work –but why limit your choices of where and how to live and raise your family? Even if you find a place that combines a great job setting with a good place to live, is it permanent? Every year, four in 10 Americans change jobs. Those aged 18 to 34 typically change jobs nine times before they turn 35.
No other transportation mode offers the flexibility of the automobile, including the ability to separate our place of work from our place of abode and from our places of recreation.
Yet professional planners have persuaded government to sink billions into trying to push us into mass transit. Since 1970, more than half a trillion dollars have been pumped into mass transit subsidies. The result? More than 95 percent of America’s workers still drive to work.
Indeed, mass transit’s share of overall commuter miles traveled has dropped steadily for decades, until this year’s $4-a-gallon gas.
The higher prices pushing us off our roads are being hailed by some. The Washington Post editorialized that rising fuel prices are “a happy development for proponents of public transportation.” But not everyone is thrilled with the prospect of having to sacrifice our freedom of mobility because “green” politicians chose to “save the planet” by hampering our country’s ability to produce affordable energy.
By condemning Americans for our supposed addiction to automobiles, green extremists (and many in the media) try to make us feel guilty so that we’ll accept their agenda meekly. Yet Al Gore and his entourage arrived at his recent “Save the Planet” speech in air-conditioned limousines and an SUV, even after encouraging “other people” to ride bikes or take mass transit. The convenience of the automobile is so great that it outweighed the guilt for limousine liberals!
Liberals also assert that it’s cheaper to ride than to drive, a claim that depends upon perspective. Those who shift from cars to mass transit can save money for themselves (at a cost of less personal convenience), but it’s not an overall saving of money or energy. Public bus and rail systems get 75 percent of their operating costs from taxpayer subsidies, and only 25 percent from riders’ fares, so that expense is simply shifted to taxpayers when people shift to transit.Nor does transit save energy. U.S. Department of Transportation figures show that transit buses actually consume more energy (in BTUs) per passenger mile than autos do! Further, as charted by the U.S. Department of Energy, American buses average 4,650 BTUs per passenger mile, compared to only 3,702 for autos. Rail travel does slightly better, with 3,172 on average, but rail’s energy consumption figures are higher in cities due to stop-and-go nature of commuter rail.
Then there’s the congestion argument. The New York Times’ John Tierney reported, “As documented by the Texas Transportation Institute, when you take population growth into account, traffic congestion has been increasing more rapidly in the cities that haven’t been building roads. The reason for Los Angeles’ traffic morass is that it didn’t build enough freeways, incredible as that sounds.”
Roads have gone unbuilt because the “user pays” principle of transportation has been violated. Highway trust funds (your highway user taxes) have been siphoned off. Whereas other forms of transportation receive subsidies, drivers pay subsidies.
Supposedly our fuel taxes go to build and maintain roads and bridges. But for many years at least a fifth of the money has been diverted into high-priced mass transit projects, bicycle paths and tourist attractions instead. That’s a huge factor in the backlog of unbuilt and unkempt roads and highways.
Until it pays its own way, mass transit will be a parasite on the road system, worsening that system’s ill health.
The recent drop in driving is lowering fuel tax collections and generating interest in new options for highway funding. But killing the car is not a good option. Cars may evolve into vehicles that burn something other than gasoline, or are electric-powered, but personal vehicles will always serve a great purpose. Still, the smart-growth crowd would rather eradicate autos by the millions.
Can cars be improved? Absolutely. We should want to make them safer, more fuel-efficient and less polluting, so long as the vehicles also are affordable, reliable and practical. When government dictates the “improvements” rather than market forces, those mandates instead make vehicles more expensive, fragile and impractical.
Consumer demand is already generating positive change in the automotive market, as it always does. Government dictates can do more harm than good.
Trying to force everyone onto mass transit will never work. But be prepared for those who will use today’s challenges to push us in that direction – perhaps as brutally as the professional pushers who cram riders into the cars of the Tokyo subway system.
It’s time for drivers to stand up against efforts to demonize the automobile. Forcing people to use a particular mode of travel is not the American way. Life is better when you have the freedom to drive, not just find a ride or wait at bus stops.
Cidade de Campos do Jordão terá rede WMesh outdoor
Terça-feira, 07 de Novembro de 2006, 19h15
Campos do Jordão será a primeira cidade da América Latina a possuir uma rede WMesh outdoor, que permite a transmissão digital de dados e voz na faixa de freqüência de 2,4 GHz. A instalação das três antenas, que permitirão uma cobertura de 400 mil metros quadrados, será feita pela Vex, conforme contrato firmado entre as partes.
Na cidade, a instalação da rede WMesh atenderá a nova demanda criada pelos usuários de gadgets, nome dado ao público freqüente da região. A alta concentração deste perfil de consumidores e a necessidade de uma ampla cobertura contínua outdoor foram decisivas a escolha dessa tecnologia.
Para utilizar os serviços da Vex, basta que o usuário seja assinante de um provedor de internet ou de uma operadora de telecomunicações conveniada ao plano Wi-Fi da companhia. O acesso também pode ser feito no modelo pré-pago, por meio da compra de cartões.
De acordo com o presidente da Vex, Roberto Ugolini Neto, o projeto será estendido para outras cidades brasileiras nos próximos anos.
Impacto do wireless nas corporações
NWW – Por que as comunicações sem fio são cruciais para as corporações?
Mathias – A chave para qualquer negócio é a informação, e as comunicações sem fio possibilitam que você consiga tomar decisões antes de seus concorrentes. Esse é o diferencial: conseguir as informações onde e quando você precisa a tempo de tomar decisões.
Além disso, existe uma grande oferta de tecnologia a preços acessíveis, então fica claro o incentivo para que os usuários finais conheçam mais sobre a tecnologia. E uma vez que isso acontece, os gerentes de TI precisam saber disso. Chamamos isso de efeito Mac, quando as pessoas começaram a querer usar Macs para fazer seu trabalho. É a mesma coisa com o celular. Uma vez que você se torna wireless, você não volta a querer os fios. TI precisa saber disso para suportar as demandas dos usuários finais.
Os preços, por sua vez, continuarão a cair. Os adaptadores para redes locais sem fio custavam 1,4 mil dólares, hoje eles são gratuitos.
NWW – Mas o que é bom para o usuário não é necessariamente para o gerente de TI – como você gerencia tudo isso?
Mathias – Não há uma uniformidade real nesses dispositivos ainda, então não é como gerenciar uma rede cabeada. Olhando da perspectiva do help desk, por exemplo, como gerenciar o que as pessoas trazem dentro de seus celulares. Nós sugerimos que as empresas definam um ou no máximo dois modelos de celulares. Mas quem treina o treinador? Como você se mantém atualizado com tudo isso? Esse é um ponto muito significativo.
NWW – E como você decide quem na organização deve ter acesso wireless?
Mathias – Isso começa com uma política de informação, que tipo de informações a empresa possui, quem precisa acessá-las e sobre quais circunstâncias. Não há muita informação que precisa estar disponível para muitas pessoas.
O Blackberry, por exemplo, pode ser um símbolo de status, mas também pode ser uma coleira eletrônica. Uma reclamação constante que recebo é “Estou sempre conectado”. Há até uma ação judicial sobre um funcionário que trabalhou oito dias, direto, sem interrupções…acho que ele estava com seu Blackberry. Isso muda toda a relação do empregado com a empresa. Acho que em muitos casos esses dispositivos criam uma ambiente de tirania. Será que estamos criando um ambiente, que em longo prazo, acabará com a produtividade?
NWW – O que há de mais quente nas tecnologias wireless hoje?
Mathias – O assunto mais quente hoje, sem dúvida é o VoIP. Assim como estamos usando VoIP nas redes fixas, também vamos usar nas redes sem fio, não nas celulares, mas VoIP sobre Wi-Fi ou o que chamamos de VoFi. Já existe alguns produtos desses no mercado. Essa é a convergência real de voz e dados. Outro ponto é o WiMAX. Há muitas idéias erradas sobre o WiMAX ou microondas fixas. É usada para acesso à internet em áreas rurais, offshore, entre prédios, etc. A versão fixa é para acesso à internet e a versão móvel está a 20 anos de distância. Há também o USB wireless que é basicamente uma rede pessoal que você leva no bolso.
NWW – A demanda por tecnologias wireless tanto do lado dos usuários, quanto das corporações parece não ter fim atualmente. Quando isso vai terminar?
Mathias – A demanda por wireless não vai diminuir a não ser que cause tumores no cérebro. Alguma coisa eventualmente vai te matar um dia, mas provavelmente não será um celular.
Marketing Móvel
| Sexta-feira, 27 janeiro de 2006 – 17:24 | |
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Por Eduardo Prado – Smart Convergence
Há alguns anos ninguém acreditaria ser possível fazer publicidade em um aparelho celular, não é verdade? Pois é o tempo mudou e por razões muitos simples, a saber: evolução da tecnologia e massificação da telefonia móvel.
Só hoje no Brasil o número de aparelhos móveis é de 86 milhões. Com esta numerologia grandes corporações no Brasil vão querer utilizar a telefonia móvel como canal de comunicação com seus clientes ou potenciais clientes. Alguns “peso-pesados” no mundo já aderiram a esta festa, incluindo marcas como Dove, British Airways, Coca-Cola, Visa, Nike, Microsoft, Volvo, American Express, Hilton Hotéis e a agência OgilvyOne.
O celular é parte da vida do usuário e nada mais natural que várias corporações queiram entrar nesta “vida”.
Cada vez mais nos próximos anos, grandes marcas se juntarão ao Mobile Marketing ainda mais quando o serviço de localização (LBS) estiver disponível nas Operadoras de Telefonia Móvel.
Os “marqueteiros” comentam que estão particularmente excitados sobre a possibilidade de utilizar eventualmente os telefones móveis – alguns deles com serviço de localização – para enviar material publicitário baseado na localização do assinante.
Um assunto que sempre preocupa as empresas de publicidade é o retorno de investimento de suas campanhas. Veja só: quantos milhões de dólares são gastos em publicidade na televisão e o telespectador não está diante da tela?
Já o usuário de celular assinante é atingido diretamente pela propaganda. Ainda mais com uma vantagem em relação a outros canais de publicidade: o celular é interativo e você pode convidar o assinante a responder na hora e participar da sua campanha (se este for o caso).
Entre as razões para o crescente interesse das empresas nos aparelhos celulares destaca-se a alta taxa de cliques em banners nas telas dos aparelhos móveis. O “click-through” nos aparelhos móveis é de 4%, comparada com 1% na Internet.
Uma idéia que está sendo trabalhada pelas empresas de marketing e pelas Operadoras de Telefonia Móvel é ofertar incentivos aos assinantes – como redução de assinatura mensal – se o assinante concordar em receber anúncios de publicidade.
Jon Raj, vice-presidente de publicidade e mídia emergente da Visa EUA, disse recentemente que espera ver muitos formatos novos de propaganda que podem combinar texto, vídeo e LBS do aparelho celular. Olhe o que a Visa está fazendo: numa campanha que começou em setembro de 2005, os consumidores enviam um código literal de cinco caracteres para receber relatórios de previsão de tempo. Os relatórios são enviados de volta para os consumidores com um banner da Visa. Simples, não é? “Você me informa a previsão do tempo e eu deixo você colocar o logo da Visa nela”. Previsão do tempo é uma coisa dinâmica, e a localização do assinante é chave.
Não tenha dúvida: várias marcas de peso encontrarão uma maneira de alcançar um assinante e interagir diretamente com ele sem necessidade de utilizar uma ferramenta de busca da Internet. Marcas como Google e outras têm de começar a agir rápido!
Uma regra básica que deve ser seguida por todos (Operadoras e Corporações) nesta nova oportunidade: não enviar nenhum material publicitário sem autorização prévia e expressa do assinante. Esta atitude trará cada vez mais credibilidade a este novo canal de mídia.
Operadoras Móveis no Mundo
(http://en.wikipedia.org/wiki/Largest_mobile_phone_companies#World) Mobile Marketing Association (http://mmaglobal.com/)
How To Make Money With Mobile Marketing?
(http://mmaglobal.com/modules/wfsection/article.php?articleid=135) Mobile Marketing Sets Guidelines
(http://www.mediaweek.com/mw/news/interactive/article_display.jsp?vnu_content_id=1001658060) Effectiveness of Mobile Channel Additions and A Conceptual Model Detailing the Interaction of Influential Variables
(http://mmaglobal.com/modules/wfsection/article.php?articleid=131) Mobile 365 and OgilvyOne Use Mobile Element in Dove Campaign
(http://mmaglobal.com/modules/wfsection/article.php?articleid=106) Mobile – A channel not a strategy
(http://mmaglobal.com/modules/wfsection/article.php?articleid=108) Mobile Marketing (http://www.ericsson.com/ericsson/corpinfo/publications/telecomreport/archive/2005/june/index.shtml)
Marketers are hearing the ring of success by way of cell phones
(http://www.stltoday.com/stltoday/business/stories.nsf/0/EDAC33B108E6F4C5862570F500152D26?OpenDocument) Location Based Service (LBS)
(http://en.wikipedia.org/wiki/Location_based_service) Eduardo Prado é consultor de Novos Negócios e Tecnologia especializado em Wi-Fi, WiMAX, RFID, ZigBee entre outras tecnologias sem fio. Formado em Engenharia Eletrônica pela UFRJ, Prado foi um dos criadores da Cleartech, primeira clearing house privada de telecomunicações do Brasil. E-mail: eprado@uol.com.br
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Marketing Móvel
| Sexta-feira, 27 janeiro de 2006 – 17:24 | |
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Por Eduardo Prado – Smart Convergence
Há alguns anos ninguém acreditaria ser possível fazer publicidade em um aparelho celular, não é verdade? Pois é o tempo mudou e por razões muitos simples, a saber: evolução da tecnologia e massificação da telefonia móvel.
Só hoje no Brasil o número de aparelhos móveis é de 86 milhões. Com esta numerologia grandes corporações no Brasil vão querer utilizar a telefonia móvel como canal de comunicação com seus clientes ou potenciais clientes. Alguns “peso-pesados” no mundo já aderiram a esta festa, incluindo marcas como Dove, British Airways, Coca-Cola, Visa, Nike, Microsoft, Volvo, American Express, Hilton Hotéis e a agência OgilvyOne.
O celular é parte da vida do usuário e nada mais natural que várias corporações queiram entrar nesta “vida”.
Cada vez mais nos próximos anos, grandes marcas se juntarão ao Mobile Marketing ainda mais quando o serviço de localização (LBS) estiver disponível nas Operadoras de Telefonia Móvel.
Os “marqueteiros” comentam que estão particularmente excitados sobre a possibilidade de utilizar eventualmente os telefones móveis – alguns deles com serviço de localização – para enviar material publicitário baseado na localização do assinante.
Um assunto que sempre preocupa as empresas de publicidade é o retorno de investimento de suas campanhas. Veja só: quantos milhões de dólares são gastos em publicidade na televisão e o telespectador não está diante da tela?
Já o usuário de celular assinante é atingido diretamente pela propaganda. Ainda mais com uma vantagem em relação a outros canais de publicidade: o celular é interativo e você pode convidar o assinante a responder na hora e participar da sua campanha (se este for o caso).
Entre as razões para o crescente interesse das empresas nos aparelhos celulares destaca-se a alta taxa de cliques em banners nas telas dos aparelhos móveis. O “click-through” nos aparelhos móveis é de 4%, comparada com 1% na Internet.
Uma idéia que está sendo trabalhada pelas empresas de marketing e pelas Operadoras de Telefonia Móvel é ofertar incentivos aos assinantes – como redução de assinatura mensal – se o assinante concordar em receber anúncios de publicidade.
Jon Raj, vice-presidente de publicidade e mídia emergente da Visa EUA, disse recentemente que espera ver muitos formatos novos de propaganda que podem combinar texto, vídeo e LBS do aparelho celular. Olhe o que a Visa está fazendo: numa campanha que começou em setembro de 2005, os consumidores enviam um código literal de cinco caracteres para receber relatórios de previsão de tempo. Os relatórios são enviados de volta para os consumidores com um banner da Visa. Simples, não é? “Você me informa a previsão do tempo e eu deixo você colocar o logo da Visa nela”. Previsão do tempo é uma coisa dinâmica, e a localização do assinante é chave.
Não tenha dúvida: várias marcas de peso encontrarão uma maneira de alcançar um assinante e interagir diretamente com ele sem necessidade de utilizar uma ferramenta de busca da Internet. Marcas como Google e outras têm de começar a agir rápido!
Uma regra básica que deve ser seguida por todos (Operadoras e Corporações) nesta nova oportunidade: não enviar nenhum material publicitário sem autorização prévia e expressa do assinante. Esta atitude trará cada vez mais credibilidade a este novo canal de mídia.
Operadoras Móveis no Mundo
(http://en.wikipedia.org/wiki/Largest_mobile_phone_companies#World) Mobile Marketing Association (http://mmaglobal.com/)
How To Make Money With Mobile Marketing?
(http://mmaglobal.com/modules/wfsection/article.php?articleid=135) Mobile Marketing Sets Guidelines
(http://www.mediaweek.com/mw/news/interactive/article_display.jsp?vnu_content_id=1001658060) Effectiveness of Mobile Channel Additions and A Conceptual Model Detailing the Interaction of Influential Variables
(http://mmaglobal.com/modules/wfsection/article.php?articleid=131) Mobile 365 and OgilvyOne Use Mobile Element in Dove Campaign
(http://mmaglobal.com/modules/wfsection/article.php?articleid=106) Mobile – A channel not a strategy
(http://mmaglobal.com/modules/wfsection/article.php?articleid=108) Mobile Marketing (http://www.ericsson.com/ericsson/corpinfo/publications/telecomreport/archive/2005/june/index.shtml)
Marketers are hearing the ring of success by way of cell phones
(http://www.stltoday.com/stltoday/business/stories.nsf/0/EDAC33B108E6F4C5862570F500152D26?OpenDocument) Location Based Service (LBS)
(http://en.wikipedia.org/wiki/Location_based_service) Eduardo Prado é consultor de Novos Negócios e Tecnologia especializado em Wi-Fi, WiMAX, RFID, ZigBee entre outras tecnologias sem fio. Formado em Engenharia Eletrônica pela UFRJ, Prado foi um dos criadores da Cleartech, primeira clearing house privada de telecomunicações do Brasil. E-mail: eprado@uol.com.br
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Notebooks X Computadores de Mão
Martins Atacadista reduz custo com uso de handhelds
Segunda-feira, 23 de Janeiro de 2006, 17h52
O Grupo Martins, um dos maiores distribuidores da América Latina, concluiu em dezembro a segunda fase do projeto de substituição total dos notebooks utilizados por seus cinco mil vendedores por hand-helds, que vai proporcionar uma redução estimada de 70% nos gastos com manutenção dos aparelhos.
A troca – que demandou um investimento total de R$ 13,5 milhões nos últimos três anos – encerrou com investimentos do Grupo em tecnologia, que foi da ordem de R$ 40 milhões.
O diretor de tecnologia da empresa, Flávio Borges Martins, afirma ainda que além de visar à diminuição dos gastos com manutenção, o projeto está sendo realizado com o objetivo de trazer uma agilidade ainda maior ao trabalho da força de vendas.
“Como o índice de quebra chega a ser cinco vezes menor, utilizando hand-helds os nossos colaboradores não perdem tempo com questões técnicas ou até mesmo de outra natureza, como roubos, tendo em vista que notebooks são muito mais visados”, explica.
Segundo ele, pesquisas demonstram que a proporção dos índices de roubo dos dois aparelhos é de três para um. Além disso, a diferença na duração da bateria de cada um é considerável. Enquanto a bateria de um notebook dura cerca de quatro horas, a de um hand-held funciona até quatorze horas.
A terceira e conclusiva fase do projeto será realizada até maio, quando praticamente 100% da força de vendas do Grupo Martins contará com hand-helds para desenvolver o trabalho de campo.
A automação da força de vendas do Grupo Martins foi iniciada no final da década de 80 com a aquisição de notebooks, equipamentos muito pouco utilizados naquela época.
“Foi um processo necessário para a continuidade dos negócios do grupo. Para se ter uma idéia, hoje a força de vendas do grupo precisa enviar pedidos e atender a 230 mil clientes espalhados por todo o País”, comenta o diretor de Tecnologia. Ele enfatiza ainda que a base de dados de itens vendidos do grupo cresce o equivalente a 195 mil registros todos os dias. Da Redação