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	<title>IdeasFlow.net &#187; Redes Sociais</title>
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	<description>Clipping pessoal de Luiz Fernando Thomé</description>
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		<title>Corretora adota rede social corporativa e abandona intranet</title>
		<link>http://ideasflow.net/2009/10/29/corretora-adota-rede-social-corporativa-e-abandona-intranet/</link>
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		<pubDate>Thu, 29 Oct 2009 11:45:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>lft</dc:creator>
				<category><![CDATA[Redes Sociais]]></category>

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		<description><![CDATA[http://computerworld.uol.com.br Com mais de 430 escritórios espalhados pelos Estados Unidos, a empresa de corretagem e investimentos online Scottrade, optou por uma forma ainda pouco convencional de comunicação e troca de informações entre seus funcionários. Após perceber que sua intranet não suportava mais o volume crescente de informações – as quais tinham passado de 150 para [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>http://computerworld.uol.com.br</p>
<p>Com mais de 430 escritórios espalhados pelos Estados Unidos, a empresa de corretagem e investimentos online <a href="http://www.scottrade.com/">Scottrade</a>, optou por uma forma ainda pouco convencional de comunicação e troca de informações entre seus funcionários. Após perceber que sua <a href="http://cio.uol.com.br/gestao/2009/05/12/transforme-a-intranet-em-uma-poderosa-ferramenta-de-comunicacao/">intranet</a> não suportava mais o volume crescente de informações – as quais tinham passado de 150 para 31 mil arquivos em cinco anos –, a empresa migrou essa plataforma para uma <a href="http://cio.uol.com.br/gestao/2009/09/02/caso-de-sucesso-procter-gamble-implementa-rede-social/">rede social corporativa</a>.</p>
<p>O projeto começou a ser desenhado no início de 2008. Na época, a Scottrade buscava uma modernização da intranet, com o intuito de automatizar processos. A diretora de arquitetura de negócios da companhia, Tracie Gildehaus, conta que a atualização de um documento, por exemplo, representava algo muito trabalhoso. Na prática, os usuários mandavam as mudanças para a equipe de Tracie, composta por quatro profissionais, realizar as alterações. E, por conta de uma alta demanda, isso demorava, em média, três dias.</p>
<p>Ainda segundo a diretora, por conta do rápido crescimento da intranet, outro problema era encontrar as informações necessárias na rede. Como resultado, os funcionários pediam que a TI desenvolvesse <a href="http://cio.uol.com.br/gestao/2009/10/23/desafios-de-privacidade-que-a-web-2-0-impoe-aos-cios/">blogs</a> ou outras ferramentas que facilitassem um relacionamento mais próximo entre os profissionais, com o intuito de compartilhar conhecimentos.</p>
<p><strong>Projeto democrático</strong></p>
<p>Com base nesse cenário, Tracie, em conjunto com o CIO da Scottrade, Ian Patterson, decidiram transformar a intranet em uma rede social. Para tanto, um dos primeiros passos tomados por eles foi convidar 30 funcionários – de diversas idades, departamentos e funções – para uma reunião. Durante esse encontro, os profissionais foram separados em grupos de três pessoas e cada  equipe recebeu 150 cartões, nos quais tinham de anotar uma aplicação ou informação importante que estava armazenada na intranet.</p>
<p>A partir dos dados escritos nos cartões, cada grupo apresentou sua ideia de como as informações deveriam estar organizadas e apresentadas na nova rede interna. E, depois de toda a exposição de ideias, as equipes chegaram a um consenso de como seria um desenho ideal para a rede social.</p>
<p>Outra etapa do projeto envolveu a escolha do fornecedor (a Oracle) da plataforma que suportou o projeto. E, assim como na fase anterior, Tracie convidou diversas empresas a apresentar seus produtos e deixou que os 30 funcionários votassem em qual das soluções atendia melhor suas necessidades.</p>
<p>A rede social corporativa da Scottrade, que começou a ser desenvolvida em janeiro de 2008, inclui uma variedade de ferramentas. Entre as principais, estão blogs dos usuários e uma plataforma <a href="http://cio.uol.com.br/tecnologia/2008/10/03/uma-boa-intranet-comeca-com-uma-wiki/">wiki </a>que fornece uma enciclopédia de termos e documentos que podem ser atualizados pelos próprios usuários. Além disso, existe uma página de cada departamento no estilo do Facebook, na qual as pessoas podem contar no que estão trabalhando, bem como conseguem se conectar a outros profissionais. A empresa utiliza também essa área para atualizar as equipes sobre dados e políticas corporativas, procedimentos e oferecer material de treinamento.</p>
<p>Ao todo, o projeto consumiu nove meses de trabalho da equipe de TI e de arquitetura de negócios. Mas no dia em que a ferramenta foi ao ar, 90% dos profissionais da companhia já começaram a acessá-la. Tracie atribui esse sucesso a uma agressiva estratégia de comunicação.</p>
<p>Para mostrar os benefícios e ensinar os usuários a utilizar as ferramentas disponíveis na rede social, antes do lançamento da nova plataforma, foram criados diversos vídeos demonstrativos, os quais eram apresentados por uma personagem virtual (avatar) chamada Scottina, ainda na intranet antiga.</p>
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		<title>MySpace vai funcionar dentro de outros sites</title>
		<link>http://ideasflow.net/2009/03/18/myspace-vai-funcionar-dentro-de-outros-sites/</link>
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		<pubDate>Wed, 18 Mar 2009 23:27:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>lft</dc:creator>
				<category><![CDATA[Redes Sociais]]></category>

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		<description><![CDATA[MySpace e Yahoo! numa tela só: parceria dá fôlego a OpenID Felipe Zmoginski, de INFO Online Quarta-feira, 18 de março de 2009 &#8211; 17h07 SÃO PAULO &#8211; O MySpace estreou novas funcionalidades para sua tecnologia MySpaceID que, na prática, permitem ao usuário carregar seu perfil e dados publicados na rede social dentro de sites de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="MySpace vai funcionar dentro de outros sites" src="http://info.abril.com.br/aberto/infonews/fotos/yahoo-20090318174721.jpg" alt="MySpace vai funcionar dentro de outros sites" /></p>
<div><span style="font-family: verdana; color: #333333; font-size: xx-small;"><strong>MySpace e Yahoo! numa tela só: parceria dá fôlego a OpenID</strong></span></div>
<p><span id="divAssina"><span style="font-family: Arial; color: #000080; font-size: x-small;"><a href="http://info.abril.com.br/aberto/infonews/tags/felipe_zmoginski1.shtml">Felipe Zmoginski, de INFO Online</a></span></span> <span class="entry-data">Quarta-feira, 18 de março de 2009 &#8211; 17h07</span></p>
<p>SÃO PAULO &#8211; O MySpace estreou novas funcionalidades para sua tecnologia MySpaceID que, na prática, permitem ao usuário carregar seu perfil e dados publicados na rede social dentro de sites de terceiros.</p>
<p>O MySpaceID é uma espécie de login universal que funciona nos termos propostos pela<a href="http://openid.net/"> aliança OpenID</a>, tornando um único login suficiente para carregar vários serviços pessoais na web.</p>
<p>Com o novo recurso, será possível, por exemplo, fazer um login na home page do Yahoo! (ou qualquer outro site compatível) e carregar nessa página dados do perfil do usuário, visualizar fotos de amigos e ver contatos online entre, outras possibilidades.</p>
<p>A ideia é que a tecnologia leve a rede social para vários outros sites de parceiros compatíveis com a plataforma OpenID.</p>
<p>A novidade foi apresentada pelo MySpace na <a href="http://sxsw.com/">feira SXSW</a>, que acontece até dia 22 nos Estados Unidos. Sites terceiros compatíveis com OpenID poderão explorar a tecnologia e permitir que seus usuários vejam o MySpace dentro de seus serviços, importem informações como dados pessoais e fotos da rede social ou simplesmente exibam um feed com as últimas atualizações do usuário na rede.</p>
<p>O MySpaceID foi apresentado dias após o rival <a href="http://info.abril.com.br/aberto/infonews/032009/16032009-34.shl">Facebook apresentar uma tecnologia similar</a>, o Facebook Connect, que permite enviar conteúdos produzidos em outros sites para a rede social e exibir dados do Facebook em sites terceiros.</p>
<p>Uma diferença fundamental entre a proposta do MySpace e de seu rival Facebook é que a tecnologia do primeiro é aberta e do segundo proprietária. O recurso do Facebook, além disso, é mais voltado para smartphones e a maiorida das aplicações atualmente compatíveis com o Connect foram desenvolvidas para o iPhone.</p>
<p>Facebook e MySpace disputam a liderança global das redes sociais, com vantagem para o Facebook. Já a rede mais popular no Brasil, o orkut, se afasta dos líderes globais tanto em número de usuários quanto no ritmo de inovações e novos recursos.</p>
<p>Inicialmente, a nova funcionalidade do MySpace ID vai funcionar apenas para contas criadas nos Estados Unidos, Índia, França e Reino Unido.</p>
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		<title>IBM lança software como serviço com recursos de redes sociais</title>
		<link>http://ideasflow.net/2008/10/06/ibm-lanca-software-como-servico-com-recursos-de-redes-sociais/</link>
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		<pubDate>Mon, 06 Oct 2008 21:52:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>lft</dc:creator>
				<category><![CDATA[Redes Sociais]]></category>

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		<description><![CDATA[idgnow.uol.com.br Framingham &#8211; Integração entre comunicador instantâneo, criação de perfis e comunidades de usuários é a mistura que forma o SaaS Bluehouse. A IBM anunciou, nesta segunda-feira (06/10), o software como serviço (SaaS) Bluehouse, que mescla os recursos de redes sociais com ferramentas de colaboração para empresas. O Bluehouse combina um comunicador instantâneo, compartilhamento de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="olho">idgnow.uol.com.br</p>
<p>Framingham &#8211; Integração entre comunicador instantâneo, criação de perfis e comunidades de usuários é a mistura que forma o SaaS Bluehouse.</p>
<p class="texto">A IBM anunciou, nesta segunda-feira (06/10), o software como serviço (SaaS) <span class="link-external"><a href="http://bluehouse.lotus.com/" target="_blank">Bluehouse</a></span>, que mescla os recursos de redes sociais com ferramentas de colaboração para empresas.</p>
<p>O Bluehouse combina um comunicador instantâneo, compartilhamento de arquivos, perfis de usuários, conferências online, diretório e ferramentas para criar comunidades sociais de negócios. Tudo isso será oferecido por meio de <a href="http://idgnow.uol.com.br/computacao_corporativa/2008/08/13/cloud-computing-entenda-este-novo-modelo-de-computacao/">cloud computing</a>.</p>
<p>Segundo o vice-presidente de serviços online de colaboração da IBM, Sean Poulley, o Bluehouse permitirá que as pessoas criem um espaço colaborativo rapidamemente, assim como no Facebook. “Mas diferente dele, será possível incluir controles de privacidade e outras características que as empresas exigem”, diz.</p>
<p>Durante alguns meses, no período de beta público, o serviço será gratuito. A IBM ainda não forneceu os valores de inscrição no Bluehouse.
</p>
<p class="font">Patrick Thibodeau, editor do Computerworld, de Framingham</p>
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		<title>BuscaPé lança guia de compras colaborativo baseado em plataforma da Wikipédia</title>
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		<pubDate>Tue, 19 Feb 2008 13:53:22 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Redes Sociais]]></category>

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		<description><![CDATA[Quinta-feira, 31 de Janeiro de 2008, 21h10 O site de comparação de preços BuscaPé (www.buscape.com) anunciou nesta quinta-feira (31/1) o lançamento do serviço de pesquisa de produtos Wiki2Buy. Trata-se de um guia de compras colaborativo desenvolvido com o uso do MediaWiki, a mesma plataforma da Wikipédia, em que todos podem contribuir, criando e editando artigos. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span class="Titulos"></span><br />
<span class="datas">Quinta-feira, 31 de Janeiro de 2008, 21h10</span></p>
<p>O site de comparação de preços BuscaPé (www.buscape.com) anunciou nesta quinta-feira (31/1) o lançamento do serviço de pesquisa de produtos Wiki2Buy. Trata-se de um guia de compras colaborativo desenvolvido com o uso do MediaWiki, a mesma plataforma da Wikipédia, em que todos podem contribuir, criando e editando artigos. No caso do Wiki2Buy, o conteúdo é especifico sobre produtos, serviços, empresas e tudo que seja relacionado a tomada de decisão de compra.</p>
<p>“Com essa nova iniciativa, queremos permitir a troca livre de informações sobre produtos entre todos os consumidores”, afirma Romero Rodrigues, fundador e presidente do BuscaPé.com. “Essa colaboração permite a criação de um conteúdo vivo sobre decisão de compra. Quanto mais consumidores participam, mais as informações se tornam precisas, atualizadas e úteis”, conclui.</p>
<p>O Wiki2Buy também traz informações sobre lojas e empresas, por isso, ele funciona também como um fórum de discussão sobre a reputação de lojas e a qualidade de seus serviços sobre os quais todos podem escrever e contribuir. <span class="assinatura"> Da Redação.</span></p>
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		<title>A hora e a vez das novas redes sociais ditarem as regras</title>
		<link>http://ideasflow.net/2008/02/06/a-hora-e-a-vez-das-novas-redes-sociais-ditarem-as-regras/</link>
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		<pubDate>Wed, 06 Feb 2008 16:58:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>lft</dc:creator>
				<category><![CDATA[Redes Sociais]]></category>

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		<description><![CDATA[Os processos de construção colaborativa de conhecimento tornaram-se moda nos últimos anos, com a expansão da internet, mas é preciso tornar mais clara a novidade: trata-se da evolução do modelo &#8220;um para muitos&#8221; (MIT) para um modelo &#8220;muitos para muitos&#8221; (Wikiuniversity) no âmbito da própria internet. Essa é a novidade central do que se convencionou [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<table width="470" cellspacing="0" cellpadding="0" border="0">
<tr>
<td>Os processos de construção colaborativa de conhecimento tornaram-se moda nos últimos anos, com a expansão da internet, mas é preciso tornar mais clara a novidade: trata-se da evolução do modelo &#8220;um para muitos&#8221; (MIT) para um modelo &#8220;muitos para muitos&#8221; (Wikiuniversity) no âmbito da própria internet. Essa é a novidade central do que se convencionou chamar de web 2.0.</td>
</tr>
</table>
<table width="470" cellspacing="0" cellpadding="0" border="0">
<tr>
<td>A importância do conhecimento apenas relativamente estruturado, como o que se produz continuamente em cursos de complementação, MBAs e outras formas de estudo do tipo &#8220;pós- graduação&#8221; nas empresas precisa ser urgentemente reconhecida, medida e premiada.</td>
</tr>
</table>
<table width="470" cellspacing="0" cellpadding="0" border="0">
<tr>
<td>No entanto, enquanto a maioria da instituições ditas &#8220;acadêmicas&#8221; não reconhece e não incentiva este tipo de abordagem, surgem ambientes virtuais onde os trabalhadores de uma instituição compartilham conhecimentos para desenvolver soluções capazes de resolver problemas específicos de outras organizações.</td>
</tr>
</table>
<table width="470" cellspacing="0" cellpadding="0" border="0">
<tr>
<td>O grau de &#8220;disclosure&#8221;, ou seja, de compartilhamento, obviamente varia de empresa para empresa, de organização para organização, de pessoa para pessoa. Essa disposição e as competências para a inovação aberta tornaram-se um aspecto essencial, talvez o mais crítico, no desenho das estratégias tecnológicas nos modelos de negócios contemporâneos.</td>
</tr>
</table>
<table width="470" cellspacing="0" cellpadding="0" border="0">
<tr>
<td>Cada vez mais, o grau de abertura para as redes sociais pode ser decisivo para a riqueza dos sistemas empresariais e produtivos. Essa é a lição estampada tanto em projetos projetos mais &#8220;sérios&#8221; ou profissionalizantes de conexão aberta entre indivíduos e organizações (como a Cidade do Conhecimento da USP e redes profissionais globais como &#8220;Linked In&#8221;) quanto em espaços desenhados com foco no entretenimento ou auto-ajuda (como Orkut e outras redes juvenis, de orientação sexual ou solidariedade e demais serviços sociais).</td>
</tr>
</table>
<table width="470" cellspacing="0" cellpadding="0" border="0">
<tr>
<td>A &#8220;educação à distância&#8221; já foi apontada como uma das grandes promessas da internet. Hoje, manchetes de jornais mostram estudantes revoltados com o uso por mantenedoras de sistemas de informação para reduzir custos, rebaixar o nível do ensino e ampliar a receita com mensalidades e outras taxas. A verdade é que pouco mudou, ainda, no ensino e na aprendizagem, apesar da rápida difusão da internet 1.0.</td>
</tr>
</table>
<table width="470" cellspacing="0" cellpadding="0" border="0">
<tr>
<td>Professores e alunos encontram-se nas salas de aula, onde as dinâmicas de ensino e aprendizagem permanecem iguais às de antigamente. Novas possibilidades de educação a distância têm sido experimentadas, é verdade; porém, grande parte das iniciativas elaboradas são pontuais, ou seja, desenvolvidas em contextos específicos e sem possibilidade de serem replicadas em outros ambientes. Mais importante, até hoje não existem métricas capazes de comparar as iniciativas entre diferentes instituições de ensino ou empresas que funcionam como organizações que aprendem.</td>
</tr>
</table>
<table width="470" cellspacing="0" cellpadding="0" border="0">
<tr>
<td>A difusão de redes sociais digitais prenuncia em pleno capitalismo do conhecimento o surgimento de uma economia da colaboração, a consolidação de ações do terceiro setor e de responsabilidade social empresarial e a revalorização de ações e instituições de interesse público.</td>
</tr>
</table>
<table width="470" cellspacing="0" cellpadding="0" border="0">
<tr>
<td>É a emergência do Capitalismo 3.0 a partir da Web 2.0. O termo, criado por Peter Barnes (eleito em 1995 o empresário socialmente responsável do ano nos EUA), coloca em primeiro plano a necessidade de mudanças sociais e econômicas para que o potencial das novas tecnologias seja melhor aproveitado.</td>
</tr>
</table>
<table width="470" cellspacing="0" cellpadding="0" border="0">
<tr>
<td>Nem tudo ao Estado, nem dominância absoluta do mercado, ganham importância nos novos direitos associados a redes intangíveis que refletem uma inteligência cívica tão importante para cidadãos quanto para empresas e organizações sociais. O &#8220;creative commons&#8221; é o exemplo hoje mais conhecido de reforma capitalista associada ao controle social das redes digitais. Na Web 2.0 não faz sentido separar o real do digital. A competição e o mercado jamais serão os mesmos agora que o ecossistema capitalista combina territórios proprietários e não-proprietários.</td>
</tr>
</table>
<table width="470" cellspacing="0" cellpadding="0" border="0">
<tr>
<td>O exemplo mais recente da migração para novas formas de vida digital é o Second Life, onde a Cidade do Conhecimento 2.0 lidera a criação de territórios de interesse público, sem fins lucrativos, autênticas incubadoras de projetos sociais, educacionais, ambientais, culturais e de empreendedorismo tecnológico associados à emergente semântica web.</td>
</tr>
</table>
<table width="470" cellspacing="0" cellpadding="0" border="0">
<tr>
<td>A economia global começa a mudar seu sistema operacional. A vivência digital imersiva, marcada pela percepção não-linear, audiovisual e em profundidades e campos novos intriga pesquisadores, mercados e governos. Diante da inovação tecnológica acelerada, a única resposta possível é intensificar nossa capacidade de criar sistemas produtivos onde ocorram &#8220;pari passu&#8221; processos de crescimento e distribuição de riqueza, renda e poder.</td>
</tr>
</table>
<table width="470" cellspacing="0" cellpadding="0" border="0">
<tr>
<td>As redes digitais, operadas como processos de construção colaborativa de conhecimento e informação, podem guardar a chave para participarmos como sociedade aberta e criativa, em condições de igualdade, nos novos mercados competitivos globais .</td>
</tr>
</table>
<table width="470" cellspacing="0" cellpadding="0" border="0">
<tr>
<td><strong>Gilson Schwartz e André Leme Fleury são líder e vice-líder da Cidade do Conhecimento  </strong></td>
</tr>
</table>
<p><!-- Informações do Colunista --></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Fundador do LinkedIn mostra seu toque de Midas</title>
		<link>http://ideasflow.net/2008/01/28/fundador-do-linkedin-mostra-seu-toque-de-midas/</link>
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		<pubDate>Mon, 28 Jan 2008 12:30:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>lft</dc:creator>
				<category><![CDATA[Redes Sociais]]></category>

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		<description><![CDATA[Poucos empreendedores da internet realmente fazem o que pregam de forma tão devotada quanto Reid Hoffman, co-fundador da LinkedIn, cujos negócios giram em torno de sua crença de que a boa sorte emana dos bons relacionamentos. Hoffman, de 40 anos, colocou o princípio para funcionar explorando sua própria e vasta rede de conexões no Vale [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Poucos empreendedores da internet realmente fazem o que pregam de forma tão devotada quanto Reid Hoffman, co-fundador da LinkedIn, cujos negócios giram em torno de sua crença de que a boa sorte emana dos bons relacionamentos. Hoffman, de 40 anos, colocou o princípio para funcionar explorando sua própria e vasta rede de conexões no Vale do Silício, para tirar a sorte grande na internet uma vez atrás da outra.</p>
<table width="470" cellspacing="0" cellpadding="0" border="0">
<tr>
<td>Um colega da universidade levou Hoffman ao (serviço de pagamentos on-line) PayPal e a seu primeiro golpe de sorte, quando o eBay comprou a empresa por US$ 1,5 bilhão, em 2002. Desde então, tornou-se ainda mais rico, investindo em outras companhias iniciantes da internet, que descobria por meio de amigos e ex-companheiros de trabalho.</td>
</tr>
</table>
<table width="470" cellspacing="0" cellpadding="0" border="0">
<tr>
<td>Ao longo do caminho, Hoffman também usou parte dos recursos obtidos com o PayPal para ajudar a lançar o site LinkedIn, uma rede de relacionamentos de negócios na internet, que ajuda profissionais como ele a materializar o valor de seus contatos do passado e presente.</td>
</tr>
</table>
<table width="470" cellspacing="0" cellpadding="0" border="0">
<tr>
<td>Com mais de 1 milhão de pessoas juntando-se à rede mensalmente e uma receita projetada entre US$ 75 milhões e US$ 100 milhões neste ano, a empresa parece ser outra atividade de grande retorno para Hoffman. &#8220;O LinkedIn é uma grande expressão de que Reid é&#8221;, observa John Lilly, executivo-chefe da Mozilla, criadora do programa de navegação na internet Firefox, da qual Hoffman é um dos integrantes do conselho de administração. A empresa &#8220;é realmente seu cérebro na web&#8221;.</td>
</tr>
</table>
<table width="470" cellspacing="0" cellpadding="0" border="0">
<tr>
<td>O LinkedIn tenta ajudar pessoas que se conheceram em algum lugar a encontrar mais facilmente outras pessoas que possam ajudar em suas carreiras. Por exemplo, se Mary e Bob integram a rede de Fred, então Mary pode pedir a Fred referências sobre Bob, que pode decidir se gostaria de passar a relacionar-se com Mary.</td>
</tr>
</table>
<table width="470" cellspacing="0" cellpadding="0" border="0">
<tr>
<td>O foco do LinkedIn em redes profissionais o distingue de redes de recreio social como MySpace, da News Corp., e Facebook, nas quais os usuários são encorajados a compartilhar suas vidas pessoais inserindo fotos e preferências, como suas bandas favoritas. Embora possa não soar muito divertido, o LinkedIn parece prosperar. Cerca de 18 milhões de pessoas têm seus perfis no site, quase o dobro de um ano atrás.</td>
</tr>
</table>
<table width="470" cellspacing="0" cellpadding="0" border="0">
<tr>
<td>Hoffman, que continua como presidente do conselho de administração e maior acionista do LinkedIn cinco anos após sua fundação, afirma que a empresa provavelmente vai entrar com o pedido para uma oferta pública inicial de ações antes de 2010. Isso caso ele não se sinta tentado a vendê-la a algum dos que vêm sondando o negócio. Hoffman não diz quem são esses interessados. &#8220;Sei que valeremos muito mais em um ou dois anos&#8221;, afirma o empresário. &#8220;Tivemos conversas (sobre a aquisição) com todos os suspeitos habituais, mas acredito que uma oferta pública inicial de ações é, de longe, o desenlace mais provável.&#8221;</td>
</tr>
</table>
<table width="470" cellspacing="0" cellpadding="0" border="0">
<tr>
<td>O LinkedIn, contudo, tem seus detratores, que o vêem como pouco mais que uma ferramenta para caçadores de emprego e recrutadores de funcionários, uma versão ligeiramente diferente dos serviços de classificados de emprego, como o Monster.com ou o HotJobs, do Yahoo. Além de vender anúncios, o site recebe o pagamento de recrutadores e de outros que desejam acesso mais amplo aos seus membros.</td>
</tr>
</table>
<table width="470" cellspacing="0" cellpadding="0" border="0">
<tr>
<td>Embora não seja tão áspero, Keith Rabois, ex-executivo do LinkedIn, acredita que Hoffman teria de buscar a oferta de ações o quanto antes possível, para criar uma agitação maior sobre o serviço. &#8220;Neste momento, o LinkedIn não parece estar no centro do universo da internet e uma oferta pública inicial de ações seria uma oportunidade fantástica de marketing&#8221;, afirma Rabois, que deixou a LinkedIn no ano passado para juntar-se a outra empresa iniciante de alto crescimento, a Slide.</td>
</tr>
</table>
<table width="470" cellspacing="0" cellpadding="0" border="0">
<tr>
<td>Até agora, o LinkedIn não gerou o mesmo alvoroço que o Facebook, que vem atraindo vários de seus usuários. Com 60 milhões de usuários, o Facebook, de capital privado, ostenta um valor de mercado de US$ 15 bilhões e deu sinais de que irá atrás de uma oferta pública inicial de ações em 2009 ou 2010.</td>
</tr>
</table>
<table width="470" cellspacing="0" cellpadding="0" border="0">
<tr>
<td>Hoffman, por acaso, também possui participação no Facebook, comprovando seu talento especial para identificar oportunidades promissoras na internet em seus estágios iniciais. &#8220;É como se ele fosse capaz de olhar para a internet e descobrir como todas as peças se encaixam&#8221;, comenta Mark Kvamme, sócio da empresa de participações Sequoia Capital e membro do conselho de administração do LinkedIn.</td>
</tr>
</table>
<table width="470" cellspacing="0" cellpadding="0" border="0">
<tr>
<td>Embora possa trazer o que seria o maior retorno de investimento de Hoffman, o Facebook também ameaça tornar-se uma pedra no sapato, se reduzir o tempo que as pessoas gastam no LinkedIn.</td>
</tr>
</table>
<table width="470" cellspacing="0" cellpadding="0" border="0">
<tr>
<td>Para contra-atacar, nos últimos meses o LinkedIn passou a adotar funções mais parecidas com as do Facebook. As mudanças permitiram aos usuários exibir fotos ao lado de seus perfis pessoais e abriram o site para que pessoas de fora pudessem inserir pequenos aplicativos de software, conhecidos com &#8220;widgets&#8221;, idealizados para ajudar pessoas com conexões comuns a compartilhar informações.</td>
</tr>
</table>
<table width="470" cellspacing="0" cellpadding="0" border="0">
<tr>
<td>Apesar das imitações, Hoffman insiste que não está preocupado com o Facebook, que ele considera muito casual e superficial para as ambições dos profissionais que usam o LinkedIn.</td>
</tr>
</table>
<table width="470" cellspacing="0" cellpadding="0" border="0">
<tr>
<td>Hoffman credita os investimentos de sucesso a suas próprias conexões. &#8220;Toda vez que há pessoas realmente boas envolvidas com um produto potencialmente bom, eu penso que provavelmente deveria entrar com pelo menos um pouco de dinheiro, caso tenha a chance&#8221;, diz.</td>
</tr>
</table>
<table width="470" cellspacing="0" cellpadding="0" border="0">
<tr>
<td>Isso não significa que ele investe em qualquer empreendimento iniciado por algum conhecido, embora, às vezes, lamente-se por não fazê-lo. Hoffman não se sentiu atraído a investir no YouTube, o que o privou de um grande retorno quando o Google comprou o popular site de vídeos por US$ 1,76 bilhão, em 2006. Em vez de investir, o LinkedIn cedeu espaço para os escritórios dos fundadores do YouTube, Chad Hurley e Steve Chen, que haviam trabalhado com Hoffman no PayPal.</td>
</tr>
</table>
<table width="470" cellspacing="0" cellpadding="0" border="0">
<tr>
<td>Hoffman, contudo, não erra com freqüência. Das empresas iniciantes nas quais investiu, três foram vendidas a partir de 2005 por um valor total de mais de US$ 1,1 bilhão, embora Hoffman tenha ficado apenas com uma pequena fatia disso. O site de compartilhamento de fotos Flickr foi adquirido pelo Yahoo; a rede de música Last.fm foi comprada pela CBS; e a empresa de segurança de computadores IronPort foi comprada pela Cisco Systems.</td>
</tr>
</table>
<table width="470" cellspacing="0" cellpadding="0" border="0">
<tr>
<td>Além do Facebook, a lista de empresas promissoras no portfólio de Hoffman inclui a Six Apart, fabricante de programas para blogs; a Technorati, serviço de busca em blogs; a Digg, na qual os usuários fazem avaliações sobre o conteúdo encontrado na web; e a Ning, outra rede de relacionamento social. Ele também tem participações em várias empresas iniciantes e menos conhecidas.</td>
</tr>
</table>
<table width="470" cellspacing="0" cellpadding="0" border="0">
<tr>
<td>As conexões e investimentos de Hoffman freqüentemente têm laços com o PayPal, no qual acumulou ações quando foi diretor e, depois, um alto executivo. Ele conheceu o co-fundador e executivo-chefe do PayPal, Peter Thiel, quando ambos estudavam na Stanford University, nos anos 80.</td>
</tr>
</table>
<table width="470" cellspacing="0" cellpadding="0" border="0">
<tr>
<td>Thiel, um dos primeiros investidores do LinkedIn e, agora, capitalista de risco e diretor do Facebook, é uma das mais de 1,5 mil conexões que Hoffman lista no LinkedIn. &#8220;Dispenso muita atenção a desenvolver relações&#8221;, diz. Ele admira-se de como a filosofia parece funcionar tão bem para Hoffman. &#8220;Todos no Vale do Silício estão a menos de dois graus de separação de Reid&#8221;, afirma. <strong>(Tradução de Sabino Ahumada)</strong></td>
</tr>
</table>
<p><!-- Informações do Colunista --></p>
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		<title>Tudo se cria, tudo se transforma</title>
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		<pubDate>Sat, 05 Jan 2008 13:47:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>lft</dc:creator>
				<category><![CDATA[Redes Sociais]]></category>

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		<description><![CDATA[Idéias que batem de frente com modos estabelecidos de pensar ou fazer são geralmente vistas com ceticismo. Foi assim com o Linux, sistema operacional criado no princípio dos anos 1990 por Linus Benedict Torvalds. Hoje, são ícones, ele próprio e sua criatura, da indústria do software livre, que tem a IBM, por exemplo, entre seus [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<table width="470" cellspacing="0" cellpadding="0" border="0">
<tr>
<td>Idéias que batem de frente com modos estabelecidos de pensar ou fazer são geralmente vistas com ceticismo. Foi assim com o Linux, sistema operacional criado no princípio dos anos 1990 por Linus Benedict Torvalds. Hoje, são ícones, ele próprio e sua criatura, da indústria do software livre, que tem a IBM, por exemplo, entre seus mais ilustres associados. E o sistema Windows, da Microsoft, ganhou um concorrente respeitável. &#8220;The Wealth of Networks&#8221;, de Yochai Benkler, professor de direito em Yale, é um livro inspirado em experiências como a de Torvalds, possibilitadas pela tecnologia que se mistura com filosofia nos princípios que regem a criação e o funcionamento de redes de relacionamento, via internet, para a produção cooperativa de um bem informacional ou cultural. O livro, agora lançado pela Yale University Press, pode ser comprado na Amazon ou na Powell´s (US$ 40), mas também está disponível na internet, para download gratuito, e inteiramente aberto a colaborações (<a target="_blank" href="http://http//%20www.benkler.org/wealth-of-%20net%20works/index.php/Main-Page"> 		<font style="color: #009966"> http:// www.benkler.org/wealth-of- net works/index.php/Main-Page </font> 	</a>).</td>
</tr>
</table>
<table width="470" cellspacing="0" cellpadding="0" border="0">
<tr>
<td>É a &#8220;peer production&#8221;, aquela que se faz nos limites de uma comunidade de pessoas que se identificam no interesse por um assunto &#8211; e que, como diz Benkler no livro, &#8220;constitui um duro desafio para o pensamento convencional a respeito da economia da produção de informação&#8221;. Mas não se trata de excepcionalidades, coisas efêmeras, afirma o autor. &#8220;É um erro pensar que temos somente duas formas básicas de transações livres &#8211; aquelas dos mercados e suas relações de contrato e propriedade, e empresas hierarquicamente organizadas. Temos três, e a terceira é o compartilhamento e a troca de caráter social.&#8221;</td>
</tr>
</table>
<table width="470" cellspacing="0" cellpadding="0" border="0">
<tr>
<td>Benkler argumenta que, se o domínio da propriedade intelectual, das marcas registradas e das patentes não parou de se expandir, nos últimos poucos anos também ganharam ímpeto forças sociais que agem em sentido contrário.</td>
</tr>
</table>
<table width="470" cellspacing="0" cellpadding="0" border="0">
<tr>
<td>A visão de Benkler não é de todo utópica. Que o digam Torvalds e os milhares de participantes da comunidade mundial que ele criou. Ou a IBM, que aderiu ao Linux e o instalou em seus servidores, para fazer frente ao Windows da Microsoft. São fatos. Benkler não tem dúvida: o futuro da economia da informação está nas redes, lugares virtuais em que já se comprova ser possível mudar os modos como se cria e troca informação, conhecimento e cultura. Idéias para um &#8220;novo capitalismo&#8221;?</td>
</tr>
</table>
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		<title>Redes sociais devem movimentar US$ 965 milhões neste ano</title>
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		<pubDate>Mon, 26 Nov 2007 19:03:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>lft</dc:creator>
				<category><![CDATA[Redes Sociais]]></category>

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		<description><![CDATA[Terça-feira, 23 de Outubro de 2007, 21h12 O número de participantes de redes sociais na internet deve atingir 230 milhões até o fim deste ano em todo o mundo – incluindo vários grupos de usuários –, o que deve gerar para os sites de relacionamento uma receita total de US$ 965 milhões, de acordo com [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span class="datas">Terça-feira, 23 de Outubro de 2007, 21h12</span></p>
<p>O número de participantes de redes sociais na internet deve atingir 230 milhões até o fim deste ano em todo o mundo – incluindo vários grupos de usuários –, o que deve gerar para os sites de relacionamento uma receita total de US$ 965 milhões, de acordo com relatório divulgado pelo instituto de pesquisas Datamonitor Research. A empresa projeta, ainda, que essa cifra deve crescer para US$ 2,4 bilhões em 2012.</p>
<p>O crescimento explosivo das redes sociais, no entanto, deve ocorrer mais cedo nos Estados Unidos. De todo modo, os fornecedores de infra-estrutura, sites de relacionamento e provedores de redes sem fio em todo o mundo já obterão lucro nos próximos anos, segundo Ri Pierce-Grove, analista de tecnologia da Datamonitor e autor do estudo intitulado “The Future of Social Networking: understanding market strategic and technological developments” (O Futuro das Redes Sociais: entendendo as estratégias de mercado e o desenvolvimento tecnológico).</p>
<p>Segundo ele, a maioria das grandes redes sociais, em especial aquelas que permitem a distribuição de conteúdos como vídeos, já tem hoje um amplo alcance geográfico, e até o fim deste ano as regiões do mundo devem ficar divididas da seguinte maneira:</p>
<p> A Ásia-Pacífico contribuirá com 35% dos grupos das redes sociais;<br />
 A Europa, Oriente Médio e África (EMEA) contribuirão, juntos, com 28% dos grupos;<br />
 A América do Norte deve responder por 25% dos membros;<br />
 E o Caribe e a América Latina (CALA) responderão por 12% dos grupos.</p>
<p>Embora a curva de adoção das redes sociais deva variar drasticamente de região para região, a Datamonitor avalia que haverá um pico de crescimento em todas elas em 2009, atingindo o nível máximo em 2012.</p>
<p>Segundo o instituto, nos Estados Unidos, o MySpace será o responsável por quase metade dos 54 milhões de membros de redes sociais já neste ano:</p>
<p> MySpace: 47,4%<br />
 Facebook: 18,2%<br />
 YouTube e Orkut combinados: 7,6%<br />
 Flickr: 7,1%</p>
<p>&#8220;A extraordinária proliferação das redes sociais vem sendo alimentada pela inovação na forma como comunicamos&#8221;, afirma Pierce-Grove. &#8220;No entanto, esse ambiente de mercado aquecido, de capital fácil e atenção da mídia, que estimula a curiosidade do usuário, não perdurará indefinidamente. Por isso, todos os players devem desenvolver uma estratégia em duas vertentes, a fim de sobreviver diante de intempéries como furacões e tsunamis&#8221;, finaliza.</p>
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		<item>
		<title>Redes sociais terão 230 milhões de usuários até o final de 2007</title>
		<link>http://ideasflow.net/2007/10/22/redes-sociais-terao-230-milhoes-de-usuarios-ate-o-final-de-2007/</link>
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		<pubDate>Tue, 23 Oct 2007 00:39:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>lft</dc:creator>
				<category><![CDATA[Redes Sociais]]></category>

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		<description><![CDATA[Framingham &#8211; Receita gerada por serviços deste tipo deve chegar a 965 milhões de dólares neste ano, crescendo para 2,4 bilhões de dólares em 2012. O crescimento no número de usuários de serviço de rede social – como MySpace, Facebook e Orkut – deve atingir o pico em 2009, se estabilizando a partir de 2012, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" color="#333333" class="fontes">Framingham &#8211; Receita gerada por serviços deste tipo deve chegar a 965 milhões de dólares neste ano, crescendo para 2,4 bilhões de dólares em 2012.</p>
<p>O crescimento no número de usuários de serviço de rede social – como MySpace, Facebook e Orkut – deve atingir o pico em 2009, se estabilizando a partir de 2012, segundo a empresa de análise de mercado Datamonitor.</p>
<p>A previsão da empresa é que o número de usuários de redes sociais chegue a 230 milhões até o final de 2007. A receita gerada por serviços deste tipo deve chegar a 965 milhões de dólares neste ano, crescendo para 2,4 bilhões de dólares em 2012.</p>
<p>Neste ano, a região Ásia-Pacífico vai responder por 35% dos membros de redes sociais de todo o mundo, A Europa, o Oriente Médio e a África vão responder por 28%, a América do Norte por 25% e o Caribe e a América Latina por 12%, segundo a Datamonitor.</p>
<p>A empresa alerta, contudo, aos provedores de serviços de redes sociais e investidores para que tenham cautela e se lembrem da bolha da Internet, que estourou no começo da década. “Os sites de rede social seriam sensatos ao adiar a consideração de abrir o capital”, disse a consultoria. A Datamonitor identifica ainda potencial de consolidação por meio de aquisições no mercado.</p>
<p>Um outro estudo da Parks Associates revela que poucos usuários norte-americanos estão dispostos a pagar para usar serviços de redes sociais. Em uma pesquisa on-line, a empresa constatou que 75% dos usuários deixariam de usar as redes sociais caso tivessem que pagar um valor mensal de 2 dólares. Da mesma forma, 40% abandonariam o serviço se ele trouxesse anúncios demais.</p>
<p>Estes dados representam um desafio para as empresa deste mercado, segundo a Parks. Dos usuários de banda larga com idade entre 18 a 25 anos, 80% usam redes sociais, mas monetizar esses usuários será difícil até para os líderes do setor, como o MySpace, disse a empresa.</p>
<p>Para ter sucesso, os sites devem oferecer anúncios para um perfil desejado de consumidor, preferencialmente no momento de fazer uma compra, de acordo com a Parks.</font></p>
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		<title>Empresas investirão pesado em redes sociais</title>
		<link>http://ideasflow.net/2007/09/06/empresas-investirao-pesado-em-redes-sociais/</link>
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		<pubDate>Thu, 06 Sep 2007 21:11:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>lft</dc:creator>
				<category><![CDATA[Redes Sociais]]></category>

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		<description><![CDATA[Quinta-feira, 06 de setembro de 2007 &#8211; 14h58 SÃO PAULO &#8211; O mercado mundial de aplicativos para redes sociais aumentará em quase dez vezes nos próximos três anos. De acordo com a IDC, o segmento movimentará 428,3 milhões de dólares ao final de 2009, ante os 46,8 milhões de dólares registrados em 2006. Boa parte [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2></h2>
<h5>Quinta-feira, 06 de setembro de 2007 &#8211; 14h58</h5>
<div id="texto_link">SÃO PAULO &#8211; O mercado mundial de aplicativos para redes sociais aumentará em quase dez vezes nos próximos três anos.</p>
<p>De acordo com a IDC, o segmento movimentará 428,3 milhões de dólares ao final de 2009, ante os 46,8 milhões de dólares registrados em 2006.</p>
<p>Boa parte do aumento está concentrado no mercado corporativo. Entre as principais vertentes do mercado que devem puxar esse incremento estão os aplicativos self-service, que permitem a criação de suas próprias redes sociais, além de ferramentas desenvolvidas para integrar as comunidades à intranet das empresas.</p>
<p>Outra constatação é que, em breve, as ferramentas desenvolvidas para redes sociais já virão embarcadas em outras plataformas de comunicação, como o e-mail ou em mensagens instantâneas.</p>
<p>A IDC prevê que, a partir de 2011, o mercado de aplicativos para redes sociais já estará maduro e passará a ter um crescimento mais modesto.</p></div>
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