Archive for the ‘Redes Sociais’ Category
Nokia compra fornecedora de serviço de rede social em Seattle
Segundo a co-fundadora da empresa, Serena Glover, o serviço é diferente porque combina diversas mídias, permite acessar arquivos sem ter que se registrar e facilita o upload de conteúdo a partir de diversos dispositivos, incluindo celulares.
Antes de se decidir pela Twango, a Nokia avaliou 75 ofertas similares, disse Gerard Wiener, vice-presidente de fusões e aquisições do grupo multimídia da Nokia.
Com a aquisição, a Twango pretende contratar agressivamente e deve se mudar do porão para um escritório no subúrbio de Seattle.
Serviço oferece texto de livros por e-mail
Quarta-feira, 23 de maio de 2007 – 11h04
Um novo site está oferecendo um serviço que envia clássicos da literatura na forma de pequenos trechos para computadores de mão ou por email a cada manhã, antes dos usuários saírem para o trabalho, ou no horário que eles preferirem, gratuitamente.
Os emails do www.dailylit.com foram concebidos para oferecer tempo de leitura inferior a cinco minutos. “A Volta ao Mundo em 80 Dias”, de Julio Verne, está dividido em 82 partes, enquanto “Anna Karenina”, de Leon Tolstói, dividido em 430 partes, pode levar quase dois anos, em termos de dias de trabalho.
“Nossa audiência inclui pessoas como nós, que passam horas todos os dias enviando e recebendo emails, mas não encontram tempo para ler livros”, disse Albert Wenger, co-fundador do DailyLit.
A empresa começou a operar em maio, com uma lista de cerca de 370 títulos, em sua maioria clássicos. Wenger disse à Reuters que 50 mil pessoas assinaram o serviço, registrando mais de 75 mil títulos.
Já que os livros estão em domínio público, a empresa pode oferecê-los de graça, mas planeja se expandir e começar a cobrar uma taxa por títulos mais recentes, licenciados por grandes editoras, dentro de quatro ou cinco semanas. Os emails não contêm publicidade e o faturamento da empresa dependerá das taxas de assinatura, compartilhando a receita com as editoras.
“Nossa idéia é cobrar menos de cinco dólares por título”, disse Susan Danziger, mulher de Wenger e também co-fundadora do site, que trabalhava para a editora Random House, em entrevista telefônica à Reuters na terça-feira.
“As editoras gostam da idéia porque oferece um novo formato que elas ainda não exploraram”, disse Danziger, acrescentando que estava negociando com editoras o lançamento de trechos de livros ainda inéditos, como forma de atrair o interesse de leitores.
A Berlitz, uma especialista em ensino de idiomas, é uma das cinco empresas que já fecharam acordo com o DailyLit, e em breve estará oferecendo aulas de idiomas estrangeiros em porções de cinco minutos.
Rede social brasileira de Web 2.0 Via6 recebe aporte de capital de risco
O investimento na rede, inaugurada em setembro de 2005, é um dos primeiros feitos por uma empresa de capital de risco em um empreendimento de Web 2.0 formulado no Brasil sem ligações com conglomerados de mídia ou agências de publicidade.
Diego Monteiro, sócio do Via6, afirma que “quase 95% do aporte” será usado para sofisticar a rede social voltada com foco corporativo. A empresa também é responsável pelo Rec6, serviço de categorização de conteúdo baseado no site norte-americano Digg.
O aporte implica na participação minoritária da Confrapar no Via6. Além de quase dobrar a base de funcionários, composta atualmente por nove pessoas, entre programadores e publicitários, as melhorias previstas para o serviço incluem um novo canal para propostas de negócios e a criação de um sistema publicitário para o Via6.
As mudanças reveladas por Monteiro apontam para a profissionalização da rede social, que buscará um apelo cada vez mais crescente entre empresas.
Prova disto é o projeto da empresa de prolongar a rede já oferecida à comunidade para companhias que queiram desenvolver projetos próprios, como Monteiro cita no caso de uma universidade.
“Estamos trabalhando para um ambiente de uma universidade conhecida que quer manter seus ex-alunos em contato por meio do Via6″, revela.
O sócio adianta que o investimento deverá melhor também o contato dos fundadores com a comunidade de moderadores, além de sofisticar o sistema de buscas para encontrar profissionais no Via6.
Cisco aumenta investimentos em redes sociais
Empresa está aumentando leque de soluções para administrar comunidades
A Utah Street opera o site Tribe.net e é especializada em softwares para criar e manter comunidades online. Ela tem sete funcionários sediados em São Francisco.
Redes sociais online como o MySpace, da NewsCorp, que permite ao usuário postar fotos, vídeos e blogs, explodiram em popularidade nos últimos dois anos. As empresas agora tentam adaptar a tecnologia aos clientes.
O software da Utah Street Networks será integrado ao Cisco Media Solutions Group. Os funcionários da Utah ingressarão na Cisco para continuar trabalhando no desenvolvimento de software.
A aquisição não inclui o site Tribe.net. Outros termos do acordo não foram divulgados. O anúncio veio um mês após a Cisco ter revelado a compra do software de criação de redes sociais Five Across, por um valor não revelado. As aquisições fazem parte da estratégia da Cisco de comprar pequenas companhias tecnológicas, que atuam em nichos, para diversificar o tradicional foco da empresa em equipamentos de telecomunicações, roteadores e aparelhos que direcionam o tráfego da internet.
Cisco compra empresa de rede social
A Cisco não planeja montar seu próprio site de rede social para concorrer com o MySpace ou Facebook, da News Corp. Em vez disso, usará a tecnologia da Five Across para criar um software que ajudará as empresas a se conectarem melhor a seus clientes. Além disso, provedores de serviço poderão construir produtos com a tecnologia e vendê-los a seus clientes comerciais, disse a Cisco.
A Five Across vende uma plataforma de software chamada Connect Community Builder, que inclui uma variedade de características que as firmas podem usar para construir sua própria presença online para seus clientes, como páginas de perfil pessoal, listas de amigos, discussões, postagem em blogs, vídeos e podcasts. A companhia, fundada em 2003, tem apenas 11 funcionários, segundo a Cisco. No último ano, a Liga Nacional de Hockey da NHL Enterprises L.P. lançou um site para fãs do esporte, chamado NHL Connect, usando o software da Five Across.
A aquisição é a primeira do Grupo de Soluções de Mídia da Cisco, recém-criado pela companhia, e parte da sua expansão nas categorias de consumidores e mídia. Um mercado alvo para a tecnologia do Five Across serão companhias de entretenimento e transmissão como a Walt Disney e a Comcast.
Mas a Cisco também espera que as redes sociais, como outras ferramentas de consumidores como mensagens instantâneas, sejam abraçadas pelas empresas em geral. Os consumidores agora exigem capacidades de redes sociais e querem vê-las nos sites das companhias, segundo a Cisco.
Provedores de mídia tradicional estão prontos para usar redes sociais, disse a analista de consumidor do IDC, Danielle Levitas.
“Há uma considerável necessidade por experimentação por parte das [tradicionais] empresas de mídia para mostrar aos seus acionistas que podem irar proveito da internet e que não irão sucumbir às novas companhias de mídia”, disse Levitas. Um bom componente de rede social para um site de uma empresa poderia ajudar a estimular a lealdade dos espectadores ou até ser um espaço de teste de novos programas entre o núcleo de espectadores, disse ela.
Eletrônicos de consumo e companhias de computadores podem também se aproveitar de redes sociais, hospedado comunidades de consumidores para compartilhar dicas e conselhos e multiplicar suas opções de suporte técnico, disse Levitas.
Enquanto isso, redes sociais, com suas constantes conversas e conteúdo gerado por usuários, também é benéfico à infra-estrutura da rede de vendas da Cisco, disse.
“Conteúdo baseado na internet é incrivelmente pesado”, disse Levitas. Redes sociais trazem usuários finais para o jogo, então há um volume alto de dados transitando entre empresas e usuários.
Site Lulu.com cresce publicando livros de desconhecidos
Livraria virtual ganhou evidência promovendo novos autores
Em apenas três anos, o empreendimento do canadense Bob Young, Lulu.com, saiu do zero para um faturamento de US$ 16 milhões, com a publicação de 2.500 novos títulos por semana, escritos por autores desconhecidos do grande público ao redor do mundo.
“Nossa missão não é descobrir o próximo Harry Potter — apesar de que cada autor que recorre à Lulu acredita que tem o próximo Harry Potter — mas fornecer um meio de publicação para as pessoas comuns”, disse Young à Reuters.
“Editores comuns querem 100 autores que vendam um milhão de livros cada. Nós queremos 1 milhão de autores que vendam 100 livros cada.”
Atualmente o site tem mais de 100 mil títulos disponíveis para impressão ou download e está vendendo mais de 90 mil livros por mês. A expectativa é vender até 2 milhões no próximo ano.
“É nosso objetivo chegar a todos os principais mercados do mundo”, disse Young, que visita a Inglaterra para acompanhar o desempenho de sua crescente operação européia.
A editora online publica principalmente em inglês, mas já trabalhou com obras de autores de 80 países e as vendeu para 60 países diferentes.
FacilidadeNão custa nada para um autor tornar sua obra disponível para compra online, diferente da publicação pelos métodos tradicionais, que pode ser cara.
O autor tem completo controle sobre título, conteúdo, páginas e preço, cobrando o que quiser, desde que cubra o custo de cerca de 8 dólares por cópia.
Assim que o custo é deduzido, a quantia remanescente é dividida entre o autor, que fica com 80 por cento, e a Lulu, que fica com o restante.
E como a Lulu opera sob demanda, a editora online não precisa de estoques com livros impressos que esperam para serem vendidos.
Isso é um ponto importante para Young, que tem uma mesa e uma cadeira construídas com cópias não vendidas de seu livro “Under the Radar”, que conta sua experiência como co-fundador da distribuidora do sistema operacional Linux, Had Hat.
Um exemplo de livro de sucesso na Lulu é “The Replica Watch Report”, sobre as diferenças entre relógios reais e falsificados. A obra foi escrita pelo especialista no assunto Richard Brown.
Brown levou o projeto a uma editora que o recusou porque as vendas previstas eram de apenas 1.000 cópias por ano. Então ele decidiu recorrer à Lulu, onde de fato vende 1.000 unidades por ano, mas ele tem um lucro de 28 dólares por cópia. “Um acordo com uma editora tradicional não iria dar ele nada parecido com isso”, disse Young.