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Telecom em países africanos
Desenvolvimento social:
Ação de governos? Responsabilidade social de empresas ? -> bullshit! Apenas capitalismo + inovação tecnológica!
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O SMS revoluciona a vida dos africanos
Há oito anos, apenas 5% da população africana possuía um celular. Esse número subiu para 41,4% em 2010. Crescimento tão expressivo fez da África o mercado que cresce mais rápido no mundo, atingindo o dobro do aumento verificado no restante do globo. Hoje, mais pessoas têm acesso à telefonia móvel do que a energia elétrica em países como Moçambique e Quênia. Existem aparelhos que podem ser carregados pelo sol e lojas que vendem tempo na tomada para completar a bateria. Em 2014, estima-se que dois em cada três africanos terão um celular.
A maior inovação vinda da África está no utilização de aparelhos simples para resolver problemas do dia a dia, principalmente usando o popular SMS (short message system). “O celular está mudando a vida das pessoas na África de forma muito mais abrangente do que nos mercados maduros”, diz a analista Stephanie Baghdassarian, da consultoria Gartner. Há uma revolução móvel acontecendo no continente africano que pode ser vista nas diferentes formas de transformar um simples torpedo em ferramenta para transferir dinheiro (inclusive entre países, como Inglaterra e Quênia), fazer pagamentos, promover campanhas de saúde pública e mapear conflitos, além de acompanhar o vai e vem dos mercados, tirar empréstimos bancários e até guardar dinheiro em uma poupança. Tudo por SMS.
“A inovação surge da escassez. Esta é talvez a lição mais importante que aprendemos com a expansão dos serviços móveis na África”, afirma Ken Banks, desenvolvedor da FrontlineSMS, plataforma de envio massivo de mensagens pelo sinal de celular, utilizada em diversos países do continente para programas de saúde e educação. “Eu não posso usar meu telefone para pagar um táxi em Londres porque tenho muitas outras opções para isso. Mas se estou no Quênia, não haverá um caixa eletrônico em cada esquina e a maioria das pessoas não tem conta bancária. Mas tem um celular”, diz Banks.
Os modelos simples e baratos, que fazem apenas ligações e enviam torpedos, representam a quase totalidade do mercado africano de celulares, devido ao baixo poder aquisitivo da população. Na África Subsaariana, 490 milhões de pessoas vivem em condição de pobreza, segundo a ONU. Incrementados por serviços inovadores, esses celulares baratos se transformam em poderosas ferramentas. “Para desenvolver um sistema massivo de informação na África é preciso que ele envolva SMS”, afirma Banks. “Ao optar por uma plataforma online para celulares ou por aplicativos que precisam ser baixados, exclui-se de cara um enorme contingente de pessoas. No Zimbábue, por exemplo, a penetração da internet é de 5%.”
O Quênia, país do leste africano, está no topo da inovação móvel no continente. Lá surgiu o programa de dinheiro móvel mais bem-sucedido do mundo, o M-Pesa. Em quatro anos de operação teve a adesão de 35% da população do país (ou 14 milhões de pessoas) e movimenta 17 milhões de dólares por dia. “O M-Pesa criou oportunidade de negócios”, disse a INFO Michael Joseph, o criador do serviço. “No início, as pessoas recebiam o dinheiro pelo celular e trocavam por moeda. Depois, passaram a guardar no próprio aparelho e trocar por uma cerveja”, diz Joseph.
Além do M-Pesa, há 52 projetos de dinheiro móvel na África, mais da metade do total dos 103 existentes no mundo, segundo a consultoria Amarante. Na América Latina, são apenas 13, e no Brasil ainda estão em teste. O mercado africano é promissor devido ao baixo nível de utilização bancária. “Menos de 5% da população da África Subsaariana tem acesso a bancos”, afirma Aiaze Mitha, diretor da Amarante.
Programas que utilizam o celular em áreas como agricultura, saúde e educação se multiplicam, financiados por empresas privadas, doadores internacionais e governos. Em Uganda, o projeto Amigos dos Agricultores, feito em parceria com o Google, envia por SMS técnicas de cultivo agrícola, previsão do tempo e cotações. O Esoko, software de acompanhamento por SMS das cotações do mercado, foi lançado em Gana e se espalhou para oito países da região.
Antes da utilização dos celulares, agentes da área de saúde comunitária do Malavi, pequeno país do sudeste africano, anotavam o estado de saúde dos pacientes e se deslocavam até os hospitais mais próximos, muitas vezes a centenas de quilômetros, para registrar as informações. Hoje, usam o FrontlineSMS Medic, aplicativo que transmite os dados usando mensagens de texto. No Mali, ao norte, uma ferramenta semelhante registra excelentes resultados no combate à desnutrição infantil. Quênia e Uganda usam o Ushahidi, software de mapeamento por SMS, para monitorar casos de carência de medicamentos, no programa Stop Stocks-Out.
Os torpedos se transformaram também em um meio de organização política na África. O principal exemplo é a revolta popular que ocorreu em Moçambique, em setembro de 2010, contra a inflação. Convocado por mensagens SMS anônimas, o movimento chamou a atenção do mundo devido ao poder de mobilização. “Moçambicano, prepara-te para a greve geral contra a subida do pão, água, luz e diversos. Envie para outros moçambicanos. Despertar.” A mensagem levou milhares às ruas e forçou o governo a reduzir o preço dos produtos básicos.
O Gartner estima que até 2014 o número de conexões de celular na África deverá crescer 60%, passando dos atuais 530 milhões (duas vezes e meia o total brasileiro) para 724 milhões. A receita das empresas de telecomunicações também deve continuar em alta. Hoje, o total movimentado representa boa parte do PIB dos países africanos. No Senegal é de 9%; na África do Sul, 7,5%; no Quênia, 6%. A média mundial gira em torno de 3%.
O crescimento vai se ancorar na expansão da cobertura da rede e da abertura de novos mercados. “Há muita competição”, diz Stephanie Baghdassarian, do Gartner. Alguns países, como a Nigéria, têm até dez operadoras competindo. Ao contrário do Brasil e de outros mercados mais maduros, o setor não é tão regulamentado e só agora surgem as primeiras iniciativas de registro de aparelhos.
As tarifas são mais baratas do que as brasileiras. Enquanto o custo de um pacote básico de celular (25 ligações mais 30 SMS) saía por cerca de 34 dólares no Brasil, em 2009, no Quênia era de 7,50 e na Nigéria de 10 dólares, segundo a ITU (União Internacional de Telecomunicações). Mas o poder de compra é bem menor e o pacote básico corresponde a 23% da renda per capita média na África.
Para servir a um mercado de tão baixa renda, as operadoras precisam oferecer serviços flexíveis. As recargas mínimas de pré-pagos, por exemplo, que atendem a 95% dos usuários, têm valores de 20 meticais em Moçambique (cerca de 1 real) e de 50 nairas na Nigéria (0,50 real), por exemplo. Em muitos países também é possível enviar crédito para o celular de outras pessoas.
Expandir a internet é o desafio de hoje
No Quênia, a Safaricom criou um novo jeito de fazer ligação a cobrar. O toque do aparelho demora mais que o normal, indicando que a pessoa deve ligar de volta. Muitas operadoras também oferecem um tipo de SMS chamado “please call me” (por favor, me ligue), gratuito e acompanhado de anúncio publicitário. Além disso, em muitos países não existe interurbano. As chamadas dentro de qualquer cidade de Moçambique, por exemplo, têm custo local. “Todos esses serviços poderiam ser interessantes em mercados maduros, mas são desenvolvidos em países onde o dinheiro é curto e onde as operadoras precisam tornar seus produtos flexíveis para atrair os consumidores”, diz Stephanie, do Gartner. A África deu um salto direto para os celulares, sem passar pela telefonia fixa. Hoje há apenas um telefone fixo para cada mil habitantes. “Com a falta crônica de infraestrutura, o único equipamento de comunicação que é acessível e universal é o celular”, diz Mitha, da Amarante. Em 2008, o sinal de celular cobria 60% da população.
Um grande problema na África é a expansão da internet, já que menos de 5% da população têm acesso à rede. Devido à falta de infraestrutura para telefonia fixa, necessária para dial-up e ADSL, o 3G e os smartphones podem se tornar o principal meio de acessar a rede. Especialistas em telefonia móvel estão animados e acreditam que a maioria da população africana terá nos celulares seu primeiro contato com a web. “Os smarphones podem ser a única maneira para o usuário africano navegar”, diz Stephanie, do Gartner.
Na África do Sul, na Nigéria e no Quênia já começa a surgir mercado para smartphones e internet 3G, mas na maioria dos países do continente o preço dos aparelhos ainda é proibitivo. Para Ken Banks, da FrontlineSMS, a África dará um grande salto quando um smartphone baixar para 30 dólares. “Os modelos mais baratos que se conectam à internet custam 100 dólares. É muito para quem vive com 2 dólares por dia.” Quando os preços baixarem, o agricultor que depende do SMS para se livrar do elefante terá à disposição um mundo muito mais rico e interativo.
Internet cria 2,4 empregos para cada vaga que elimina
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Segundo estudo a McKinsey, a rede destruiu 500 mil empregos, mas criou 1,2 milhão de novas vagas nos últimos 15 anos
Estudo da McKinsey Global Institute afirma que, nos últimos 15 anos, enquanto a internet destruiu 500 mil empregos, criou, no mesmo período, novas 1,2 milhão de vagas. O estudo foi realizado em 13 países (os desenvolvidos, integrantes do G8, além de Brasil, China, Índia, Corea do Sul e Suécia). “Enquanto alguns empregos foram destruídos com o surgimento da internet, muitos outros foram criados”, confirma o relatório.
O relatório aponta também que a Internet, nesses 13 países, contribuiu com uma média de 3,4% para o PIB, participação maior do que a agricultura ou energia.( Agências internacionais)
Modelo cooperativista viabiliza pequenos provedores na Paraíba
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Chama a atenção o número de associações que representam os pequenos provedores de Internet no Brasil. Em âmbito nacional existem pelo menos duas (Abramulti e Abranet), mas além delas existem pelo menos mais três associações em âmbito regional – a Aprova, de Pernambuco, a Aprove da Paraíba e a InternetSul. Muito mais do que lutar pelos interesses dos seus associados, a Aprove da Paraíba mostra que o modelo cooperativista pode ser a única forma de viabilizar o negócio em cidades pequenas com baixo poder aquisitivo.
A associação controla uma licença de SCM e atua como a prestadora do serviço de telecomunicações. Para os provedores fica o serviço de valor adicionado, ou seja, a autenticação e validação dos logins à Internet. Nei Camilo, que assumirá a presidência da associação em dezembro, explica que muitos empresários – especialmente aqueles que atuam em cidades com baixo poder aquisitivo – não conseguem arcar com o custo da infraestrutura de rádio e com o custo da licença, por isso a associação foi uma saída para viabilizar esses pequenos negócios. “As cidades do interior da Paraíba são menores e com baixo poder de compra. Hoje a Anatel cobre R$ 9 mil pela licença. Mais a parte de engenharia, o custo chegaria a R$ 15 mil. Muitas cidades não comportam um investimento deste porte”, explica Camilo.
A Aprove foi formada em 2006 por seis empresas e depois vieram mais 10. Camilo explica que, antes da associação, essas seis empresas trabalhavam sem outorga de SCM na faixa não licenciada de 2,4 GHz. Entretanto, com o surgimento de centenas de provedores pelo Brasil, a Anatel passou a ser mais rigorosa na fiscalização dessas empresas que no fundo prestavam não só o chamado serviço de valor adicionado, mas também o acesso. “Muitos provedores foram lacrados e outros foram notificados. A gente entendia que a faixa não licenciada não precisava de licença. A legislação é muito vaga sobre isso”, diz Camilo.
Cada associado da Aprove paga uma mensalidade e tem uma cota na associação de acordo com o investimento necessário para construir a infraestrutura na sua cidade. A Aprove é quem recebe as mensalidades dos assinantes e repassa aos provedores já descontando o valor correspondente à capacidade que cada um deles utiliza do link de dados. Camilo revela que a Anatel não está mais concedendo licença de SCM para associações porque existe um “conflito tributário”, uma vez que a associação não tem fins lucrativos, não recolhe Imposto de Renda etc. “Não conheço nenhum outro modelo como o nosso”, diz ele.
Acesso à Internet X PIB
Um estudo do Banco Mundial divulgado em novembro de 2008 indica que, para cada 10 pontos porcentuais de aumento no uso de internet rápida, há um crescimento de 1,38% do produto interno bruto (PIB) per capita de um país.
Operadoras de telecom expandem fronteiras de atuação São Paulo – Empresas avançam sobre mercado ocupado por companhias de tecnologia da informação
A entrada das operadoras de telecomunicações em nichos que antes eram dominados por companhias de tecnologia da informação é fato e vem se consolidando no Brasil nos últimos anos. As teles descobriram uma nova – e rentável – fonte de renda em serviços e produtos considerados, até alguns anos, tipicamente de TI.
“As operadoras estão buscando novos nichos para tentar compensar o processo de comoditização das redes. No varejo, o exemplo claro são os pacotes triple play”, avalia Jeferson Stabille, supervisor da prática Advisory Services – IT Effectiveness, da PricewaterhouseCoopers. “No âmbito corporativo, a tendência é investir na área de tecnologia da informação”, completa Kirtanananda Borrero, consultor da Pricewaterhouse.
A estratégia das teles é oferecer a seus clientes, além de um ponto de transmissão de dados, serviços como gerenciamento de redes e de segurança, hosting e acesso a hardware, por exemplo.
Aluguel
É o caso da Telefônica, que há dois anos lançou no País um serviço que já existia em sua sede na Espanha. Batizada de “Posto informático”, a solução oferece equipamentos de informática ou telefonia em modelo de aluguel para corporações usuárias do serviço de banda larga da operadora.
“O cliente paga uma mensalidade e não precisa se preocupar com a aquisição do equipamento, manutenção, seguro, atualização de antivírus, licença de software etc.”, enumera Mário Miloni, diretor de marketing de pequenas e médias empresas da operadora.
Miloni contabiliza 90 mil PCs em serviço neste modelo, mas diz que é difícil estabelecer a economia média que a solução pode gerar. “No caso de empresas novas, é um custo evitado. Para as já em funcionamento, a economia pode ser verificada na ponta do lápis”, observa.
Entre os grandes grupos, a operadora espanhola tem 2 mil clientes de seus “serviços tecnológicos”, que englobam hospedagem e terceirização total das áreas de telecomunicações e tecnologia da informação – excluindo-se, neste caso, desenvolvimento de software e BPO (Business Process Outsourcing), relata Maurício Trad, diretor de marketing do segmento empresas da Telefônica.
A versão do “Posto Informático” para os clientes graúdos chama-se “Posto de Trabalho”, que inclui tudo o que diz respeito ao computador e à conectividade. Ao todo, há 120 mil postos de trabalho vendidos em toda a América Latina, segundo dados da Telefônica.
Ao adotar uma solução que reúne em um único fornecedor voz, dados e TI, a empresa-cliente obtém uma redução média de 20% em seus custos, informa Trad. A diminuição não se dá apenas porque a operadora é capaz de criar uma oferta comercialmente mais interessante. Segundo o executivo, o compartilhamento de profissionais e de equipamentos entre diversos clientes também colabora para frear gastos.
“Temos um centro de comando que gerencia todos os equipamentos do Posto de Trabalho. Lá, compartilhamos ferramentas e profissionais especializados entre diversos clientes. Dessa forma, sou mais barato para o cliente e consigo solucionar problemas com mais rapidez”, detalha Trad.
Para pequenos e médios negócios, a Telefônica também oferece, além do aluguel de computadores, soluções de VPN (Virtual Private Network), co-location e web hosting – serviços de hospedagem da estrutura de servidores em seu data center. “Com o co-location, você coloca seu servidor no data center, mas o gerenciamento dele cabe a você. Já no web hosting, seus dados são armazenados digitalmente nos servidores da empresa de telecomunicações, você hospeda a sua rede ali”, explica Fernando Faria, analista sênior da Pyramid Research.
Entre o link e o BPO
A British Telecom (BT) atua no Brasil exclusivamente prestando serviços como gerenciamento de redes e de segurança, hosting, data center e soluções de conectividade via satélite para corporações e governo, duas áreas de foco da companhia. “A estratégia da BT, adotada há dez anos, foi se posicionar em um mercado não ocupado pelas empresas de commodity, que só forneciam links, e pelas que só forneciam BPO”, comenta Luiz Sanches, diretor geral da BT no Brasil.
Com uma carteira que contabiliza entre 550 e 600 clientes de todos os portes, a BT assumiu a posição de ASP (Application Service Provider), com a oferta de serviços de tecnologia da informação baseados em rede. “Posso oferecer até Windows sob demanda, colocando a licença no servidor que está no nosso data center em vez de instalá-lo em cada computador. Com isso, você vê o nível de integração que existe entre os nossos serviços e a TI”, ressalta.
Na contramão do caminho feito pela BT no Brasil, a Embratel conta, há cinco anos, com serviços como gerenciamento de redes, segurança e data center (com hosting e co-location) prestados para grandes corporações e governo. “Somos o hospital 24 horas da rede deles [os clientes]. A gente olha para a rede e diz se tem que expandir, otimizar, atualizar”, informa Danni Mnitentag, gerente de marketing corporativo da Embratel, sem citar o total de usuários das soluções.
Já a GVT soma cerca de 60 corporações de médio porte em seu serviço de gerenciamento de redes, que permite ao usuário acompanhar, pela internet, o status de sua infraestrutura. A operadora também presta serviços de co-location em grandes projetos e está desenvolvendo uma solução que possibilita ao assinante corporativo monitorar, em tempo real, os recursos de voz usados. “Já foi o tempo de se vender só link. Isso foi há 10 anos”, finaliza Mnitentag, da Embratel.
Dinamarca tem melhores teles do mundo

GENEBRA – A Dinamarca é responsável pela economia mais madura do planeta em termos de telecomunicações, revelou o Fórum Econômico Mundial (WEF).
A notícia coloca os países nórdicos em uma posição vantajosa para lidar com a crise econômica global.
A Suécia ficou em segundo lugar na Lista de Desenvolvimento em Redes do WEF, patrocinada pela Cisco Systems, que avalia a disponibilidade e o uso de tecnologias de informação e comunicação nas nações, como por exemplo o acesso a serviços móveis e internet.
Na terceira posição aparecem os Estados Unidos, seguidos por Cingapura e Suíça. Países pobres como Bangladesh, Burundi, Zimbabwe, Timor-Leste e Chad ficaram nas últimas colocações.
No relatório, o WEF ressalta que investir em infra-estrutura e serviços de telecom pode estimular “a competitividade de forma geral e o progresso”, além de auxiliar os países a retomarem um crescimento saudável após a superação da atual crise financeira.
O acesso à banda larga deve ser visto hoje em dia como “parte da infra-estrutura essencial de uma nação e uma das bases da economia do conhecimento”, acrescentou o estudo, alertando para a urgência dos últimos colocados aprimorarem suas redes de telecom.
“Comunicações móveis têm papel fundamental nos países emergentes, facilitando imensamente o desenvolvimento da economia e a melhora da qualidade de vida”, afirma o WEF.
Os países melhor classificados são: Dinamarca, Suécia, Estados Unidos, Cingapura, Suíça, Finlândia, Islândia, Noruega, Holanda e Canadá.
O Brasil ocupa a 59º posição do ranking.
