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Archive for the ‘Anywhere Office’ Category

Horário flexível incentiva funcionários a cuidar melhor da saúde

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SÃO PAULO - Um ambiente de trabalho flexível melhora o bem-estar dos funcionários e pode até resultar em uma melhor noite de sono. Um estudo da Universidade de Minneapolis com mais de 600 colaboradores de uma empresa que implementou um sistema de remuneração baseado em resultados— independentemente da carga horária— revelou que esse tipo de ambiente  incentiva os funcionários a cuidarem melhor da saúde física e mental.

O método analisado foi o “Results Only Work Environment” (conhecido nos Estados Unidos como ROWE, em português significaria “Ambiente de trabalho baseado apenas em resultados”), usado em empresas americanas como a BestBuy, que foi o objeto da pesquisa, a Gap e a Banana Republic. O método também é amplamente elogiado pelo jornalista Daniel Pink, autor do best-seller sobre motivação no ambiente de trabalho “Motivação 3″ (leia entrevista concedida ao Valor).

Com a implementação da iniciativa, os colaboradores passaram a ter liberdade para escolher seu horário e local de trabalho diariamente, sem terem que pedir permissão aos gerentes. O desempenho dos profissionais passou a ser medido inteiramente pelos resultados alcançados.

No geral, a flexibilidade permitiu com que os funcionários equilibrassem melhor o trabalho e a família, o que diminuiu o nível de cansaço e estresse e proporcionou melhorias na qualidade de vida. A pesquisa apontou que aqueles que participaram do sistema passaram a dormir pelo menos uma hora a mais durante a noite e a prestar mais atenção à própria saúde. Ao contrário dos colaboradores que mantiveram o sistema tradicional, profissionais com jornadas flexíveis usavam mais o tempo livre para se consultar com um médico.

(Leticia Arcoverde | Valor)

Horário flexível faz crescer o engajamento dos funcionários

www.valor.com.br

Vívian Soares | De São Paulo
13/04/2011

Claudia Pohlmann, diretora de RH da DuPont, diz que na empresa é possível sair ou entrar mais cedo para deixar filhos na escola ou fugir do trânsito

Companhias que oferecem flexibilidade de horários têm funcionários mais engajados e satisfeitos. Levantamento global realizado com 3.300 gerentes e profissionais mostra que políticas nesse sentido ajudam a levantar os índices de retenção nas organizações em 25% no caso dos homens e em 40% entre as mulheres. O estudo indica que quanto mais específicos e customizados forem esses programas para atender os diferentes perfis dos colaboradores, melhores serão os resultados para as empresas.”Oferecer essas alternativas aumenta significativamente o bem-estar dos trabalhadores, mas é preciso entender quais modelos se encaixam melhor para cada um deles”, afirma Marcial Rapela, sócio da consultoria Bain & Company, responsável pela pesquisa.

No caso da IBM, empresa que possui 400 mil funcionários em todo o mundo, oferecer programas customizados de flexibilidade foi a solução para atender às necessidades de pessoas que trabalham em turnos deslocados ou em cidades onde não há escritórios da companhia, por exemplo.

Gabriela Herz Francoio, gerente do programa de diversidade da empresa, afirma que uma das alternativas mais populares é o home office, praticado por pelo menos 10% dos colaboradores no Brasil e no mundo. Até mesmo dentro desse sistema existe maleabilidade. Para algumas pessoas há possibilidade de alternar dias de trabalho em casa e no escritório. “É uma forma de usufruir dos benefícios do trabalho em casa sem perder o contato com o escritório”, afirma Gabriela, que também aderiu à prática duas vezes por semana.

A IBM possibilita a negociação de uma semana ou um dia de trabalho mais flexível – o profissional pode entrar mais tarde, sair mais cedo e até mesmo compensar horas não trabalhadas em outro dia -, além de licenças não remuneradas que podem durar até 3 anos.

Cada tipo de flexibilidade, porém, possui um público “ideal”, que muda de acordo com o momento pessoal e de carreira. Segundo a pesquisa, existem funcionários que abrem mão de crescer rapidamente na empresa para trabalhar menos horas e ter uma rotina mais planejada. Outros são mais ambiciosos e buscam desafios e resultados, mesmo que isso signifique um dia a dia imprevisível.

Na DuPont, empresa do setor têxtil com 2.500 funcionários no Brasil, há opções como licenças não remuneradas, que atendem desde profissionais que querem se dedicar temporariamente aos estudos a mães que desejam estender a licença maternidade além do tempo regulamentar. Também existe a possibilidade de mudar os horários de entrada e saída do trabalho, caso o profissional tenha que deixar os filhos na escola ou queira fugir do trânsito. Segundo Claudia Pohlmann, diretora de RH da empresa, a ideia é reforçar o conceito de equilíbrio entre vida pessoal e profissional. “Na prática, todos os públicos são receptivos e valorizam algum tipo de flexibilidade.”

Mesmo assim, existe uma parcela de trabalhadores que ainda resiste na hora de aderir a essas políticas. Na indústria de engenharia SKF, empresa com 980 funcionários no Brasil, há aqueles que não abrem mão de ficar no escritório. A empresa implementou o home office para as áreas administrativas há três anos. De acordo com Antonio Boueri, diretor de RH da companhia, essa é uma alternativa normalmente rejeitada por profissionais que precisam do contato diário com os colegas ou que não têm um ambiente adequado em casa para trabalhar. “Na área comercial, é uma prática bem recebida. Para as demais, existe desde inadequação até preocupação de parecer pouco importante ou desprestigiado”, afirma.

No caso dos funcionários mais jovens, porém, a visão já começa a mudar. Segundo Boueri, eles são os que melhor se adaptam a esse tipo de programa oferecido pela empresa. Um dado do levantamento confirma a tendência: 86% dos profissionais de até 30 anos esperam algum tipo de flexibilidade de seus empregadores.

Desenvolver projetos que ofereçam maleabilidade de horários, no entanto, não é suficiente. Segundo Rapela, da Bain & Company, é importante que os funcionários sejam estimulados a usá-los. A pesquisa mostra que, em média, 60% das empresas possuem algum modelo flexível, mas apenas 18% delas têm essas opções aproveitadas amplamente pelos profissionais. “É importante deixar claro que as pessoas que optam por essa possibilidade não perderão oportunidades de carreira e nem o respeito de colegas, clientes e chefes”, diz.

A diretora de RH da DuPont afirma que afastar essa preocupação foi parte de um projeto de educação da empresa. Em 1994, quando deu início aos programas de flexibilidade, a companhia elaborou um guia que ajudava as pessoas a enfrentar a nova realidade e a entender o que era o home office. Hoje, essa política está totalmente incorporada pelos profissionais. “O conceito evoluiu muito. O profissional percebe que não estar fisicamente no escritório não o afasta do time”, afirma.

Ticket poupa R$ 3,5 mi com trabalho em casa

Luciana Carvalho, de EXAME.com Segunda-feira, 31 de maio de 2010 – 10h57

Wikimedia Commons

Ticket poupa R$ 3,5 mi com trabalho em casa
O trabalho remoto já foi adotado por cerca de 25% das empresas brasileiras, segundo estudo do CETIC.br

A Ticket, empresa do setor de refeição-convênio, é adepta há cinco anos e, desde que incorporou o “home office”, sua rentabilidade tem aumentado.

Segundo a superintendente de vendas, Dalva Braga, a Ticket resolveu mandar os funcionários, literalmente, para casa como tentativa de dar mais velocidade ao processo de vendas.

Quando ainda havia escritórios de vendas, os funcionários gastavam 30% do tempo com questões administrativas e 40% com atendimento telefônico. Depois da transição para o modelo de trabalho em casa, o tempo gasto para executar essas tarefas caiu para 15% e 5%, respectivamente.

Na Ticket, somente o setor de vendas incorporou o modelo de trabalho remoto. Todos os 120 vendedores espalhados pelo Brasil receberam treinamento e estrutura necessária para executar o serviço em casa. “A primeira coisa que fizemos foi um trabalho de conscientização dos colaboradores e das famílias sobre como é o modelo”, explica Dalva Braga.

“Aconselhamos que cada um tivesse um espaço reservado na casa para não ser incomodado e propiciamos a estrutura, como computadores e celular, além de ajuda de custo na energia elétrica, internet banda larga, etc”.

A superintendente de vendas conta que a implantação do modelo durou três anos. À medida que os resultados apareciam, outras unidades adotavam o sistema. A economia até agora foi de 3,5 milhões de reais, e a produtividade de vendas aumentou 40%, o que gerou um incremento de 76% na receita dessas vendas.

Prós e contras

Além dos ganhos materiais, Dalva acredita que o trabalho em casa trouxe mais qualidade de vida aos funcionários, que não precisam mais enfrentar os problemas comuns de deslocamento de casa para o escritório.

No entanto, ela concorda que manter funcionários trabalhando em casa pode dificultar a integração entre eles e o sentimento de pertencimento à empresa. “A maior perda é o distanciamento. A gente está sempre procurando suprir essa queda. O calor tem que ser mantido de alguma forma”, afirma.

Para combater essa ameaça, os gestores da Ticket promovem encontros semanais entre os vendedores, inclusive aqueles que não estão em São Paulo.

Trabalhador remoto já é considerado prioridade por 91% das empresas

Os trabalhadores remotos já são considerados como prioridade pela área de TI das empresas. De acordo com pesquisa encomendada à Forrester Research pela LogMeIn, fornecedora de soluções de acesso remoto a PCs, 91% das empresas definem a conexão móvel de seus funcionários como um “gasto-chave” para a área de TI.

Entre os motivos para investir nessa modalidade de trabalho, a satisfação dos funcionários é apontada por 78% das empresas, seguida pelo aumento da produtividade, indicado por 72% das companhias. O aumento na eficiência fica apenas no terceiro lugar entre as prioridades das empresas, apontado por 67% delas.

No entanto, a Forrester prevê que essa modalidade de trabalho ainda precisa crescer bastante, já que 60% das companhias ainda mantêm um número expressivo de processos manuais de apoio aos trabalhadores remotos. Até o fim de 2012, entretranto, a consultoria prevê que esses profissionais representem 73% de toda a força de trabalho mundial. O relatório também relata que metade das empresas americanas e europeias já utilizam mais de um sistema operacional móvel ao mesmo tempo, e 46% de todas as empresas do mundo já usam equipamentos próprios, e não os dos funcionários.

Executivos dão adeus a viagens de trabalho

http://www.ethevaldo.com.br

2 de agosto de 2009

Meio ou mensagem? O que é melhor? Normalmente, não tenho dúvida: é a mensagem. Mas, diante de uma inovação de impacto em comunicação como a Telepresença, o meio pode tornar-se tão ou mais empolgante que a mensagem, por mais interessante que seja seu conteúdo.

Vivi essa experiência na semana passada, ao entrevistar, simultaneamente, sem sair de São Paulo, três pessoas localizadas em três cidades dos Estados Unidos. Um dos entrevistados foi o presidente e executivo-chefe da Cisco Systems, John Chambers, em San José, Califórnia, e dois executivos dessa empresa, um deles em São Francisco e outro em Miami.

Essa foi minha estreia profissional com a multiconferência internacional via Telepresença (em inglês, Telepresence), que proporciona a conexão de até 4 ou mais pontos remotos, em qualquer país ou continente, assegurando imagens de alta definição e em tamanho natural dos entrevistados.

O resultado é a sensação de que as pessoas estão, realmente, presentes, diante de nossos olhos, do outro lado da mesa circular à nossa frente. E a comunicação pode ser complementada, a cada momento, com a troca de imagens de computador, gráficos, tabelas, textos e fotos.

Uma sala de Telepresença é, na verdade, um sistema altamente interativo, que utiliza câmeras de alta definição nativas em 720 e 1.080 pixels, áudio multicanal espacial com cancelamento de eco, em ambiente preparado para prover a melhor experiência de acústica e visual, bem como a integração com sistemas de comunicações, internet e multimídia.

VIAJAR? SÓ POR PRAZER
Milhares de executivos e jornalistas começam a substituir suas viagens profissionais por multiconferências via Telepresença. Em breve, viajar para participar de entrevistas ou reuniões será coisa do passado para a maioria desses profissionais. Imagine, leitor, se eu tivesse de entrevistar de forma presencial, face a face, as mesmas 3 pessoas que entrevistei na semana passada, estando elas nas três cidades norte-americanas. Gastaria, no mínimo, 5 dias. Teria de viajar para os Estados Unidos num dia, dedicar o segundo dia aos entrevistados da Califórnia, um terceiro dia para cruzar o território norte-americano até Miami, para poder fazer a última entrevista no quarto dia e, com alguma sorte, retornar ao Brasil num voo noturno. Ao chegar, no quinto dia, além dos gastos financeiros, estaria triturado pelo cansaço, com o sono defasado pelos 4 ou 6 fusos horários que nos separam da Califórnia, e sem muita disposição para retomar o trabalho em 24 horas.

Para quem viaja sempre, a lista de desgastes inclui os aeroportos congestionados, o desconforto de passar 10 ou 12 horas espremido em poltronas da classe econômica, as constrangedoras inspeções de segurança que chegam às raias da humilhação, os atrasos de voos, a perda de bagagens e as conexões sem fim.

FUTURO É VIRTUAL
“No futuro, a maioria das entrevistas e reuniões será virtual, feita via internet”, prevê John Chambers. “Por tudo isso que você menciona, o primeiro objetivo desse sistema de comunicação é a substituição de viagens de negócios. E é bom lembrar que hoje a grande maioria da comunicação de negócios é do tipo não-verbal. No futuro, embora virtual, a comunicação tende a ser majoritariamente verbal, natural, espontânea, olho no olho. Cerca de 80% das viagens de negócios poderão ser substituídas pelas novas formas de comunicação, como a Telepresença, combinada com os recursos de computação da internet.”

John Chambers prevê ainda que, em poucos anos, a internet deverá tornar-se a forma mais utilizada de comunicação profissional ou de negócios. Em segundo lugar, virá a combinação de vídeo com a web, como na Telepresença. À medida que as redes de banda larga venham a expandir-se mundialmente, mais frequente se tornará esse novo tipo de videoconferência. O presidente da Cisco vê até a possibilidade de uso doméstico da Telepresença em algumas formas de teleducação e entretenimento, como acompanhar eventos internacionais, partidas de futebol ou shows.

“Imagine”, diz o presidente da Cisco, “o que significa para o mundo economizar milhões de viagens de negócios que se fazem anualmente em todo o mundo. Mesmo as reuniões internas das maiores corporações, que exigem deslocamento físico e perda de tempo de executivos, poderão ser substituídas com vantagem por sistemas de multiconferência como o Telepresença e seus sucessores.”

Na visão pessoal de John Chambers, a expansão mundial da comunicação visual pode mudar radicalmente o modo pelo qual fazemos negócios e, mais do que isso, consolidar formas de colaboração em escala nacional e internacional que ainda sequer imaginamos. Em pesquisas, estudos e levantamentos, acadêmicos ou empresariais, a colaboração entre cientistas, executivos e especialistas das mais diversas áreas poderá ser viabilizada de forma muito rápida, econômica e estimulante.

Depois dessa experiência, não duvido de que minha profissão vá passar por transformações ainda mais radicais do que já testemunhei.

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Telepresença revoluciona a comunicação empresarial

O sistema de comunicação de multiconferência Telepresença (Telepresence, em inglês) foi desenvolvido pela Cisco para permitir, antes de tudo, a integração de pontos remotos, em até quatro cidades ou países, via banda larga, com imagens de alta definição em três monitores de grandes dimensões. Com ele, por exemplo, um presidente de empresa em São Paulo pode reunir-se virtualmente com os diretores de três outras filiais, no Rio de Janeiro, Porto Alegre ou Recife.

O sistema já está disponível no Brasil, a serviço de grandes corporações e de empresas de telecomunicações, como Embratel, Telefônica e outras. Os grandes usuários instalam salas de Telepresença em suas próprias dependências. Empresas médias ou pequenas podem usar as instalações de operadoras de telecomunicações em sua cidade, comunicando-se com outra cidade dotada do sistema. Há sistemas mais simples, para serem instaladas em residências, com apenas um monitor para conferências one-to-one, destinadas a uso social ou mesmo profissional.

Para obter mais informações técnicas, use o link:
http://www.cisco.com/en/US/netsol/ns669/networking_solutions_solution_segment_home.html

Baixe o folheto virtual Telepresence Guide, usando o link:
http://www.tandberg.com/telepresence-cppc/index.jsp?cid=04US040049008

Learn:  Why Telepresence Users Have a Competitive Edge
Telepresence is an immersive meeting experience that offers ultimate video and audio clarity. It is set apart from video conferencing by several factors that create a competitive advantage.

Download Frost & Sullivan’s guide to “Maximizing the Value of Telepresence” to see how telepresence is different.
• Participants are life-size. Every sound, gesture, and facial expression supports natural communication.
• Joining multiple telepresence calls creates a single, exclusive meeting space.
• Intuitive functionality like touch screen interfaces allows you to bring in other sites and presentations with ease.

Plus:  Download 4 Must-Read Guides
1. Whitepaper: Telepresence vs. Video Conferencing Research from business technology experts, Aberdeen Group — 32 pages.
2. Case Study: Technopolis Using Telepresence for Seamless Communication Across Borders — 2 pages.
3. Solution Sheet: Measuring Your Success Building the Business Case for Expanding Video — 3 pages.
4. E-book: Total Telepresence.

Atendente de call center da Gol fica em casa

SÃO PAULO – Cinquenta atendentes do call center da Gol Linhas Aéreas trabalham em casa.

Dos 2 mil atendentes do call center da empresa, 50 deles não precisam ir ao escritório para trabalhar. Até o fim do ano, serão 80 atendentes, no total, que trabalharão em casa, segundo Wilson Maciel Ramos, vice-presidente de planejamento e TI da Gol. Por enquanto, o atendimento feito pelos atendentes que trabalham em casa é apenas via chat, mas o atendimento telefone deve acontecer em breve. Pelo chat, o cliente pode, por exemplo, remarcar passagens, e tirar dúvidas sobre bagagens, documentos, vacinas e outros assunto relacionados ao serviço.

Com a solução da Teleperformance, o atendente usa seu próprio computador para receber as ligações dos clientes da Gol. O software é projetado para não permitir que o atendente use outro programa simultaneamente. Para garantir que o atendente não repasse o trabalho para outras pessoas, o sistema exige a identificação biométrica pela impressão digital de 30 em 30 minutos – um acessório, o leitor biométrico, é conectado ao computador e utilizado pelo atendente.

Segundo Ramos, a redução de custos é a principal vantagem de permitir o trabalho dos atendentes em casa. “Há uma força de trabalho disponível que tem dificuldade de se deslocar de casa para o escritório, como mães que precisam ficar com os filhos e portadores de deficiência física. Com esse sistema, podemos oferecer oportunidade de emprego a essas pessoas”, diz.

Para Ramos, o grande desafio do call center “doméstico” é cultural. “O brasileiros ainda tem receio de permitir que o funcionário trabalhe longe de um supervisor, fora do escritório. A modernidade desse projeto esta aí, na mudança de pensamento”, diz.