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Archive for the ‘Anywhere Office’ Category

Funcionário da Cisco trabalha longe do chefe

SÃO PAULO –  Uma pesquisa com funcionários da Cisco concluiu que o trabalho remoto aumenta produtividade e satisfação do trabalhador.

A empresa, que oferece ferramentas corporativas para conectividade remota, fez um levantamento com 1992 funcionários da Cisco, de diversos países. O funcionário da Cisco, em média, recorre ao trabalho remoto 2 dias por semana. Na pesquisa, 40% afirmaram que não ficam na mesma cidade que seus gerentes.

De acordo com o levantamento, 60% dos funcionários disseram que o trabalho remoto aumenta a produtividade e 67% afirmaram que melhora a qualidade do trabalho.

Para 84% dos entrevistados, o teletrabalho mantém ou melhora a qualidade de comunicação e de colaboração com os colegas, em relação ao trabalho no escritório. Muitos funcionários da Cisco que foram entrevistados também notaram melhora na qualidade de vida (80%).

Trabalho a distância ajuda a atrair talentos


O acesso a um conjunto mais vasto de talentos, melhora de produtividade, menos gastos no espaço dos escritórios, zonas comuns, seguros, manutenção, estacionamento. O trabalho remoto (ou teletrabalho) melhora o estilo de vida dos funcionários e os resultados das empresas, além de reduzir o consumo de energia, os problemas de transporte, a poluição e a necessidade de cortar pessoas. Ele também incrementa a competitividade global, a criação de emprego e o equilíbrio entre a vida pessoal e a profissional. É o que demonstra um estudo elaborado em 2008 pela agência de seleção Robert Half International, o qual indica que o trabalho remoto e os horários flexíveis são o terceiro incentivo mais importante para atrair pessoal, depois do salário e dos benefícios sociais e à frente dos bônus e dos dias extras de férias.

As organizações que têm mais êxito com essa modalidade de trabalho tendem a integrá-lo de forma que se encaixe perfeitamente em sua infraestrutura legal, financeira, administrativa e de recursos humanos, desde que seja uma prática voluntária, sujeita à decisão da direção, que pode ser assumida operacionalmente e sem custos adicionais.

Porém as empresas seguem manifestando desconfiança “pelo fato de não controlarem a presença no local de trabalho; elas continuam mantendo os esquemas tradicionais para os novos tempos”, afirma Angel Belzunegui, do Grupo de Pesquisa, Análise Social e Organizacional da Universidade Rovira i Virgili, da qual é professor de Sociologia. Ele acrescentou que, nesse sentido, “a confiança mútua é indispensável para que o teletrabalho tenha êxito. As organizações mais novas e flexíveis, como as de desenvolvimento de software e, em geral, as inovadoras e tecnológicas, são as que mais incorporaram essa estrutura de operação com notáveis índices de satisfação”. Para esse especialista, os países com mais cultura de trabalho a distância “são aqueles que despontam em empresas tecnológicas e no investimento em inovação e desenvolvimento: Estados Unidos, alguns países nórdicos e a Índia, com uma potente massa de trabalho formada no setor de software”. No Canadá, por exemplo, o segundo maior país em extensão do mundo, as longas distâncias obrigam seus cidadãos a viajar com frequência, por isso o trabalho remoto é, cada vez mais, uma alternativa.

Do petróleo à informação

O xeque Yamani, ex-ministro do Petróleo da Arábia Saudita e um dos arquitetos fundadores da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep), disse certa vez: “A idade da pedra chegou ao fim não por falta de pedras, e a era do petróleo terminará, mas não por falta de petróleo”. Os humanos deixaram de usar pedras porque o bronze e o ferro são materiais superiores. Mas será que realmente deixaremos de consumir petróleo quando outras tecnologias energéticas também proporcionarem benefícios mais vantajosos?
A ameaça de esgotamento dos escassos recursos energéticos mundiais mantém-se muito presente na percepção pública desde os choque do petróleo da década de 70. E nosso temor também não se limita ao petróleo. Por exemplo, o clássico best-sellers “Limites ao Crescimento”, publicado em 1972, previa que o mundo teria esgotado seu ouro em 1981, a prata e o mercúrio em 1985, e o zinco em 1990. Agora temos a vantagem da visão retrospectiva, porém mesmo hoje a maioria das discussões sobre o tema são baseadas na lógica de “Limites ao Crescimento”.
Além disso, a questão não se resume ao fato de não termos esgotado nossos recursos naturais. O economista americano Julian Simon supostamente lançou um desafio em 1980 a um grupo de ambientalistas, dizendo que se fosse o caso de a escassez ser mensurada em termos de encarecimento das commodities, eles deveriam investir em ações de companhias envolvidas no processamento de qualquer minério. Esses ambientalistas aplicaram seu dinheiro em cromo, cobre, níquel, estanho e tungstênio e decidiram-se por um prazo de 10 anos. Em setembro de 1990, o preço de cada um desses metais tinha caído: o cromo em 5%, o estanho em fantásticos 74%.
Os arautos do apocalipse perderam a aposta. O mais importante é que eles não poderiam ter ganho, mesmo se tivessem investido em petróleo, alimentos, açúcar, café, algodão, lã, minerais ou fosfatos: todas essas commodities tinham ficado mais baratas.
Hoje, o petróleo é a mais importante e valiosa commodity comercializada internacionalmente, e sua importância para nossa civilização é ressaltada pela preocupação recorrente com que estejamos esgotando as reservas. No entanto, as estimativas estatísticas de seu esgotamento ocultam muito mais do que revelam. Um campo petrolífero típico produz apenas 20% do reservatório, sendo que perto de 63% permanece no subsolo mesmo quando são usadas as tecnologias mais avançadas.
Além disso, os economistas sustentam que o consumo energético per capita está em queda, devido a seu uso mais eficiente. As eficiências no consumo de combustível no setor automobilístico cresceram mais de 60% nas últimas três décadas, ao passo que a riqueza em geral produzida por unidade de energia dobrou durante o mesmo período.

Mais de 80% do consumo de energia gerada pelo petróleo, seja na forma de eletricidade ou combustível, são usados em transportes casa-trabalho

Mas, embora os preços dos metais tenham caído, o preço do petróleo está atingindo altas recordes. A razão é simples: o emprego dos metais foi substituído por muitas alternativas, mas a maioria dos finalidades ainda necessita derivados de petróleo como insumos, e muitas décadas de esforços para desenvolver suficientes fontes alternativas de energia produziram escasso sucesso.
Portanto, sendo os substitutos para o petróleo não facilmente disponíveis, as sociedades modernas deveriam concentrar-se nas fontes de demanda, a maioria das quais é atribuível ao setor de transportes. De fato, mais de 80% do consumo de energia gerada pelo petróleo nas sociedades contemporâneas, seja na forma de eletricidade ou combustíveis, são usados em transportes casa-trabalho. Será todo esse consumo de petróleo realmente necessário?
Com a crescente contribuição do setor de serviços para o Produto Interno Bruto (PIB) mundial, agora é o momento para reavaliar a necessidade de viajar para o trabalho. Os trabalhadores no setor de serviços movimentam-se entre casa e trabalho diariamente apenas para estarem presentes num ambiente que não tem necessidade econômica deles, pois esses trabalhadores estão facilitando muito mais um intercâmbio de informações do que a troca de bens físicos. Será que realmente necessitamos reunir fisicamente tantas pessoas para tão pouco ganho e a custos tão altos?
O custo não é apenas em termos de recursos naturais, que deveriam ser sustentáveis e legados a gerações futuras – e não exauridos por nossa própria geração. O aumento na quantidade de tempo gasto entre casa e trabalho é um freio tanto à produtividade nacional como à qualidade de vida nas cidades modernas. Uma pesquisa realizada na cidade indiana de Bombaim revelou que a viagem ferroviária diária média entre casa e trabalho é de 22 quilômetros, e sua rápida urbanização, assim como em grande parte do mundo em desenvolvimento, provavelmente resultará no alongamento dos deslocamentos urbanos diários.
Analogamente, o transporte aéreo de passageiros é dominado pelas viagens a negócios. Mas em vista da capacidade de transmissão de dados em alta velocidade das atuais tecnologias de telecomunicações e informação, hoje é possível reduzir substancialmente as viagens a negócios. Se, por um lado, o fenômeno da terceirização para o exterior está atenuando a necessidade de migração da mão-de-obra, a migração doméstica pode ser limitada ainda mais mediante o uso de escritórios domésticos, que poderão reduzir as pressões de demanda sobre o solo urbano, as redes de transportes públicos, a rede viária e aeroportos. Futuramente, as viagens humanas em geral deverão limitar-se cada vez mais a viagens de turismo e passeio.
Hoje dispomos da infra-estrutura tecnológica para levar a maior parte das informações relacionadas ao trabalho até os trabalhadores, permitindo que eles trabalhem em íntima associação. Isso exige uma mudança no estilo de vida – uma mudança que os governos deveriam começar a incentivar empregadores e trabalhadores a assumir.
Se o fizerem, a era do petróleo não terminará. Mas a era da preocupação com sua escassez talvez tenha fim.
Karuna Raman é vice-diretor geral associado da BSNL, uma estatal indiana no setor de telecomunicações. © Project Syndicate 2006. www.project-syndicate.org

A ameaça invisível

Segunda-feira, 06 de Novembro de 2006, 15h44

Mas quem poderia imaginar que New Orleans seria devastada por uma catástrofe, ou que seres humanos seqüestrariam um avião de carreira e, deliberadamente, o arremessariam contra o World Trade Center. Ou ainda que um tsunami causaria uma tragédia de tão grandes proporções em vários países?

Da mesma forma, um surto de gripe pandêmica poderia causar danos em uma escala bem maior que todos esses desastres juntos.

Para evitar crises dessa natureza, as empresas precisam oferecer um meio para que seus principais funcionários se comuniquem e executem suas tarefas quando e onde necessário, sem interrupções.

E isso é possível graças à continuidade das operações ou cooperação de vigilância remota (COOP).

O princípio básico da continuidade ininterrupta das operações é um sistema de “tele-trabalho” tecnicamente poderoso e com excelente custo-benefício, capaz de providenciar acesso imediato e altamente seguro a qualquer usuário remoto.

Há anos as empresas têm usufruído os benefícios do “tele-trabalho” ou “tele-comutação”, usando seu potencial para promover maior eficiência e melhor desempenho dos funcionários, permitindo que eles trabalhem em casa ou fora da empresa, com total flexibilidade operacional.

O tele-trabalho também é capaz de reduzir os custos do deslocamento e melhorar o estado de espírito dos funcionários.

Na verdade, a Internet foi concebida originalmente como uma iniciativa COOP, para possibilitar a comunicação, mesmo na eventualidade de uma guerra nuclear.

Hoje, ela figura como um dos pilares da economia global e das operações dos setores público e privado em todos os níveis. Mas não se pode contar apenas com a infra-estrutura básica da Internet para a oferta de acessibilidade.

Os quatro pilares da continuidade

Quatro áreas importantes devem ser consideradas para a implementação de iniciativas COOP na sua empresa:

1. Utilização da tecnologia atual futuramente

Durante uma crise, precisamos de um nível tecnicamente muito superior de disponibilidade da Internet do que simplesmente a capacidade de navegar na rede.

Felizmente hoje dispomos de softwares e hardwares capazes de atender a essa necessidade e criar uma rede de usuários remotos que, usando o telefone, a Internet e algumas ferramentas colaborativas, conseguiriam executar operações essenciais a partir de locais remotos.
Basicamente essa estrutura precisa de dois elementos.

Primeiro é necessária uma estrutura integrada e inteligente pronta para a transmissão de dados, com excelente “integração” de todos os componentes do sistema e a “inteligência” necessária para que isso aconteça.

A infra-estrutura de tele-trabalho é bem semelhante a que usamos diariamente para nos comunicarmos de casa: composta por fios, fibra e torres de transmissão.

No caso de cenários mais sofisticados, é bem provável que os sistemas de emergência precisem de comunicação via satélite.

O segundo requisito é a segurança da rede de ponta a ponta, de toda a infra-estrutura do tele-trabalho, para que o usuário tenha acesso aos recursos críticos. Os usuários precisam ser capazes de acessar arquivos com segurança e compartilhar informações da sede para qualquer lugar, quando necessário, com vários produtos trabalhando em diversas plataformas.

Já existem produtos necessários para criar e manter um sistema seguro como esse. A questão então não é se podemos criar um ambiente de tele-trabalho seguro e confiável, mas como e quando o sistema entrará em operação.

2. Foco nos funcionários críticos

O melhor ponto para iniciar uma implementação efetiva de tele-trabalho para COOP é começar pelos líderes e principais membros da empresa. As pessoas que planejam, organizam e executam as tarefas durante uma situação de desastre ou emergência.

Um sistema COOP bem-sucedido demonstrará a viabilidade do trabalho remoto também durante as operações do dia-a-dia. Os custos dos equipamentos e com instalação para a implementação de um sistema COOP não deverão ser uma limitação. A funcionalidade do sistema irá provar o valor do investimento em termos de custo-benefício.

Talvez o aspecto mais delicado para a efetividade de um sistema de trabalho remoto seja a definição de políticas e procedimentos que irão reger as operações e que complementam a capacidade das tecnologias atuais, possibilitando o compartilhamento seguro de informações auditáveis.

3. Manter a integridade da rede autenticando e autorizando os usuários

Os planos para o trabalho remoto efetivo possuem dois componentes básicos: regras que determinarão quem terá acesso a quais informações e em que circunstâncias, e o ambiente técnico que suporta essas regras.
Com avançadas tecnologias de tele-trabalho, as informações podem ser protegidas, gerenciadas e controladas de forma efetiva a partir de vários locais remotos e por qualquer número de usuários autorizados.

A chave é ter “vigilantes” qualificados nas portas que guardam essas informações: uma política abrangente de controle dos usuários e equipamentos em rede conhecida como “controle unificado de acesso”.

Há apenas alguns anos, a segurança das informações só podia ser garantida equipando os computadores com softwares e componentes que exigiam dispendiosas e constantes tarefas de manutenção e atualização. Hoje as redes podem fazer a mesma função, e de forma mais efetiva, por um custo menor e de forma bem mais prática para o usuário.

4. Os padrões abertos permitem o uso de avançadas tecnologias e redução de custos
Em uma situação de emergência, a comunicação virá necessariamente de várias origens. As tecnologias que governam a autenticação e o acesso à informação precisam ser capazes de reconhecer e operar tranqüilamente com uma ampla gama dessas tecnologias.

As próprias tecnologias administrativas precisam também operar sem problemas entre si e com tecnologias de inúmeros fabricantes, o que não somente ajudará na implementação de avançadas soluções como irá melhorar a eficiência e reduzir custos operacionais.

Conclusão

Nossas empresas precisam estar preparadas para permitirem que os funcionários possam trabalhar onde e quando necessário, sem interrupções. Precisamos estar preparados para uma ameaça iminente, garantindo uma infra-estrutura protegida, flexível e pronta, e devemos começar a providenciar isso desde já.

A capacidade de gerenciar efetivamente as informações e autorizar e autenticar usuários remotos e seus equipamentos já é possível e viável.

*Scott Kriens é presidente do conselho, presidente e principal executivo da Juniper Networks desde 1996. Antes de entrar para a Juniper Networks, Scott foi co-fundador e diretor da StrataCom, Inc., atuando nas áreas de operações e vendas de 1986 a 1996. Ele também exerceu o cargo de diretor da VeriSign, Inc., Equinix, Inc. e da Calient Networks, Inc. É formado em economia pela California State University

Tempo para deslocamento ao trabalho: incentivo ao teletrabalho

Folha de São Paulo – 25/06/06

“1,6 milhão de pessoas perdem 15 dias do ano só para ir ao trabalho”

21% dos moradores da grande SP gastam pelo menos 1 h no caminho para o emprego

Seminário discute as questões do teletrabalho

“Teletrabalho” – esse é um dos temas da grade de palestras do seminário “Mobilidade Corporativa”, que acontece no dia 25 de maio, quinta-feira. no Hotel Tryp (Meliá) Paulista, promovido pelas revistas TI Inside e Teletime,que debaterá a utilização da tecnologia e soluções aplicada à mobilidade.

Nos Estados Unidos, em companhias com mais de 500 funcionários, aproximadamente 40% trabalham remotamente. Isto representa um potencial de 50 milhões de usuários de serviços móveis no mercado americano, segundo pesquisa do Yankee Group

José Carlos Ferreira Júnior, mestre em Gerenciamento e Sistemas de Informação; professor da UNIP, Facamp e Policamp e consultor atuante na área de implementações tecnológicas, vai tratar de questões ainda a serem discutidas como o limite entre o espaço privado e o espaço profissional, o isolamento (falta de contatos sociais), a falta de programas de saúde e segurança no trabalho e ausência de Legislação Trabalhista específica.

Segundo dados da OIT (Organização Internacional do Trabalho), o teletrabalho tem mostrado um incremento na produtividade, estimada entre 20 e 100%, devido a algumas razões: a realização do trabalho de maneira ininterrupta e com maior concentração; maior motivação e satisfação dos funcionários no emprego; maior dedicação e ânimo, devido à eliminação das perdas de tempo nos trajetos domicílio-trabalho-domicílio.

Os Estados Unidos, a França, a Inglaterra, a Espanha, a Suécia e a Holanda são alguns dos países que mais utilizam o teletrabalho. A França é pioneira na criação de uma rede de telecentros, que têm como objetivo agrupar empregados de empresas de serviços e administração pública em locais próximos das suas áreas residenciais, onde possam trabalhar através da utilização de avançados meios tecnológicos e sempre em contacto com as suas empresas.

No Brasil, segundo pesquisa da Sociedade Brasileira de Teletrabalho e Teleatividades (Sobratt), o número de teletrabalhadores é de 3,5 milhões, com crescimento médio de 10% ao ano. Os investimentos em tecnologia e soluções em comunicação móvel representam uma redução significativa nos custos de transmissão de dados e a atualização instantânea de relatórios gerenciais, entre outros benefícios às empresas.

Para ilustrar o tema, o seminário contará ainda com a presença de José Luiz A. Fonseca, analista de Sistemas de TI – Gás e Energia da Petrobras, que apresentará o caso prático da Petrobras, que utiliza estrategicamente os recursos de telefone celular e Pdas, envolvendo soluções como escritório remoto; qualidade, medição e supervisão em campo; acesso aos recursos da internet, resultando no aumento da produtividade dos executivos em trânsito.

O 2º Seminário de Mobilidade Corporativa terá palestra sobre:

Mobilidade a serviço da inteligência de negócios

CRM Móvel e Automação de Vendas – Informações sobre o MS-CRM 3.0 em primeira mão

Mobilidade da Informação: caso prático da Petrobras

Rede Wireless de Informações Médicas

Segurança em Mobilidade Corporativa

Para mais informações os interessados podem acessar o site (www.convergeeventos.com.br) ou entrar em contato diretamente com a Converge através do e-mail: info@convergeeventos.com.br ou telefone: (11) 3120-2351. Da Redação