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	<description>Clipping pessoal de Luiz Fernando Thomé</description>
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		<title>Jean Paul Jacob: três drivers para antever o futuro</title>
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		<pubDate>Mon, 09 Aug 2010 16:04:40 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>

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		<description><![CDATA[1- Quais tecnologias estão em desenvolvimento atualmente em todo mundo? 2- O que as pessoas realmente desejam? 3- Quais os grandes problemas que se tenta resolver atualmente?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>1- Quais tecnologias estão em desenvolvimento atualmente em todo mundo?</p>
<p>2- O que as pessoas realmente desejam?</p>
<p>3- Quais os grandes problemas que se tenta resolver atualmente?</p>
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		<title>Para Stuhlberger, Brasil tenta criar &#8220;moto-contínuo tropical&#8221;</title>
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		<pubDate>Mon, 19 Jul 2010 13:59:42 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Governos]]></category>

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		<description><![CDATA[www.valor.com.br Análise: Executivo ironiza visão de alguns integrantes do governo de que é possível a economia crescer sem fazer as reformas necessárias. O Brasil está tentando criar o moto-contínuo tropical. É assim que Luís Stuhlberger &#8211; um dos gestores mais conhecidos do mercado brasileiro e responsável por R$ 8 bilhões aplicados na badalada família de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>www.valor.com.br</p>
<h2 id="LblTitulo">Análise: Executivo ironiza visão de alguns integrantes do  governo de que é possível a economia crescer sem fazer as reformas  necessárias.</h2>
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<p>O Brasil está  tentando criar o moto-contínuo tropical. É assim que Luís Stuhlberger &#8211;  um dos gestores mais conhecidos do mercado brasileiro e responsável por  R$ 8 bilhões aplicados na badalada família de fundos Verde &#8211; descreve a  tentativa do governo brasileiro de fazer a economia crescer por  auto-alimentação, sem as reformas necessárias. A análise está no  relatório sobre o desempenho da carteira em junho, enviada aos clientes  do Credit Suisse Hedging-Griffo (CSHG).</p>
<p>Stuhlberger lembra que o  conceito do moto-contínuo nasceu durante a Renascença. Seria uma máquina  de movimento perpétuo que reutilizaria indefinidamente a energia gerada  por seu próprio movimento. As leis da física, no entanto, provaram que  isso é impossível.</p>
<p>Ele  compara essa definição com algumas visões de integrantes do governo. A  primeira delas, de que é possível turbinar a demanda sem criar condições  para ampliar a oferta. É o primeiro teorema a ser provado: a demanda  gera sua própria oferta, ironiza o gestor.</p>
<p>A segunda crítica é sobre a  tese de que quanto mais servidores públicos e benefícios sociais houver,  melhor para o país. &#8220;A seguridade social deixou de ser um passivo para  ser um ativo&#8221;, dispara o gestor. Ele ataca a ideia de que uma carga  tributária de 35% do PIB não é problema, o que, segundo ele, seria o  mesmo que dizer que &#8220;carga tributária em excesso e de má qualidade não  geram problemas de competitividade&#8221;. E critica também a máxima de que o  pré-sal &#8220;será a redenção&#8221; do nosso déficit externo.</p>
<p>Outra teoria que o gestor  contesta é a de que a dívida pública bruta pode atingir 80% do PIB  porque  &#8220;o ativo é de boa qualidade: BNDES, Petrobras,  Eletrobrás, Caixa, Banco  do Brasil etc&#8221;. Assim, esse ativo poderia ser usado para  financiar e multiplicar o crescimento do PIB do país, o que significaria  dizer, na visão do gestor, que &#8220;o moto-contínuo existe e Deus é  Brasileiro&#8221;.</p>
<p>Para o  gestor, &#8220;este é o moto-contínuo tropical&#8221;. &#8220;Desde a idade média, como  vimos, ninguém conseguiu inventar um. Terá havido uma solução tupiniquim  para o problema?&#8221;, desafia.</p>
<p>Analisando o mercado externo, Stuhlberger chama a  atenção para o fato de o primeiro semestre ter surpreendido  negativamente os analistas, já que os ativos não se comportaram da  maneira otimista esperada pela maioria. E acrescenta: &#8220;Acreditamos que a  deflação é um fenômeno que veio para ficar nas economias desenvolvidas,  e podemos ver juros até mais baixos que as atuais&#8221;. Para ele, &#8220;Estados  Unidos e Europa devem cada vez mais se parecer com o Japão.&#8221;</p>
<p>O comportamento da economia  chinesa, observa, também pegou muita gente de surpresa. &#8220;Seis meses  depois, as óbvias dificuldades de gerenciar o maior estímulo fiscal e  monetário do mundo ficaram evidentes, e o governo chinês vem tentando  controlar a economia para evitar uma bolha de &#8216;real state&#8217;&#8221;, lembra  Stuhlberger. &#8220;Fica a lição para os investidores brasileiros: crescimento  do PIB nem sempre equivale a bons retornos de ações.&#8221;</p>
<p>Já no caso da Europa, &#8220;a  débâcle da Grécia representa o fim de uma ideia e o colapso de um  modelo&#8221;, escreve o gestor, lembrando que cada vez mais se discute o fim  da moeda única. &#8220;Continuamos a esperar que o Sul da Europa traga mais  volatilidade para os mercados, estendendo a queda do euro&#8221;, acrescenta.</p>
<p>O fundo multimercado CSHG  Verde apresentou rentabilidade de 1,94% em junho, acumulando no primeiro  semestre do ano 4,62%, para 4,28% do CDI.</p>
<p>Por Luciana Monteiro, de São Paulo</p>
</div>
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		<title>Carteira de crédito do Gerador vai a R$ 53 mi</title>
		<link>http://ideasflow.net/2010/07/15/carteira-de-credito-do-gerador-vai-a-r-53-mi/</link>
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		<pubDate>Thu, 15 Jul 2010 15:11:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>lft</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mundo Financeiro]]></category>

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		<description><![CDATA[www.valor.com.br Paulo Dalla Nora, sócio e diretor-presidente do Gerador: atuação em mercados que os grandes bancos não entram Com menos de um ano, o Banco Gerador, de Pernambuco, já acumula ativos de R$ 87,9 milhões e uma carteira de crédito de R$ 53,4 milhões no fechamento do ano. O rápido crescimento, de 38% no último [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>www.valor.com.br</p>
<div>
<table width="10" align="center">
<tbody>
<tr>
<td><img src="http://www.valoronline.com.br/imagens/impresso/ed_0002429/imagens/foto_21fin-gerador-c5.jpg" border="0" alt="Foto Destaque" /></td>
</tr>
<tr>
<td>Paulo Dalla Nora, sócio e diretor-presidente  do Gerador: atuação em mercados que os grandes bancos não entram</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
<p>Com menos de um ano, o Banco Gerador,  de Pernambuco, já acumula ativos de R$ 87,9 milhões e uma carteira de  crédito de R$ 53,4 milhões no fechamento do ano. O rápido crescimento,  de 38% no último trimestre, se deve em parte à recuperação da economia  no pós-crise, que coincidiu com a inauguração da instituição, em março  de 2009, mas também à ocupação de nichos esquecidos pelos grandes  bancos.</p>
<p>O foco da  instituição é o consignado, que concentra 75% da carteira. Em dezembro, o  banco contava com 105 convênios com pequenas prefeituras do Nordeste e  outros 25 com empresas privadas da região. Os 25% restantes do estoque  de empréstimo são adiantamentos de recebíveis para companhias  nordestinas com faturamento de até R$ 10 milhões e que estejam inseridas  em alguma cadeia produtiva.</p>
<p>Segundo Paulo Dalla Nora, sócio e diretor-presidente do  Gerador, a única forma de um banco pequeno sobreviver é atuando em  nichos que os grandes não têm interesse. Ele conta que as transações de  consignado com os funcionários dessas prefeituras são conferidas uma a  uma, pois são governos pequenos, que não têm sistemas informatizados.  &#8220;Os grandes bancos não atuam nesse mercado.&#8221;</p>
<p>Todo esse trabalho rende ao  banco uma margem média líquida de 2,5% ao mês com a intermediação  financeira, algo na casa dos 34% ao ano, entre operações com pessoas  físicas e jurídicas, num total de 11 mil clientes. &#8220;No próximo semestre  já vamos fechar o balanço com lucro e esperamos recuperar o investimento  de R$ 4 milhões feito pelos sócios&#8221;, diz.</p>
<p>Com o crescimento acelerado  de 2009, os sócios já mudaram os planos e pensam em buscar um parceiro a  partir do meio do ano para aportar mais recursos e levar o banco &#8220;para  outro patamar&#8221;, nas palavras do presidente. &#8220;Pode ser um fundo ou mesmo  uma oferta de ações na bolsa&#8221;, afirma.</p>
<p>Junho é uma data estratégica, avalia Dalla Nora, pois  nesse momento o banco poderá atingir números simbólicos de R$ 50 milhões  em patrimônio líquido, estoque de crédito de R$ 100 milhões e ativos na  casa dos R$ 150 milhões. &#8220;Hoje estamos mais limitados pelo funding do  que pelo tamanho do mercado&#8221;, diz, lembrando que espera que os convênios  com as prefeituras dobrem, assim como o número de empresas clientes.</p>
<p>Hoje o Gerador pertence aos  empresários Paulo Sérgio Freire Macedo &#8211; dono do Grupo Nordeste, de  transportes de valores, com faturamento anual próximo a R$ 1 bilhão &#8211; e  Severino José Carneiro de Mendonça, dono também de uma empresa de  correspondente de crédito consignado. O pesquisador Antonio Lavareda,  sócio do Instituto de Pesquisas Sociais, Políticas e Econômicas  (Ipespe), e que no fim do ano passado se filiou ao PSDB, completa o  quadro.</p>
<p>Além da receita  com crédito, o banco também fechou no fim do ano passado parceria com a  Companhia Excelsior de Seguros e com a Finacap  Consultoria Financeira, para venda cruzada de produtos. Ainda  nas receitas de serviços, o Gerador estruturou R$ 34 milhões em Cédula  de Crédito Bancário (CCB) para empresas, todas repassadas para fundos de  crédito. Desde a inauguração, o banco dobrou de tamanho em termos  administrativos, pulando de 22 funcionários para os 40 atuais, a maior  parte alocada no back-office.</p>
<p>Fernando  Travaglini, de São Paulo</p>
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		<title>O que os profissionais buscam hoje em uma empresa</title>
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		<pubDate>Thu, 15 Jul 2010 13:45:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>lft</dc:creator>
				<category><![CDATA[Conceitos Empresariais]]></category>

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		<description><![CDATA[1- Bom ambiente de trabalho 2- Desenvolvimento profissional 3- Qualidade de vida 4- Possibilidade de crescimento 5- Boa imagem no mercado de trabalho]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>1- Bom ambiente de trabalho</p>
<p>2- Desenvolvimento profissional</p>
<p>3- Qualidade de vida</p>
<p>4- Possibilidade de crescimento</p>
<p>5- Boa imagem no mercado de trabalho</p>
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		<title>Empresas aderem à ‘venda’ de produtos grátis no Brasil</title>
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		<pubDate>Fri, 09 Jul 2010 11:22:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>lft</dc:creator>
				<category><![CDATA[Estratégias Comerciais]]></category>

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		<description><![CDATA[http://economia.estadao.com.br/ Público tem a chance de experimentar produtos diversos antes mesmo de chegarem às prateleiras dos supermercados Reuters SÃO PAULO - O crescente poder de compra da população brasileira motivou o surgimento de lojas que já devem ter povoado o imaginário de consumidores mais ávidos por novidades. Nelas, o público tem a chance de experimentar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>http://economia.estadao.com.br/</p>
<p>Público tem a chance de  experimentar produtos diversos antes mesmo de chegarem às prateleiras  dos supermercados</p>
<p>Reuters</p>
<p>SÃO PAULO -</p>
<p>O crescente poder de compra da população brasileira  motivou o surgimento de lojas que já devem ter povoado o imaginário de  consumidores mais ávidos por novidades.</p>
<p>Nelas, o público tem a chance de experimentar produtos diversos  antes mesmo de chegarem às prateleiras dos supermercados. E sem precisar  abrir a carteira.</p>
<p>Apoiadas em experiências de sucesso em países como Japão,  Estados Unidos e Austrália, duas lojas de produtos &#8220;gratuitos&#8221; se  estabeleceram no Brasil nos últimos meses a fim de atender a uma  necessidade das próprias empresas de bens de consumo, lançando mão do  perfil participativo do consumidor  brasileiro.</p>
<p>Do lado das empresas, pesa a favor a possibilidade de ter uma  pesquisa sobre seus produtos com baixo investimento, o chamado  &#8220;tryvertising&#8221;. Já os consumidores usufruem do direito de testar novos  produtos em tamanho e versões originais, fugindo do conceito de pequenas  amostras gratuitas.</p>
<p>No início de maio, dois empresários deram o pontapé ao inaugurar  o Clube Amostra Grátis, em São Paulo. Com 130 empresas e cerca de 200  produtos disponíveis, o clube conta com mais de 14 mil pessoas  cadastradas até o momento, se aproximando da meta de 20 mil usuários nos  próximos meses.</p>
<p>A boa aceitação levou o Clube a planejar mais seis lojas ainda  este ano em outras capitais, sendo que uma delas, em Curitiba, será  aberta no final deste mês, segundo Luiz Gaeta, um dos sócios da  companhia.</p>
<p>&#8220;Tivemos 91 por cento das pesquisas respondidas no primeiro  mês&#8230; A aceitação da indústria foi muito maior do que esperávamos, o  que mostra que isso pode se tornar uma tendência&#8221;, afirmou Gaeta,  acrescentando que a loja tem capacidade para cerca de 120 mil clientes  por mês.</p>
<p>Nos mesmos moldes, a Sample Central desembarcou no Brasil em  junho, como uma franquia da australiana Sample Lab, instalada no Japão  em 2007. Hoje, a companhia já contabiliza 25 mil usuários na capital  paulista, superando a estimativa de seus criadores de 20 mil cadastrados  até o final do ano. Em cinco anos, a Sample Central espera atingir  cinco outras capitais brasileiras, além de prever novas lojas em São  Paulo.</p>
<p>O gerente-geral da Sample Central, João Pedro Borges, espera uma  demanda cada vez maior por esse modelo de negócios. &#8220;O ambiente da loja  e todo o diferencial em relação a lojas tradicionais de varejo são  atrativos para o consumidor&#8221;, disse.</p>
<p>Com cerca de 230 produtos disponíveis, a Sample Central está  localizada perto da avenida Paulista, região central da capital, se  beneficiando de um fluxo intenso de pedestres  diariamente.</p>
<p>A curiosidade de muitos que se deparam com a fachada amarela da  loja, contudo, pode ser ainda mais aguçada, dado que as visitas só podem  ser realizadas após agendamento prévio via  Internet.</p>
<p>Após a primeira visita, com um cartão magnético em mãos, o  consumidor tem a liberdade de visitar a loja quantas vezes desejar, sob a  condição de não poder levar para casa os produtos adquiridos em visitas  anteriores.</p>
<p>Mas, quem espera encontrar um ambiente similar ao de um  supermercado pode se surpreender. O espaço, menor, enche os olhos do  visitante com cores, prateleiras forradas de lançamentos e arquitetura  moderna. Para as &#8220;compras&#8221;, uma cesta com capacidade bastante superior a  cinco itens aos quais cada consumidor tem direito faz as vezes do  carrinho convencional.</p>
<p>Em ambos os casos, a empresa interessada em testar seus produtos  paga pelo uso das prateleiras por 15 dias e pelo acesso ao resultado  das pesquisas. No caso da Sample Central, que tem o Ibope como parceiro,  o valor vai de 4.800 a 5.400 reais. N do Clube Amostra Grátis, de 6.000  a 10.000 reais.</p>
<p>Já o consumidor desembolsa 15 reais anuais para se tornar  cliente da Sample Central, enquanto o valor da anuidade pelo Clube da  Amostra Grátis é de 50 reais.</p>
<p>Em troca dos cinco produtos a que tem direito de escolha a cada  visita às lojas, os consumidores têm 15 dias, em média, para responder  as pesquisas de avaliação dos mesmos.</p>
<p>&#8220;O investimento (para as empresas) é muito menor do que em uma  pesquisa tradicional. O resultado, em poucas semanas, é imparcial, pois o  consumidor não é convidado para uma ação específica de uma única  empresa&#8221;, assinalou Gaeta, do Clube Amostra  Grátis.</p>
<p>Buscando melhor conhecer o perfil dos consumidores, empresas  como Sadia, Cosan, AmBev e Grupo Bertin, e estrangeiras como Unilever e  Kellogg&#8217;s, têm apostado na ferramenta como estratégia para  pré-lançamento ou reformulação de  produtos.</p>
<p>&#8220;Além de uma ferramenta de pesquisa ágil para ampliar a atuação  num mercado tão competitivo, serve de laboratório para uma pesquisa  maior ou para decisões que não tenham risco alto, como nova cor de  rótulo ou nova embalagem&#8221;, comentou a gerente de marcas de higiene e  beleza do Grupo Bertin, Lucia Rolla.</p>
<p>A interação com o tipo de cliente ativo, que se manifesta no  caso de não aprovação de um produto após a compra, é apontada como outra  vantagem do negócio.</p>
<p>&#8220;Essa deve ser a primeira iniciativa antes de uma expansão  nacional&#8221;, aposta a gerente de produto da União, pertencente à Cosan,  Daniela Bolletta, que participa da Sample  Central.</p>
<p>A Sadia, por sua vez, quantificou um aumento maior que o  esperado nas vendas do produto na Sample Central, de acordo com a  gerente de marketing de conveniência da empresa, que pertence à Brasil  Foods, Patrícia Cattaruzzi.</p>
<p>Por Vivian Pereira</p>
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		<title>Eyephone</title>
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		<pubDate>Mon, 05 Jul 2010 15:49:53 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>

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		<description><![CDATA[www.estadao.com.br Por Rafael Cabral Uma lente de US$ 1 que, ligada a um smartphone qualquer, faz complexos exames de vista em menos de dois minutos – e sem a necessidade da presença de um médico especializado. Ao final do teste, um aplicativo mostra o seu problema na tela do celular. Foi essa a invenção que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>www.estadao.com.br</p>
<p>Por Rafael Cabral</p>
<p>Uma lente de US$ 1 que, ligada a um smartphone qualquer, faz  complexos exames de vista em menos de dois minutos – e sem a necessidade  da presença de um médico especializado. Ao final do teste, um  aplicativo mostra o seu problema na tela do celular.</p>
<p><em> </em></p>
<p>Foi essa a invenção que garantiu ao estudante brasileiro Vitor  Pamplona (foto) o segundo lugar no MIT Ideas, uma competição de ideias  inovadoras para o serviço público. “Você consegue fazer o teste sozinho.  Ele detecta miopia, hipermetropia e astigmatismo”, explica, em  entrevista ao <em>Link</em>.</p>
<p>Cursando o doutorado em computação na Universidade Federal do Rio  Grande do Sul, Vitor Pamplona é desde outubro um dos pesquisadores  visitantes do Media Lab do Massachusetts Institute of Technology (MIT).  Um mês depois de sua chegada, começou o projeto da Netra (ou EyePhone,  como a revista <em>Fast Company</em> apelidou a lente). A ideia era  fabricar um equipamento oftalmológico com materiais acessíveis para  todos.</p>
<p>Para desenvolvê-lo, ele contou com a ajuda de seu orientador, o  professor Manuel de Oliveira, e também com sugestões de Ankit Mohan e  Ramesh Raskar, acadêmicos do MIT. Já em janeiro deste ano, os primeiros  testes já haviam sido finalizados e o projeto aceito para a Siggraph, a  maior conferência do mundo de computação gráfica.</p>
<table border="0" align="right">
<tbody>
<tr>
<td><img src="http://blogs.estadao.com.br/link/files/2010/07/vitorpamplonanetra.JPG" alt="" hspace="10" vspace="10" align="right" /></td>
</tr>
</tbody>
<caption><em>Samsung Behold II e Nexus One já foram testados (Foto:  Divulgação)</em></caption>
</table>
<p>No programa usado com o equipamento, o usuário vê duas linhas: uma  vermelha e uma verde. No atual protótipo, elas são projetadas em  diferentes ângulos e a tarefa do paciente é movê-las, com os botões do  smartphone, até que se sobreponham. Se o usuário possuir uma visão  perfeita, as linhas já estarão sobrepostas e ele não precisará fazer  nada. Em casos de miopia, astigmatismo ou hipermetropia, elas estarão  separadas – e cabe ao software identificar o problema e quantos graus o  óculos terá.</p>
<p>Como a Netra é um dispositivo médico, é necessário fazer uma série de  testes e obter certificados internacionais para que possa começar a ser  comercializada. “Os próximos passos são os testes clínicos lado a lado  com os equipamentos oftalmológicos profissionais. Para nós, é muito mais  importante mapear os casos de falha do que os de sucesso”, diz o  catarinense.</p>
<p>O inventor conta que o seu fascínio pela área surgiu conforme se  aprofundava no assunto. “Ao contrário do que se pensa popularmente,  ainda há muito o que pesquisar no sistema visual. Como a minha formação é  em computação, eu posso ajudar outros pesquisadores e profissionais  criando novas tecnologias e melhores meios de extrair informações do  corpo humano”.</p>
<p>Seu objetivo é levar a tecnologia para lugares onde a oftalmologia é  cara, rara ou inexistente, como áreas pobres da África, da Índia e do  Brasil. Nesses três lugares, celulares não faltam.</p>
<p>“Há boas propostas surgindo para a popularização da medicina.  Palavras-chave como Saúde 2.0 e Medicina Participativa vieram para  ficar”, acredita. O equipamento criado pela equipe tem justamente esse  espírito: democratiza os exames, que podem ser feitos por um agente  local ou pelo próprio paciente. Habitantes de pequenas cidades e  vilarejos poderiam se tornar provedores de saúde, participando de alguns  treinamentos.</p>
<p>Vitor não pensa em ocupar o lugar do oftalmologista, mas oferecer  mais uma ferramenta para o trabalho deles em lugares em que não há  equipamentos ou onde há poucos médicos. “Quero facilitar o acesso à  informação médica para a população.”</p>
<p>“No passado, para tirar uma simples fotografia era necessário ir a um  especialista treinado em operar um dispositivo caro, complexo e  sensível. Hoje em dia, todos possuem uma câmera no bolso, mas a  profissão de fotógrafo ainda existe e continua sendo lucrativa. Dá para  fazer uma analogia. Daqui a cinquenta anos, grande parte dos testes  talvez já possam ser feitos em casa e apenas a parte importante  precisará do auxílio de especialistas”, diz.</p>
<p>Para popularizar sua invenção, ele e os outros desenvolvedores  criaram a <em>PerfectSight</em>, o braço comercial do projeto, que  pretende vender o dispositivo no mundo todo. “Podemos mudar a vida de  muitas pessoas com um dispositivo barato assim.”</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Remessas ao exterior são isentas de IR</title>
		<link>http://ideasflow.net/2010/06/29/remessas-ao-exterior-sao-isentas-de-ir/</link>
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		<pubDate>Tue, 29 Jun 2010 11:59:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>lft</dc:creator>
				<category><![CDATA[Governos]]></category>
		<category><![CDATA[Mundo Financeiro]]></category>

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		<description><![CDATA[www.valor.com.br Laura Ignacio, de São Paulo 27/04/2010 O Tribunal Regional Federal (TRF) da 2ª Região (Rio de Janeiro e Espírito Santo) decidiu que não incide Imposto de Renda (IR) sobre a remessa de capital ao exterior para pagamento de prestação de serviços. É a primeira manifestação da Corte favorável ao contribuinte. O tema é de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>www.valor.com.br</p>
<div id="div_conteudo_materia">
<p>Laura  Ignacio, de São Paulo<br />
27/04/2010</p>
<p>O Tribunal  Regional Federal (TRF) da 2ª  Região (Rio de Janeiro e Espírito Santo)  decidiu que não incide Imposto de Renda (IR) sobre a remessa de capital  ao exterior para pagamento de prestação de serviços. É a primeira  manifestação da Corte favorável ao contribuinte. O tema é de grande  interesse do setor petroquímico. As indústrias utilizam máquinas  importadas, que necessitam de assistência técnica do exterior. A  Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN) já recorreu da decisão.</p>
<p>Se uma indústria  petroquímica contrata serviço de assistência técnica e remete o  pagamento ao exterior, o Fisco retém 25% de Imposto de Renda sobre o  total enviado. Caso o contribuinte não pague, é autuado. Hoje, para  afastar essa exigência, as empresas têm recorrido ao Judiciário. A  discussão, no entanto, ainda não foi pacificada pelos tribunais  superiores.</p>
<p>No TRF da  2ª  Região, a petroquímica, que faz parte de um grupo holandês, alegou  que todos os tratados internacionais dos quais o Brasil faz parte  preveem que o valor relativo ao pagamento por serviço feito por  prestador com sede no exterior só pode ser tributado no país da sede  dessa empresa. No caso, a Finlândia. Por unanimidade, os desembargadores  da 4ª  Turma acataram o argumento da empresa.</p>
<p>Eles reconheceram a  prevalência de um tratado internacional sobre o Ato Declaratório da  Receita Federal do Brasil nº  1, de 2000, que prevê a retenção na fonte.  &#8220;Essa receita é lucro da empresa estrangeira, de acordo com o artigo 7º  do tratado da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico  (OCDE), do qual Brasil e Finlândia são signatários&#8221;, explica o advogado  que representa a petroquímica no processo, Luiz Gustavo Bichara, do  escritório Bichara, Barata, Costa &amp; Rocha Advogados. O objetivo  desse dispositivo é evitar a bitributação.</p>
<p>A PGFN já apresentou recurso  no TRF fluminense, mas ele ainda não foi julgado. Por e-mail, a  procuradoria alega que se trata de um caso isolado e que não representa a  jurisprudência do tribunal. No processo, argumenta que deve prevalecer a  Lei nº  9.779, de 1999. A norma determina o pagamento de IR na fonte  sobre rendimentos remetidos para residentes ou domiciliados no exterior.  Isso porque, de acordo com memorial da PGFN, a convenção celebrada  entre o Brasil e os Países Baixos foi ratificada em 1991, por meio do  Decreto nº 355. &#8220;Pelo critério temporal, a lei prevalece sobre o  tratado, pois é posterior&#8221;, diz a Fazenda Nacional no processo.</p>
</div>
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		<title>Investidores na Bovespa</title>
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		<pubDate>Fri, 04 Jun 2010 18:08:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>lft</dc:creator>
				<category><![CDATA[Bolsa de Valores]]></category>

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		<description><![CDATA[Volume Total Acumulado Período: 01/06/2010 a 01/06/2010* Tipos de Investidores Compras Vendas R$ Mil Part. (%) R$ Mil Part. (%) Pessoa Física 2.126.897,00 16,73 2.017.433,00 15,87 - Inv Individuais 2.024.837,00 15,93 1.918.512,00 15,09 - Clubes de Inv 102.060,00 0,80 98.921,00 0,78 Institucional 2.006.546,00 15,78 2.064.883,00 16,24 Inves. Estrangeiro 1.657.623,00 13,04 1.828.623,00 14,38 Emp. Priv/Publ. 80.662,00 [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2>Volume  Total Acumulado</h2>
<div>
<h3>Período:  01/06/2010 a 01/06/2010*</h3>
<table>
<colgroup>
<col></col>
<col></col>
<col></col>
<col></col>
<col></col>
<col></col>
</colgroup>
<thead>
<tr>
<th rowspan="2">Tipos de Investidores</th>
<th colspan="2">Compras</th>
<th colspan="2">Vendas</th>
</tr>
<tr>
<td>R$ Mil</td>
<td>Part. (%)</td>
<td>R$ Mil</td>
<td>Part. (%)</td>
</tr>
</thead>
<tbody>
<tr>
<td>Pessoa Física</td>
<td align="right">2.126.897,00</td>
<td align="right">16,73</td>
<td align="right">2.017.433,00</td>
<td align="right">15,87</td>
</tr>
</tbody>
<tbody>
<tr>
<td>- Inv Individuais</td>
<td align="right">2.024.837,00</td>
<td align="right">15,93</td>
<td align="right">1.918.512,00</td>
<td align="right">15,09</td>
</tr>
</tbody>
<tbody>
<tr>
<td>- Clubes de Inv</td>
<td align="right">102.060,00</td>
<td align="right">0,80</td>
<td align="right">98.921,00</td>
<td align="right">0,78</td>
</tr>
</tbody>
<tbody>
<tr>
<td>Institucional</td>
<td align="right">2.006.546,00</td>
<td align="right">15,78</td>
<td align="right">2.064.883,00</td>
<td align="right">16,24</td>
</tr>
</tbody>
<tbody>
<tr>
<td>Inves. Estrangeiro</td>
<td align="right">1.657.623,00</td>
<td align="right">13,04</td>
<td align="right">1.828.623,00</td>
<td align="right">14,38</td>
</tr>
</tbody>
<tbody>
<tr>
<td>Emp. Priv/Publ.</td>
<td align="right">80.662,00</td>
<td align="right">0,63</td>
<td align="right">78.531,00</td>
<td align="right">0,62</td>
</tr>
</tbody>
<tbody>
<tr>
<td>Instit. Financeiras</td>
<td align="right">482.834,00</td>
<td align="right">3,80</td>
<td align="right">365.215,00</td>
<td align="right">2,87</td>
</tr>
</tbody>
<tbody>
<tr>
<td>Outros</td>
<td align="right">1.827,00</td>
<td align="right">0,01</td>
<td align="right">1.701,00</td>
<td align="right">0,01</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="5">Total em R$ Mil (Compras +  Vendas):                              12.712.775,00</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p id="OBS">(*)  Defasagem de 2 dias úteis</p>
</div>
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		<item>
		<title>Ticket poupa R$ 3,5 mi com trabalho em casa</title>
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		<pubDate>Fri, 04 Jun 2010 14:28:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>lft</dc:creator>
				<category><![CDATA[TeleTrabalho]]></category>

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		<description><![CDATA[Luciana Carvalho, de EXAME.com Segunda-feira, 31 de maio de 2010 &#8211; 10h57 Wikimedia Commons O trabalho remoto já foi adotado por cerca de 25% das empresas brasileiras, segundo estudo do CETIC.br SÃO PAULO &#8211; Quem acha que trabalhar em casa é privilégio de profissionais autônomos está enganado. Atualmente, 25% das empresas no Brasil adotam o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="content">
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<p><span style="font-family: Arial; color: #000080; font-size: x-small;"><a href="http://info.abril.com.br/aberto/infonews/tags/luciana_carvalho1.shtml">Luciana  Carvalho, de </a><a href="http://portalexame.abril.com.br/"> EXAME.com </a></span> Segunda-feira, 31 de maio de 2010 &#8211; 10h57</p>
<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="6" width="120" align="center">
<tbody>
<tr>
<td>
<div><span style="font-family: arial; font-size: xx-small;"></p>
<p><em>Wikimedia Commons</em></p>
<p></span></div>
</td>
</tr>
<tr>
<td><img title="Ticket poupa  R$ 3,5 mi com trabalho em casa" src="http://info.abril.com.br/aberto/infonews/fotos/Home-office-20100531110304.jpg" alt="Ticket poupa R$ 3,5 mi com trabalho em casa" /></td>
</tr>
<tr>
<td>
<div><span style="font-family: verdana; color: #333333; font-size: xx-small;"><strong>O trabalho remoto já  foi adotado por cerca de 25% das empresas brasileiras, segundo estudo do  CETIC.br</strong></span></div>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<div id="entry-body"><!-- /FERRAMENTAS --></p>
<div id="texto_link">
<p>SÃO PAULO &#8211; Quem acha que trabalhar em  casa é privilégio de profissionais autônomos está enganado.</p>
<p>Atualmente, 25% das empresas no Brasil adotam o trabalho  remoto, de acordo com pesquisa divulgada pelo Centro de Estudos Sobre as  Tecnologias da Informação e da Comunicação.</p>
</div>
</div>
</div>
</div>
<p>A Ticket, empresa do setor de refeição-convênio, é adepta há cinco  anos e, desde que incorporou o &#8220;home office&#8221;, sua rentabilidade tem  aumentado.</p>
<p>Segundo a superintendente de vendas, Dalva Braga, a Ticket  resolveu mandar os funcionários, literalmente, para casa como tentativa  de dar mais velocidade ao processo de vendas.</p>
<p>Quando ainda havia escritórios de vendas, os funcionários  gastavam 30% do tempo com questões administrativas e 40% com atendimento  telefônico. Depois da transição para o modelo de trabalho em casa, o  tempo gasto para executar essas tarefas caiu para 15% e 5%,  respectivamente.</p>
<p>Na Ticket, somente o setor de vendas incorporou o modelo de  trabalho remoto. Todos os 120 vendedores espalhados pelo Brasil  receberam treinamento e estrutura necessária para executar o serviço em  casa. &#8220;A primeira coisa que fizemos foi um trabalho de conscientização  dos colaboradores e das famílias sobre como é o modelo&#8221;, explica Dalva  Braga.</p>
<p>&#8220;Aconselhamos que cada um tivesse um espaço reservado na casa  para não ser incomodado e propiciamos a estrutura, como computadores e  celular, além de ajuda de custo na energia elétrica, internet banda  larga, etc&#8221;.</p>
<p>A superintendente de vendas conta que a implantação do modelo  durou três anos. À medida que os resultados apareciam, outras unidades  adotavam o sistema. A economia até agora foi de 3,5 milhões de reais, e a  produtividade de vendas aumentou 40%, o que gerou um incremento de 76%  na receita dessas vendas.</p>
<p><strong>Prós e contras</strong></p>
<p>Além dos ganhos materiais, Dalva acredita que o trabalho em  casa trouxe mais qualidade de vida aos funcionários, que não precisam  mais enfrentar os problemas comuns de deslocamento de casa para o  escritório.</p>
<p>No entanto, ela concorda que manter funcionários trabalhando  em casa pode dificultar a integração entre eles e o sentimento de  pertencimento à empresa. &#8220;A maior perda é o distanciamento. A gente está  sempre procurando suprir essa queda. O calor tem que ser mantido de  alguma forma&#8221;, afirma.</p>
<p>Para combater essa ameaça, os gestores da Ticket promovem  encontros semanais entre os vendedores, inclusive aqueles que não estão  em São Paulo.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Serviço ajuda empreendedor a licenciar empresa pela web em SP</title>
		<link>http://ideasflow.net/2010/04/05/servico-ajuda-empreendedor-a-licenciar-empresa-pela-web-em-sp/</link>
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		<pubDate>Mon, 05 Apr 2010 16:24:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>lft</dc:creator>
				<category><![CDATA[HUBS]]></category>

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		<description><![CDATA[http://computerworld.uol.com.br Sistema Integrado de Licenciamento permite substituir documentos e vistorias por declarações digitais. Por Redação do IDG Now! 01 de abril de 2010 &#8211; 17h39 Um portal apresentado na última terça-feira (30/3) pelo governo do Estado de São Paulo promete dar rapidez ao trâmite de abertura de empresas. Com o Sistema Integrado de Licenciamento associado [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>http://computerworld.uol.com.br</p>
<p class="olho">Sistema Integrado de Licenciamento permite substituir documentos e vistorias por declarações digitais.</p>
<div class="corpo">
<h3>Por <span><span class="link-mailto"><a href="mailto:editor_idgnow@nowdigital.com.br">Redação</a></span> do IDG Now!</span></h3>
<div class="data">
<div class="txt">01 de abril de 2010 &#8211; 17h39</div>
</div>
</div>
<p>Um portal apresentado na última terça-feira (30/3) pelo governo do Estado de São Paulo promete dar rapidez ao trâmite de abertura de empresas. Com o Sistema Integrado de Licenciamento associado ao <a class="external-link" href="http://www.poupatempodoempreendedor.sp.gov.br/">Portal Poupatempo do Empreendedor</a>, o empresário poderá solicitar as principais licenças de forma imediata.</p>
<p>O serviço beneficia empreendedores em atividades de baixo risco &#8211; que, segundo o governo, responde por 75% dos casos. Os órgãos públicos participantes do Sistema Integrado de Licenciamento incluem Centro de Vigilância Sanitária, Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb), Corpo de Bombeiros da Policia Militar e Prefeitura.</p>
<p>Para as empresas consideradas de baixo risco, o licenciamento será feito totalmente pela internet. Os documentos e as vistorias prévias serão substituídos por declarações, que devem ser assinadas pelo empreendedor ou por seu contador por meio de certificado digital.</p>
<p>Já quem decidir por atividades consideradas de alto risco também poderá usar o sistema, porém será encaminhado aos órgãos oficiais para o procedimento completo. No entanto, o acompanhamento do trâmite e dos resultados poderá ser feito pela internet. A classificação de risco é feita pelo próprio sistema, com base em informações dos órgãos envolvidos.</p>
<p>Inicialmente, o sistema de licenciamento atenderá as cidades de São Caetano do Sul, Mogi das Cruzes, Limeira, Piracicaba, Santos e São José dos Campos. Para os demais municípios do Estado, o serviço será oferecido nos próximos meses.</p>
]]></content:encoded>
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